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Re-União 2017

Medo provoca medo

July 1, 2018

Uma história, rapidinho.

Aconteceu quando passei uns tempos em Cabo Frio, anos atrás. Morova  num loteamento bacana, com uma avenida que ia bater numa praia deserta. Pouquíssimas casas. Era de noite. O guarda noturno veio me avisar que um carro com luzes apagadas tinha invadido o terreno, passando por cima dos canteiros. Peguei então minha arma (na época era possível ter porte de arma) e fui conferir. Eram três, o carro estava com o porta malas aberto. Dois dos sujeitos ainda fora do carro.

 

Às vezes faziam ali a desova de assassinados na Região dos Lagos. Tempos brabos. Peguei os caras distraídos e coloquei-os com as mãos no teto do carro, com as pernas abertas. Chequei o porta malas, arma apontada. Tinha lá dentro uns panos de estopa, molhados de sangue, parecia. Sei lá. Conferi se eles estavam armados. 

 

Então eu disse: “...olha, eu sei que vocês são bandidos, e eu morro de medo de vocês. Portanto, eu juro que se vocês aparecerem aqui, de novo, vou atirar para matar, sem conversa. Ficou claro?”  A cena era iluminada pela luz dos faróis. Deixei o carro manobrar e ir embora, sob minha mira.

Eu estava tremendo. 

 

Eles nunca mais voltaram. Entenderam perfeitamente meu medo confessado. E que eu faria o que prometera.Qualquer coisa para me defender. E à minha família. Medo, também provoca medo.

 

É assim a situação do Brasil, hoje.

Estamos com medo. Venezuela, Bolívia e agora a Nicarágua em chamas. Aprendemos - se lições antigas não foram suficientes - o que os comunistas são capazes de fazer. Até matar seus compatriotas, submetendo-os a todos abusos e violências. Inclusive pedindo ajuda de forças militares da Rússia, Venezuela e Cuba - inclusive tanques - como a Nicaragua fez agora, para sufocar o desejo de democracia do seu povo. Com reagiremos  a isso?

 

Devemos lutar já, de todas as maneiras, para enfrentar essa ameaça. Antes que os comunistas dêem o golpe, aqui.

Acabar com o Foro de São Paulo, o STF, as urnas eletrônicas, colocar em cheque todo o regime político corrupto que nos atormenta. Pedir que as Forças Armadas cumpram seu dever constitucional de defender a Democracia. Sacudir o país com manifestações, greves, desobediência civil. E  mais do que nunca, dar força à LavaJato.

 

Vale a pena comprar, se possível, uma espingarda tipo “punheteira” calibre 12, com cartuchos de 70 mm - para legítima defesa. Pratique tiro, aprenda a manejar sua arma com segurança.

Nós, agora ou em algum tempo próximo, provavelmente teremos que usá-las.

 

 

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