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Re-União 2017

Medo do desconhecido

August 28, 2018

 

O entendimento parece ser uma coisa rara entre os brasileiros.
Uma coisa preciosa, de valor inestimável mesmo.
Vemos por aqui pessoas ‘iluminadas’ usando contra Bolsonaro - horrorizadas- os adjetivos de 'populista’, de homem 'rude’, de linguagem 'simplista’.
Naturalmente, essas pessoas não viveram no mesmo país em que vivemos nos ultimos 15 anos, governado por um presidente tosco e semianalfabeto, especialista em tungar os cofres públicos e aparelhar o estado.
Ou de seu poste, senhora de um único neurônio, o que jamais lhe permitiu elaborar algo além de uma única frase desarticulada.
E que será lembrada forever pelo seu ‘estoque de vento’ ou pela sua ‘mandioca salvadora da pátria’.

 

Essas pessoas, naturalmente, se deliciam com a linguagem educada e coerente de João Amoedo. Fala mansa.
Nada contra. 


Entretanto, se fala mansa ou uma certa erudição resolvessem alguma coisa, michel fá-lo-ei temer seria um presidente amado pelo povo, e não um incompetente que empurra com a barriga as desgraças do povaréu.

Esse mesmo povo está cansado de fala mansa.
Está cansado do ‘juridiquês' de ministros vendidos que o usam para engabelar, mentir e sacanear.


O povo fala uma linguagem simples, direta, com objetivos igualmente diretos: trabalhar, viver razoávelmente bem, colocar os filhos na escola, não sofrer violência, essas coisitas simples...
Esse povo é a maioria dos brasileiros.
A maioria acachapante, que elegerá seu presidente, se possível*.

 

Não o representam nem são significativos os ‘intelectuais’ e ‘intelectualóides’ de mesa de boteco discutindo o sexo dos anjos que nunca viram, enevoados naquela fumacinha suspeita. 
Nem os 'jornalistas’ zumbis, de uma imprensa vendida com cara de mortos vivos, psicografando seus patrões.
Não.
Quem os representa é quem fala sua linguagem.
Coisa estranha, de difícil entendimento para essas pessoas.
Assim, se assustam, se assombram, como a Veja não cansa de repetir em suas capas.  

Não deveriam se assustar. Pelo contrário, quiserem sobreviver, é melhor começar a entender quem é que manda no voto neste país e sua linguagem.

 

Jair Bolsonaro já entendeu isso há muito tempo.

 

 

*se possível e se não houver fraude nas urnas

 

 

 

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