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Re-União 2017

Socialismo e violência

September 27, 2018

Entenda porque o socialismo está inerentemente atrelado à agressividade, ao fanatismo e a violência

O socialismo não pode existir sem um exacerbado nível de agressividade, hostilidade e violência. E, embora ela ocorra de muitas formas e maneiras, em sentidos variados, nem sempre ela parece óbvia, especialmente para o setor mais pacífico, não-politizado, da sociedade. 

 

Como Hans-Hermann Hoppe diria, o socialismo se assenta na violência agressiva dirigida contra pessoas inocentes. E a história de todos os países socialistas – sem exceções – confirma a veracidade desta afirmação. 

 

No socialismo, a violência converge de diversos pontos diferentes, mas seus principais focos de irradiação são partidos políticos, ativistas e militantes, e o estado ideologicamente saturado, que pode levar o seu aparato de repressão – polícia política e exército – a capturar, prender e torturar dissidentes. É isso o que faz o Brasil ser um país tão perigoso. Com mais de três dezenas de partidos políticos de esquerda – muitos deles praticando reiterada apologia a regimes ditatoriais e a formas radicais de socialismo – a pregação da violência contra pessoas que possuam pontos de vista ou opiniões diferentes será ostensiva, oportuna e constante. E inúmeros exemplos poderiam ser citados. Em um congresso do PCdoB, realizado há alguns anos atrás, o ativista comunista Mauro Iasi defendeu o fuzilamento de conservadores.     

 

Dentre as muitas coisas que disse, afirmou: 

“É assim que nós enfrentaremos os conservadores. Radicalizando a luta de classes. Com a direita e o conservadorismo, nenhum diálogo. Luta!”

 

O marxismo é perigoso porque – em sua cosmogonia totalitária – age corroendo completamente toda e qualquer capacidade de raciocínio dos seus adeptos, de maneira que tornam-se animais irracionais guiados por instinto e condicionamento, ficando desprovidos de suas faculdades mentais. Desta maneira, ficam vulneráveis, e, portanto, totalmente incapazes de aderir a um posicionamento crítico da doutrina que estão absorvendo. Por conseguinte, tornam-se facilmente manipuláveis pela elite partidária, como cachorrinhos dispostos a enveredar pelo caminho da obediência cega, sem efetuar quaisquer questionamentos. Passam a responder apenas a estímulos animalescos, especialmente aqueles que envolvem violência física contra um inimigo abstrato, que nunca é explicitamente descrito. Se ousam discordar da doutrina e conceber ideias próprias, ao invés de aceitarem ser escravos subservientes de uma ideologia saturada de indivíduos desesperados pelo poder, são acusados de traidores e reacionários. 

 

O socialismo é inerentemente cruel, hostil e violento, porque seu principal objetivo é alcançar o poder político, seja da maneira que for. Se socialistas tiverem que usar a violência e a agressão para atingirem os seus propósitos, eles o farão. Normalmente, são atraídos ou recrutados como ativistas pessoas fracas, ressentidas e emocionalmente carentes, que tornam-se facilmente manipuláveis por uma elite partidária, que deseja avidamente alcançar o poder.  

 

A manada é facilmente adestrada através de discursos demagógicos persuasivos. A arte da retórica é uma arte política, que tanto Adolf Hitler como Luís Inácio Lula da Silva aprenderam a dominar com maestria. E como ambos são psicopatas do mais alto calibre, ambos compreendiam muito bem as maneiras de seduzir, dominar e iludir multidões. 

 

Não obstante, o discurso socialista é sempre igual.

Alguma coisa – como por exemplo, o capitalismo – é eleito como o grande inimigo da humanidade, e eles, os indivíduos que pretendem alcançar o poder, representarão o povo, corrigirão todas as falhas do sistema, e lutarão contra o inimigo abstrato, que é o suposto responsável por todas as desgraças e todas as mazelas que afetam a nação. Aqueles que se opõem aos santos puros, benévolos e caridosos que irão consertar o mundo e resolver todos os problemas da humanidade também são, frequentemente, enquadrados como perigosos opositores e inimigos. E o discurso de ódio, basicamente, não termina nunca. Ele é constantemente revitalizado, difundido e apregoado, em benefício da manutenção do poder político. 

 

O socialismo precisa do ódio para se disseminar. E este ódio – contra o patriarcado, o machismo opressor, ou o capitalismo – eventualmente resultará em rompantes de agressividade, fanatismo e violência, motivados por discursos belicosos e demagógicos, absorvidos por militantes intelectualmente deficientes, que não possuem discernimento para avaliar, de forma categórica, relevante e abrangente, o contexto no qual estão inseridos, e quais são as verdadeiras intenções dos psicopatas que eles tanto veneram, e obedecem de forma dócil e submissa, sem jamais questionar. 

 

Se existe alguma coisa que sempre esteve profundamente atrelada ao socialismo, este elemento, sem dúvida nenhuma, é a violência. O socialismo não consegue existir sem ela. Ela é usada como justificativa para se eliminar inimigos, atingir objetivos supostamente meritórios e altruístas, e subjugar opositores “em nome de um mundo melhor”. Na prática, no entanto, ela é apenas um instrumento de psicopatas desesperados para conquistar o poder. E normalmente, nunca são eles que sujam as mãos com atos criminosos e violentos. São os militantes – idiotas úteis –, incapazes de perceber que foram vítimas de ostensiva, oportunista e arrevesada lavagem cerebral. E que eles próprios serão eliminados, quando deixarem de ser úteis para o sistema. 

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