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Re-União 2017

Votar em quem?

August 8, 2018

Acredito que as pessoas que pensem com seriedade às eleições que ocorrerão  em dois meses sintam um misto de indecisão e receio.

Nunca existiu o candidato perfeito, dos "nossos sonhos", mas agora surgiu o medo de cairmos num novo pesadelo.

Favoritos: de um lado um candidato "virtual" preso e condenado, Luladrão, segurando-se no seu "poste" Haddad; de outro o ex-capitão Bolsonaro, que promete tudo mudar, prender os bandidos sem apoio do Congresso, vestindo uma nova farda : a de super-herói.

 

No meio disso, o ex- governador paulista Alckmin que para governar fez alianças interesseiras com os maiores corruptos possíveis e vai ter que pagar o preço exigido.

Seguido por Marina, ex-petista (se existe isso) pregando o Evangelho dos "verdes oprimidos", mas pouco convencendo e sem poder de liderança.

Na rabeira o coronel do sertão Ciro Gomes, aquele que muda de partido como de camisa, colocado no "exílio" pelos que sempre traiu e foi agora traído. A sua única chance (piada)  seria ser apoiado pelo narcotráfico...

E outros mais, não tão notáveis, alguns aceitáveis como Amoedo (ainda cru) mas que sem apoio nada conseguirão. 


É um momento de reflexão, de análise das consequências do voto a ser dado e do que deseja para o seu país. Na realidade um pouco mais que isto, pois a própria democracia parece em risco e não somente a economia.

 

Luladrão ganhando, ou melhor o seu ungido poste, iria piorar a roubalheira e, como já afirmou, buscaria o absoluto do poder- a ditadura comunista. Este chefe da quadrilha seria solto por induto presidencial, e teríamos no futuro um novo Fidel a se eternizar no poder. 


Bolsonaro teria o apoio de parte do exército e dos intervencionistas, mas não do congresso. Como iria governar sem este ser fechado, em que bases? Tudo parece encaminhar para uma nova ditadura militar...

Muitos perguntam se isto seria um mal frente à ditadura da Corrupção que vigora sem ser de um único partido, mas de todo Quadrilhão que foi montado.


Alckmin, agora acusado de todos os lados por lesar o patrimônio público, é capaz e com um passado democrático, mas faz pensar num novo Collor sem o seu vigor, mera marionete. Seria mais do mesmo, visto o preço que tem a pagar pelo apoio conseguido? Corrupção nas principais estatais com "ungidos" elevados a postos de chefia pelo Quadrilhão de sempre?

 
Se o eleitor não se propor escolher com um novo padrão de decisão e a que valores privilegiar, não  a que "simpatias" sedutoras, medindo as funestas consequências de um voto alienado, só terá a lamentar num negro futuro...

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