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Re-União 2017

Braço de ferro

July 12, 2018

Eu ando me sentindo que nem o Popeye - em jejum de espinafre.

Fraco, meio desenxabido, muito em dúvida. Nesse braço de ferro de nós contra os do pt e congêneres, quais nossas chances?

Antes de mais nada, nem temos certeza se haverão eleições.

O petismo é rico demais, eles roubaram tanto que o cofre deles está estufado, que nem o do Tio Patinhas. Aliás devem ter um cofre em cada paraíso fiscal. E eles ainda contam com a ajuda daquele pobretão da Nova Ordem Mundial, o Soros. Corroborado modestamente pelo Foro de São Paulo.

 

Os fulanos e sicranos do partido em pauta estão mandando no governo, inclusive no Temer. E até no obsequioso porteiro do Palácio da Alvorada, que deve ganhar mais do que um professor universitário. Os do pt estão pendurados em todas as sinecuras e seu molho de chaves abre qualquer portão do Poder desta republiqueta.

O STF é um puxadinho do pt, sabemos disso. E lá dentro, uns três ou quatro juízes têm sua agenda inteiramente comprometida com os interesses da máfia atualmente com a caneta na mão. 

 

Já, as urnas eletrônicas vão eleger quem eles quiserem, sabemos que elas são fraudáveis - mas ninguém pode impedir que tais obras primas da tecnologia venezuelana não estejam presentes dentro das cabines de votação. Nosso senado é deploravelmente “negocial”. E mais não é necessário dizer desse antro de cupinchas e agregados, despachantes 

de todos os negócios que rendem dinheiro no Brasil.

Mas temos uma via crucis ainda maior pela frente: o Temer só vai manobrando, o seu maior projeto é não ser julgado por corrupção, no fim do seu mandato. 

 

A Venezuela morre, estiolada pela fome. Dá quase para ouvir os gritos de socorro do seu povo, nosso vizinho parede-e-meia. Mas o Aloysio Nunes  se recusa a discutir qualquer tipo de ajuda fora do âmbito da imparcialíssima OEA. Cuba podia ficar zangadinha, talvez. Estamos numa armadilha muito bem enredada. E nosso general, que manda nas Forças Armadas, acha que tudo está dentro dos conformes.

 

Nada, dos assuntos “difíceis” foi devidamente esclarecido. Nem os empréstimos do BNDES, nem o assunto das aeronaves suecas, nem a cessão da base de Alcântara, nem nossa estranhíssima política nuclear, nem a defesa da soberania nacional, nem o currículo das escolas, nem a marca do papel higiênico usado por Suas Excelências, presumo. 

 

Para onde olhemos sobram interrogações (?), exclamações (!) e reticências (...).

Braço de ferro? Não brinca. O deles é de ferro. O nosso, um raquítico bracinho, quase quebrando.

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