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Re-União 2017

O mal do Brasil são os canalhas

August 2, 2018

A pior carência que um país pode sofrer é a falta de esperança do povo. Agora estamos assim: os jovens querem ir embora e os mais velhos buscam um lugar tranqüilo e menos injusto para que possam curtir a aposentadoria.

 

Segundo pesquisas atuais, todos os grupos etários estão insatisfeitos, planejando deixar o Brasil e o causador disso foram 30 anos de políticas desastradas e governos pífios, um pior que o outro.

 

Jovens são força de trabalho enquanto os mais velhos, são experiência e precisão nos resultados, além é claro, de serem ambos responsáveis pela formação de proficiência, que é produto de uma série de variáveis operando unidas, todas elas, fundamentadas em duas das mais valiosas palavras existentes no manual dos países bem sucedidos: CONHECIMENTO e MERITOCRACIA.

 

Perder conhecimento é perder tudo, pois tudo que produz progresso, é resultado de conhecimento aplicado aos processos de produção e ao meio de vida em geral. Quando um cidadão capacitado vai embora, leva-se anos para que outro seja formado e sem falar no aspecto da cidadania, porque quanto mais o sujeito quer ser útil, consciente de sua posição na sociedade, mais ele se torna um cidadão evoluído capaz de interagir positivamente,  promovendo melhoria na vida de todos.

 

Já dizia o sábio porém esquecido Peter Drucker, pensador e pai da administração moderna "Conhecimento é o bem mais precioso que um país pode ter porque conhecimento e meritocracia produzem progresso, enquanto ignorância produz dependência" e sabemos que dependência significa controle pelo mais poderoso e dessa forma, nos tornamos cativos perpétuos, vivendo das migalhas que os gringos nos atiram, como o milho lançado as galinhas.

 

Nos últimos anos, governos sinistros operando em conluio com empresários e banqueiros alinhados com o marxismo-leninismo, roubaram nossa grana, nossos empregos, nossa dignidade e nos mergulharam no crime, na depravação e no esfacelamento do mercado e produção, recriaram a censura, deturparam a família, afrontaram nossas crianças, desmoralizaram a literatura, as artes e a música, institucionalizaram a segregação racial e ideológica, achataram nossos salários e nos condenaram a sermos a nação cujo sistema tributário é o mais injusto do mundo, enquanto por outro lado, assistimos enojados, a um sistema político eleitoral que mais parece uma loteria de enriquecimento rápido, agora vergonhosamente patrocinada pelo dinheiro público.

 

Como em um filme onde o Thor tem seu martelo roubado por bandidos, o Estado opressor surrupiou a vontade de sermos brasileiros e isso agiu profundamente em nosso lado emocional, que já andava cambaleante. Nunca antes aquela frase "a saída para o Brasil é o aeroporto" se fez tão tristemente realista e muita gente tem dito que o cheiro do querosene de aviação é o perfume de uma nova vida.

 

Sabemos que não existe vida fácil no exterior, exceto para ministros do STF ou para os políticos que fazem da Europa sua adega particular. O brasileiro médio também sabe disso, mas prefere suar a camisa no exterior pela agradável sensação de estar com a consciência tranqüila em não ter que coadjuvar com um país cuja única função é explorar ao máximo seus cidadãos enquanto  afaga a cabecinha de bandidos de todos os tipos, cargos e cores de gravata.

 

E a indignação se agrava quando em pleno século 21, onde o homem faz planos para colonizar Marte, assistimos políticos sorridentes nos abraçarem com o braço direito enquanto nos rouba a carteira com a mão esquerda.

 

O brasileiro que vai embora não é covarde, pelo contrário, ele é corajoso até demais, pois encara com lucidez os obstáculos que tem pela frente e se mostra altruísta, com vontade de colaborar, mas cansou de resistir à força hercúlea exercida pelo cordão dos decaídos, representado pela classe política e a sociedade bestializada e "abandidada", que sustenta o castelo da podridão política, que a cada quatro anos nos passa a falsa impressão de mudança, através de eleições sem a menor credibilidade, organizadas por uma empresa da Venezuela, cujo ditador sanguinário condenou o povo a comer lixo das ruas e amargar uma inflação de 1 milhão por cento ao ano.

 

É uma pena que tudo isso esteja ocorrendo. Sorte dos países de primeiro mundo, com suas economias sólidas e mais justas, pois vão receber o tipo humano que o Brasil cuspiu na cara, composto na maioria, por grandes brasileiros honrados, capacitados, honestos e dispostos a participar de coração, para que tais nações se tornem ainda mais fortes. Esse é o prêmio justo de todos os países que se desenvolveram com seriedade, visando antes de tudo, o bem estar da sociedade.

 

Quem diz que o mal do Brasil é o brasileiro está errado, o mal do Brasil são os canalhas e aqueles que os apóiam.

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