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Re-União 2017

O Sínodo do Cadáver e a eleição presidencial

September 12, 2018

Uma das mais bizarras histórias que a Europa de 897 D.C. assistiu, foi o Sínodo do Cadáver, ordenado pelo Papa Estevão VI, para julgar o Papa Formoso, a quem sucedera.
Na ocasião, um trono papal foi montado na catedral de São João Latrão em Roma, para que o cadáver exumado e putrefato do Papa Formoso, (891/896 D.C.) devidamente paramentado, fosse julgado por suas atividades lesivas a Santa Igreja.

Após a condenação, e já despojado de todos os símbolos papais, inclusive com a mutilação da mão decepada de três dedos, um dos quais com o anel pontifício, Estevão VI ordenou atirar os restos mortais ao Rio Tibre. 


Por aqui seguimos em outro tempo, outra realidade. Não mais um sínodo, mas uma eleição presidencial.

A camarilha vermelha aboletada no governo, promoveu a criação de uma “espantosa” classe média de “duzentos mangos”, o mito do fim da fome, a ilusão das casas para todos, enfim, estaleiros, estradas, trem-bala, obras, ministérios e empresas estatais criadas sem o menor pudor, para empregar os amigos, áulicos, baba-ovos, correligionários e quejandos.

 
Mentiras, desperdício, despautério, falta de vergonha.

O governo “socialista” distribuiu, oníricamente, bilhões de dólares pelo mundo afora, numa orgia de vaidade e exibicionismo, tentando criar a impressão de uma prosperidade majestosa, uma liderança internacional definitiva e um líder incrível, maravilhoso, espantoso, grandioso, honoris-causa. Aquele que gastou o dinheiro dos impostos cobrados aos brasileiros, em beneficio de governos estrangeiros pífios e corruptos.

 
Quem é que pode entender tal coisa?
Como explicar o desvario de um governo que tentou converter a nação brasileira, num reino da fantasia? 
Essa aventura tem que ser lembrada a cada minuto, para que não se repita.
Um espetáculo tenebroso de ilusionismos, secundado por uma apoteótica seqüência de escândalos, corrupção, enriquecimento ilícito, ladroagem, desfaçatez e vergonha. 


As maiores personalidades dos governos dos últimos 14 anos estão condenadas, presas, ou sob investigação em dezenas de processos.

Os argumentos de suas defesas não convencem nem ao mais desavisado dos mortais.
O papa Formoso desse período já está devidamente encarcerado e ainda responde por mais de uma dezena de inquéritos, processos, etc. E tem a procissão de delatores que tentam diminuir suas penas, expondo as entranhas fétidas de um sistema de conchavos, mutretas, maracutaias, e compadrios.


As próximas eleições estão provocando grande expectativa. 
Aguardamos com esperança na substituição do comando do País.

Estamos assistindo ao preâmbulo de uma transformação desejada e definitiva.
Não mais queremos Formosos nem Milagrosos. A experiência gramisciana terminou.
O cadáver do papa putrefato foi atirado ao rio simbolizando o fim de uma era de roubalheira e pecado. 
A eleição para presidente nos dará a possibilidade de sepultarmos definitivamente uma era de desperdício, desonestidade e vergonha.

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