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Re-União 2017

A vendedora de ilusões

June 25, 2018

O encontro europeu sobre a política de asilo, realizado ontem, proposto pela chanceler alemã, foi um estrondoso fracasso. Após horas de reunião, saíram do nada e chegaram na coisa nenhuma.

Debaixo de um péssimo clima e estopins cada vez mais curtos, constataram que uma “solução europeia” para a questão da política migratória proposta por Bruxelas está cada vez mais distante. 

Os países membros da comunidade não querem e não confiam mais na capacidade de liderança da tresloucada e intransigente Merkel.

A pressão política dentro do continente para que haja um controle rígido no recebimento de “refugiados” só aumenta. 

 

Merkel por sua vez, agarrou-ao ao mantra - mesmo após o desastre de sua política de asilo - que prega a “solidariedade europeia ” como base para continuar recebendo em massa migrantes do terceiro mundo, sobretudo, islâmicos e africanos, e sem qualquer pré-requisito, posto que as fronteiras europeias devem permanecer abertas. 

 

Interessante que, a tal nobre solidariedade que a chanceler tanto cita, não aflorou quando a Alemanha e EU decidiram que não ajudariam os gregos - também pertencentes ao bloco. Mas num passe de mágica a bondosa filantropa mudou sua linha política, e gastou bilhões para custear sua caridade.

 

O que Merkel ouviu foi desanimador: os países precisam e vão proteger suas fronteiras, a entrada indiscriminada de ilegais precisa ser contida.

 

Merkel fez papel de vendedora de ilusões e não foi levada a sério.

Apesar de não perder a arrogância e ter interpretado o fiasco do encontro como “um caminho para encontrarem uma solução”. 

 

Para espanto da destrambelhada governante - que foi informada sobre o crescimento gradual do partido AfD - um dos mais conhecidos correspondentes internacionais, Malte Pieper, que é especialista em temas ligados à União Europeia e trabalha na TV estatal alemã ARD, pediu abertamente a renúncia de Merkel, dizendo que o tempo dela esgotou-se, que ela é a principal responsável pela divisão da sociedade europeia. Segundo ele, não há mais possibilidade de trabalho em conjunto, após a chanceler insistir nos mesmos erros.

Pieper disse que Merkel deve arrumar sua gaveta e entregar o cargo.

 

 

Hordas se formando nas proximidades das fronteiras austríacas. Já vimos o filme em 2015. Esse ano, o desfecho deve ser outro. 

Aos berros de Allahu-Akbar, a turma diz que quer ir pra Alemanha. São os convidados da chanceler Merkel. 

Vejam que, praticamente, só homens e em idade militar.

 

 

 

*PS - Não sei o motivo, mas as recentes entrevistas, aparições e o desenfreado otimismo de Angela Merkel me lembram os últimos meses da destrambelhada Dilma Rousseff no poder.

Não deve ser coincidência! O apego ao poder é uma doença muito comum. E apresenta sempre os mesmos sintomas.

 

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