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Re-União 2017

Cara de pau não pega fogo

September 4, 2018

O costume de tentar fechar a porta depois da visita do ladrão, leia-se o incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro, voltou a tomar o País de surpresa. 
Muita gente que está lamentando nem sabe o que é um museu, para que serve, como funciona.
As “autoridades” acadêmicas e políticas, relacionadas à Instituição, mostraram caras “consternadas”em frente as câmeras da TV, comentando programas que estavam sendo implementados, as verbas.

O bla, bla, bla, como de costume.


O uso de verbas da Cultura para financiar oficinas, encontros, manifestações e o outros que tais, usando as verbas e instalações dos museus, sempre produziram simpatizantes para as “causas “ políticas.

Mas conservação, manutenção e segurança nunca tiveram a mesma importância. O efeito político é nulo, tais atividades são invisíveis, não divertem o povão. 


O lado bizarro da tragédia e o que a TV está mostrando: 
Gente com cargos importantes, repetem tolices ingênuas: A recuperação do acervo do Museu, é uma delas, como se fosse possível reformar as coleções centenárias, os documentos, a biblioteca, as múmias, as relíquias etruscas, romanas, gregas, africanas, indígenas etc... 
Alem dos cupins que, provavelmente, foram exterminados, o Museu continua infestado de vírus e bactérias, amebas e micróbios, mentes e corpos de gente ali colocada por indicação política. 


A falta de cuidado com a História é uma característica dos totalitários.
Destruir o passado. 

Os valores e referencias históricas tem que ser reconstruídos a partir de sua visão canhota, imbecil, retrograda. Um boçal e muito mais fácil de controlar do que um instruído.


A Europa celebra o patrimônio histórico e cultural. 
O Brasil celebra a grosseria, o primitivismo, a mentira comunista, os guizos e balangandãs do falatório mentiroso de lideres perversos.
O Museu se foi. Não é o primeiro. 
O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, teve boa parte do acervo perdido num incêndio e jamais foi recomposto. 
Um nojo.


A cara de pau dos responsáveis pela tragédia não vai pegar fogo.
Os cupins-insetos do Museu se foram. 
Os cupins-humanos da cultura continuam vivos e ativos.’

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