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Re-União 2017

Nicolás Maduro e os idiotas úteis que o idolatram

August 21, 2018

 

Nicolás Maduro, o ditador da Venezuela, não é adorado apenas pelo leal séquito de bajuladores sicofantas da seita bolivariana. Ele também é entusiasticamente aclamado entre militantes da esquerda nacional, que não são capazes de enxergar – ou não querem enxergar – quem o tirano realmente é.

 

Não é segredo algum que, entre a esquerda brasileira, Nicolás Maduro tem leais apoiadores. Indivíduos que, por diversas razões, não possuem discernimento para enxergar a realidade, e precisam desesperadamente perpetuar mentiras para continuarem submersos em sua fantasia política.

 

Nós nunca devemos subestimar a capacidade de doutrinação da filosofia marxista. Existem pessoas tão desesperadas para acreditar que o socialismo dá certo, que elas inventam todo o tipo de desculpas, na tentativa fútil de encontrar um bode expiatório que explique porque sua fantasia utópica fracassou no mundo real. O mundo é muito mais complexo do que os discursos de demagogos populistas. As urgências da realidade não compactuam com fantasias infantis. A verdade – que militantes de esquerda tanto insistem em rejeitar, porque sua conclusão real pode ser bem dolorida – é que o único culpado pelo fracasso do socialismo é o próprio socialismo. 

 

Hoje, venezuelanos fogem, aos milhares, em desespero, para o Brasil e para a Colômbia, para escapar da inanição famélica, da miséria, da degradação, da violência e do totalitarismo chavista que impera no país. Mesmo assim, a esquerda recusa-se peremptoriamente a aceitar a realidade. Ainda insistem em culpar os fracassos políticos e econômicos do regime em uma direita que não existe, ou – pior ainda – no malvado imperialismo americano, que é visto como o grande responsável pela calamidade que aflige o país. Outros ainda insistem na falaciosa interpretação de que tudo o que ocorre de ruim na Venezuela é decorrente da crise e das instabilidades que acometem o setor petrolífero, que inadvertidamente pegou o país “de surpresa”.

 

Em uma fugaz tentativa de ludibriar a realidade, as desculpas vão se multiplicando. De professores que tentam nos convencer de que a Venezuela é mais democrática que o Brasil a universitários esquerdistas tendenciosos que dançam em apoio a Maduro – um rapaz venezuelano, ao assistir o vídeo, afirmou que eles estão “convencidos de que querem ser escravos” – tudo é absolutamente válido. Menos aceitar a realidade. 

 

Todos os problemas que afligem hoje a Venezuela mostram como um programa de massiva intervenção estatal na economia pode ser terrivelmente desastroso, prejudicial e destrutivo para uma sociedade. 

O socialismo não funciona. Todas as revoluções socialistas resultaram em ostensiva miséria, totalitarismo, fome e repressão estatal. Sem exceções! Mas os nossos idiotas úteis realmente acreditam que aqui será diferente. Pura ilusão. 

 

Para muitos, é difícil aceitar a realidade. Por isso, o desespero leva os adeptos da doutrina a crer cegamente na sua fantasia política. A verdade, no entanto, nos mostra claramente que tudo aquilo que está diretamente relacionado ao socialismo e ao comunismo não passa de uma utopia infantil e barata, cujo objetivo primordial é justamente doutrinar idiotas úteis, que servirão de plataforma popular para que um grupo de psicopatas possa chegar ao poder. Lá chegando, eles não farão absolutamente nada do que prometeram. Sua única preocupação será permanecer no poder. E farão de tudo para isso. Se tiverem que oprimir e massacrar a população, eles o farão, sem problema algum. Como políticos são indivíduos inerentemente amorais, seu único comprometimento será com o seu projeto de poder político. Então, como os donos da verdade, rotularão seus opositores de fascistas, e propagandearão a si próprios como os grandes guerreiros da verdade, virtuosos e incólumes justiceiros revolucionários, escolhidos pela providência divina para levar paz e prosperidade à nação escolhida. Da mesma forma como Adolf Hitler julgava-se o escolhido para conduzir a Alemanha em direção a um futuro de glória. Não há diferença alguma. Basta que analisemos a forma quase religiosa como é tratada a cúpula bolivariana, especialmente Nicolás Maduro, e, acima de tudo, o culto à personalidade que se desenvolveu com relação a Hugo Chávez – com direito a orações que invocam as benções do falecido ditador socialista –, nas reuniões do partido. 

 

Infelizmente, é muito difícil combater a doutrinação que levou tantas pessoas a adorarem um ditador depravado, um tirano maligno e escravagista ensandecido pelo poder, que não se importa em matar de fome a população, e privá-la dos seus direitos mais básicos.

 

Isso nos mostra como nunca devemos subestimar a capacidade dos seres humanos em rejeitar a realidade, em favor de uma fantasia.  

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