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Re-União 2017

Pluricorrupção

August 31, 2018

O Brasil é o país que tem mais partidos políticos do mundo.
De longe.
Já em 2011 o Brasil tinha o dobro de partidos, segundo pesquisa da QoG (Universidade de Gotemburgo, Suécia), em relação à 110 outros países.
Os EUA, por exemplo, tem 2 ou 3 partidos além dos principais, o Republicano e Democrata.
Em 2011, tínhamos 11 partidos.
Esse número cresceu para 35, no governo de esquerda do poste Dilma Roussef, e acompanhou a tendência geral de sua "gestão":

a decadência do sistema financeiro, o crescimento do desemprego, a destruição de valôres institucionais e culturais e o atraso geral que se seguiu. E o nefasto pluripartidarismo levado ás últimas consequências. 
Nesse lamaçal, depois "administrado" pelo incompetente Temer, os partidos se multiplicaram como mato num terreno abandonado.
Não à toa.
Ter partido político no país da corrupção é um grande negócio.
Além de meter a mão nos famigerados fundos eleitorais e partidários,
os partidecos sem relevância funcionam como legendas de aluguel, negociando tempo de televisão em época de eleições, apoios estratégicos e outros "produtos" desse sistema podre.
Grande negócio.


Vimos isso acontecer recentemente com a criação do chamado Centrão, união de dez partidos corruptos em torno de um candidato à presidência, Geraldo Alckmin.


Naturalmente, tudo funciona em torno da grana.
Ou do poder decorrente dela.


A estratégia de um vigarista notório, hoje preso, lula da silva, atinge neste ano eleitoral seu ápice.
Ao dividir o país numa quantidade enorme de fatias ditas "políticas", a compra e venda de apoio é facilitada, e vemos o mercado de peixe que é Brasília se agitar.
A mesma agitação, relativamente, de meses atrás, quando Temer comprava parlamentares a preço de ouro para sua "reforma da previdência" que afundou.

 

Nesse cenário malcheiroso, é importante avaliar essa espécie de polarização que vai se criando entre Amoedo e Bolsonaro nas redes sociais.
Numa avaliação realista e óbvia, Amoedo (não considero aqui suas qualidades ou defeitos enquanto candidato)  não tem chance alguma de se eleger. 
As eleições passarão e será esquecido.


Mas o país terá que conviver com o presidente eleito.

O que traz a questão: até que ponto essa polarização prejudica e tira
votos essenciais do único candidato que se propõe a mudar esse cenário de calamidade que esse país enfrenta hoje?


Tirar votos de Bolsonaro, em nome de seja lá o que for, é estar contra o Brasil.
E entrar na armadilha de analisar indivíduos e não a nação é fatal.
É preciso pensar no país.
Em nosso país.

 

 

 

 

 

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