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Re-União 2017

Pratos vazios

July 24, 2018

Eu sei que a pena de morte, de qualquer forma como ela se apresente, é injusta. Porque somos todos humanos e sempre haveriam razões “humanas” para justificar os pecados - mesmo os mais graves.

Nesse sentido, nem os líderes nazistas poderiam ter sido enforcados no julgamento de Nuremberg. Eles “obedeciam ordens”; e se Hitler, mandava - ou um superior hierárquico qualquer - o indivíduo cumpria o seu dever, seja enfiar um judeu na câmara de gás ou apertar o gatilho na cabeça de um infeliz qualquer.

 

E tem os bandidos deformados da cabeça, gente psiquicamente desviada, incapazes de avaliar moralmente os seus pecados.

Enfim, os advogados de defesa, num  tribunal, sempre conseguiriam escavar bons argumentos para provar que seus clientes, enfrentando a pena capital, deveriam ser poupados de ser executados, na cadeira elétrica, na forca, no fuzilamento ou estrangulados.

 

Já a vingança, pura e simples, no impulso de eliminar do mundo alguém que lhe fez um mal irreparável, isso eu compreendo. Não justifico inteiramente, mas um tiro na cabeça de um criminoso que assassinou seu filho, para mim, faz sentido. Enfim, eu, pessoalmente, sou meio troglodita. Minha posição é um tanto bíblica, olho por olho, dente por dente.

 

Esta lenta-lenga é só para dizer que se eu fosse um juiz com poderes para decretar a pena de morte para alguém, não tremeria minha mão na hora de assinar a liquidação de uma espécie de pessoas:

-Os que roubam da merenda escolar.

 

Sabe esses políticos bandidos, nédios e sorridentes, engravatados, solertes no meio de tantos outros personagens que roubam da comida de crianças pobres para as quais um pãozinho com manteiga na escola pode ser a única refeição do dia? E que muitas vezes guardam no bolso um pouco do que ganham na escola para levar aos irmãozinhos esfomeados em casa?

 

Pois o meu julgamento seria simples. Provado o crime, o sujeito seria levado para um paredão, no fundo do tribunal e executado com um tiro na nuca. Pois o ladrão de merenda mata por atacado quem não pode se defender. Ele rouba neurônios das crianças, se alimenta das suas proteínas, vampirescamente, infelicitando gerações que nunca poderão desenvolver inteiramente seu potencial cerebral. E o ladrão, depois de acertado o seu crime, vai para casa brincar com seus filhos, devidamente gordinhos.

 

Para alguns, tudo. Para outros, a miséria friamente executada.

 

Os que roubaram da merenda no governo do Geraldo Alkmin, ou em qualquer outro, estou falando desses filhos da puta assassinos de crianças, se dependesse de mim eles estariam já mortos e enterrados depois de um juízo sumário. Mas, antes da execução eles seriam colocados desfilando pela cidade em cima de uma carreta e exibidos amarrados, pelas ruas, para se tornarem um exemplo didático de como o Estado trataria quem cometesse tal crime hediondo.

Desculpe, pessoal - mas eu estou de saco cheio. 

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