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Re-União 2017

Globo já parte para o descaramento

October 2, 2018


 

A nota que a Rede Globo divulgou para rebater as declarações do candidato Jair Bolsonaro de que “não aceitará nenhum resultado destas eleições que não seja a minha vitória” é a comprovação explícita de tudo o que tem sido dito e especulado sobre a emissora. Em outras palavras, a nota é a confirmação do propalado – e nunca provado – nefasto poder da emissora sobre a política brasileira, um verdadeiro acinte...

Diz a nota: “Aceitar os resultados das urnas é básico, pois as urnas eletrônicas são seguras!” Na nota, a Globo vai demonstrar que não tem mesmo condições de atestar a segurança de coisa alguma...

Vamos então mostrar a incoerência, a distorção e a mistificação da nota, um raro exemplo de péssimo jornalismo: “Todos os candidatos que disputam essa eleição tiveram sua legitimidade sancionada pelo Tribunal Superior Eleitoral e estão, portanto, aptos a disputá-la”.

Temos aqui o início da mistificação pois esse aspecto, até por ser óbvio, nada tem a ver com o tema abordado...E presta uma espécie de reverência de má fé ao TSE, escondendo do público todas as informações que apresentam, de modo insofismável, esse Tribunal como cúmplice da operação fraudulenta que foi montada e está a caminho da implementação, no aguardo apenas do pleito.

MÁ FÉ E PÉSSIMO JORNALISMO
A nota continua: “Aceitar o resultado das urnas é um princípio básico de toda democracia e deve ser respeitado por candidatos e eleitores”. Fora o cacófato de doer o ouvido (POR CAndidatos), a frase já é um mergulho profundo na incoerência e na distorção, pois ela sabe (se não souber, teria por obrigação saber) que, no caso destas eleições, NÃO ACEITAR os resultados será a melhor contribuição que todos os candidatos darão à Democracia, pois concordar mansamente com o resultado é o mesmo que institucionalizar a fraude como parte integrante de um processo eleitoral.

Diz também a nota da Globo, para concluir: “Tanto o TSE quanto analistas independentes asseguram diversas vezes que as urnas eletrônicas brasileiras são seguras, especialmente porque não estão conectadas à internet, o que impede a ação de hackers”. Isso deve ser visto já como apelação e descaramento, pois a frase é, antes de tudo, rês vezes mentirosa:

1)- O TSE não tem condições morais de atestar a segurança de suas urnas, pois foi a entidade que deu todas as contribuições para a fraude, seja protelando a adoção da lei do voto impresso e usando para isso argumentos infundados como cálculos estapafúrdios e inverídicos sobre o custo do programa do voto em cédula; seja fraudando a licitação para incorporar a venezuelana Smartmatic ao processo eleitoral, seja entregando a esta empresa, sem a menor necessidade, toda a criptografia do sistema eleitoral brasileiro mesmo sabendo que seus donos são estrangeiros, não submetidos à lei do sigilo brasileira; seja ainda deixando de investigar as duas fornecedoras das 600 mil urnas eletrônicas (Smartmatic e Diebold) que enfrentam processos por fraude e sonegação fiscal nos EUA.

2)-Todos os grandes especialistas que testaram a segurança das urnas eletrônicas brasileiras as reprovaram e as definiram como “equipamentos fraudáveis e inauditáveis” .

3)- Não é necessária nenhuma conexão com a internet para que a fraude aconteça e seja consumada. Basta implantar na placa eletrônica de cada urna um chip com inteligência para camuflar a fraude em caso de auditoria (isso foi feito com certeza ao menos nas 70 mil urnas compradas da Smartmatic) e esconder parte da votação atribuída ao candidato indesejável.

Demorou, mas finalmente a Globo, num gesto falho, mostra o lado em que sempre esteve: o lado da fraude e da manipulação.

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