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Re-União 2017

Fugindo de um paraíso chamado Venezuela

 

Muitos venezuelanos morrem  dia após dia  na tentativa de escapar da tirania comunista  de Nicolás Maduro.

Milhares de venezuelanos desnutridos não medem esforços para atravessar a Bacia Amazônica a pé para entrar no Brasil. Ou contornar os controles da guarda pretoriana do Chavismo  em aeroportos ou estações de ônibus para entrar em países caribenhos como Aruba ou Curaçao, os quais antes aceitavam venezuelanos sem grandes exigências e agora exigem que tenham pelo menos 1000 dólares para autorizar a entrada nesses países.
Uma quantia equivalente a quase 20 anos de trabalho de um venezuelano.

 

Muitos dissidentes recorreram a disfarces, identidades falsas ou simulações em outras línguas para salvar suas vidas, escapando do próprio país.

A Venezuela já foi um dos países mais ricos da América do Sul, atraindo imigrantes e empresários de todo o mundo.

Depois que Hugo Chávez chegou ao poder, o setor produtivo foi destruído e a elite econômica faliu em prol de “mais direitos” para os pobres, o desemprego disparou e tanto os ricos quanto a classe média fugiram para países mais livres. 
Mais de 4 milhões de venezuelanos fugiram do país desde então.

No ano passado, quando o ditador Maduro abriu a fronteira com a Colômbia, milhares e milhares de pessoas correram para o país vizinho para comprar comida. 
Uma grande quantidade deles nunca retornou.

 

A fuga pelo mar é uma aventura perigosíssima e significa se envolver com traficantes que transportam o fugitivo nas mesmas jangadas ou barcos onde carregam drogas. 
Neste processo, o fugitivo já vendeu tudo o que tinha para pagar a travessia. 
Se ainda assim não tiver dinheiro suficiente, deve pagar a passagem com sexo.

Conseguindo efetuar o pagamento, o fugitivo embarca em uma viagem que atravessa centenas de quilômetros de um mar furioso com tubarões, piratas e guardas costeiros.

Conseguindo chegar ao destino, o agora refugiado deve subornar as pessoas necessárias para trabalhar na área turística como escravo, seja limpando pisos ou banheiros, vendendo produtos nas ruas ou se prostituindo aos turistas.

 

A fuga por terra é igualmente complicada e pode levar meses, encontrando toda sorte de obstáculos como as milícias e paramilitares Chavistas, e os narcoterroristas das FARC– ainda ativos – que cobram pedágio para permitir a passagem.

Os profissionais mais qualificados foram os primeiros a fugir para buscar sucesso em outros países. Agora, o socialismo avançou ao ponto de causar colapso econômico e fome similares aos cubanos, gerando novos imigrantes: os cidadãos mais pobres, aqueles que o socialismo prometeu beneficiar.

 

Na Venezuela descobrimos o que significa, na prática, a “justiça social” socialista defendida pela esquerda: miséria, fome, falta de energia e água potável, prisões e fuzilamentos extrajudiciais, péssimas condições de higiene e êxodo em massa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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