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Re-União 2017

Está chegando a hora

September 20, 2018

Faltam poucas semanas para as eleições. .
Lamentavelmente, os que se acham capazes para transformar a bananada geral numa administração séria, estão sucumbindo as práticas aplicadas a venda de produtos de consumo ou mesmo serviços.
As técnicas de exposição são as mesmas usadas para detergentes, potes de sorvete ou cremes para a pele de velhotas derrubadas.
TV, outdoors, cartazes de ponto de venda, flyers, broadsiders, filipetas , jingles, faixas , bonés e camisetas, mais o sanduíche de mortadela, a Tubaína, as fotos com crianças no colo, e o pastel da feira.


Os marqueteiros políticos, uma categoria sazonal de especialistas em criar dificuldades para vender necessidades em períodos eleitorais, tem aplicado o conceito de “desconstrucâo dos produtos da concorrência”, empurrando a escolha do eleitor, ao simples ato de preferir um lado de uma intriga, acreditar numa fofoca, dar ouvidos a um diz que diz.

Os fatos tenebrosos gerados pelos amigos, correligionários, chefes e mentores dos candidatos e as características dos partidos aos quais estão filiados (fisiológicos, centristas, esquerda, direita, etc) passam a ser arma e munição destruidoras de reputações e passados. 
O que vale é a diatribe, a falácia, a ignomínia, a “fake news”, contanto que o adversário desça nas pesquisas ou apareça mal nos comentários, na mídia em geral. 
Quando isso é pouco a divergência pode ser resolvida na porrada, na faca, na emboscada... 
Um espanto. 


O País encontra-se em momento crítico, resultado de sucessivos enganos, de sucessivas associações e acordos internacionais bizarros, além de posicionamentos estratégicos canhestros acontecidos durante os últimos governos.
Não faltou desonestidade, corrupção, compadrio, nepotismo, maracutaias e mutretas! Todo mundo que sabe ler e entende o que leu, têm conhecimento das falcatruas com as empreiteiras, as escolhas absurdas de parceiros comerciais e os financiamentos a governos de nenhum interesse ou significância.

 
Muitos brasileiros NÃO sabem que aqui no reino da fantasia existe uma empresa estatal que custa algumas dezenas de milhões de reais ao ano, por conta de um maravilhoso trem bala! Só que no Brasil não há nenhum deles em funcionamento.


E temos o carnaval de bondades feito com os estádios da Copa do Mundo, as instalações olímpicas e toda a fanfarra e banda que foi tocada para realizar eventos, para os quais o País não estava apto a receber.

Não foi o equilíbrio e eficácia que predominaram nas obras realizadas para recebê-los.  
Os esqueletos de construções inacabadas, que consumiram milhões de reais, estão espalhados por toda parte, nas grandes cidades e pelo interior do País.


A grande diversidade de candidatos não aparece nas propostas que apresentam. 
Todos repetem ideias e promessas parecidas ou absolutamente iguais. 
Alguns tem fórmulas quase mágicas que vão desde não pagar as contas públicas, até anistiar o crédito dos maus pagadores, ou criar um preço interno para o petróleo, como se o exemplo da Venezuela não servisse para nada. Prometem levar o Brasil para o patamar de um novo milagre econômico, em seis meses, com mar de almirante e céu de brigadeiro...


Apenas um dos candidatos foca os problemas, com clarividência e objetividade. 
Propõe e promete, ao seu estilo, direcionar os esforços para resolução das pendências, e a restauração da ordem e segurança há muito perdidas. Renovação da esperança, dignidade e entusiasmo pela Pátria estão entre suas melhores características.
É o bicho papão dos outros
Seu maior pecado é não dizer apenas o que os ingênuos, manipuláveis, menos atentos ou de limitada compreensão querem escutar. O blá blá blá pasteurizado das promessas incumpríveis....  
Pode ser a solução. Pode ser o esperado recomeço.


As eleições vão mostrar o que o voto popular pode fazer para ajudar ao Brasil.

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