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Re-União 2017

O autoritário Ciro Gomes

October 2, 2018

Ciro Gomes, dentre os diversos presidenciáveis que temos disputando o pleito eleitoral este ano, é um dos mais populistas e perigosos. Agredir jornalistas, proferir insultos e impropérios gratuitamente, explodir em rompantes de cruel e ríspida hostilidade – especialmente quando é contrariado – são apenas alguns traços do seu comportamento que a mídia convencional não ousa discutir, pois está sempre ocupada demais atacando Bolsonaro, um candidato infinitamente mais moderado, educado e sensato. Como Ciro Gomes é de esquerda, no entanto, fica por isso mesmo. A imprensa não é isenta, tampouco imparcial: apenas pratica diligente militância disfarçada de jornalismo.

 

Ciro Gomes não tem discrição, sensibilidade, moderação ou compostura.

É profundamente hostil, e expressa sem hesitação a sua brutalidade autoritária em eventos públicos. Além de suas propostas econômicas estruturalistas, verdadeiras aberrações keynesianas, com grande potencial para destruir ainda mais o país – em decorrência do seu diagrama absolutamente artificial –, o presidenciável já mostrou em inúmeras ocasiões como é radical, violento e profundamente intolerante. Seu caráter ditatorial não trai sua personalidade: agressivo, obstinado, e por vezes até mesmo maléfico, Ciro Gomes é, dentro do atual cenário político, simplesmente mais do mesmo. Farinha do mesmo saco dos petistas, que tentam de forma aguerrida e desesperada alcançar o poder.  

 

Insistindo na ladainha de que a Venezuela é uma democracia, e de que pretende anistiar Lula – caso ele se torne presidente –, Ciro Gomes chama de fascistas ou de fascistóides todos os que cometem a audácia de discordar das suas “brilhantes” e “fantásticas” ideias. A fraqueza de Ciro Gomes, no entanto, é uma grande vantagem para os eleitores: sua personalidade efusiva, intransigente e beligerante mostra exatamente quem ele é – um ditador grotesco, arrogante e prepotente, que não respeitará indivíduos com opiniões ou posições diferentes, caso ocupe o cargo de maior poder do executivo. A democracia não é compatível com um indivíduo que tenha estes traços de personalidade. Intolerante com quem tem opiniões políticas divergentes, não há dúvida nenhuma de que seu autoritarismo tem vasto potencial para se converter na pior e na mais cruel das ditaduras, caso a sociedade brasileira cometa a insanidade de elegê-lo.

 

Por isso, é fundamental desmascará-lo desde já. Além de suas péssimas propostas econômicas – que podem ser resumidas no arcabouço central de um exacerbado estatismo desenvolvimentista, a ser implantado em um país que foi absurdamente saturado de estatismo desenvolvimentista por um século inteiro, de forma ininterrupta, e cujos efeitos negativos na economia são, a longo prazo, estarrecedores – Ciro Gomes está se revelando um tirano de grosso calibre. Como se estes problemas fossem insuficientes, seu partido, o PDT, tem conexões com o PCC (Partido Comunista Chinês), uma organização profundamente interessada em ter Ciro Gomes como presidente, o que facilitaria para a China sua expropriação e espoliação sistemáticas do Brasil. 

 

Uma catástrofe dessa natureza teria implicações devastadoras. Além de exportar o totalitarismo, o governo da China tem uma agressiva obsessão por controle e poder, que invariavelmente seria implementada em território brasileiro. Como o Brasil já começou a ser entregue para a China graças à atuação do MDB em congressos políticos internacionais, em eventos mediados por Romero Jucá, o quadro apenas se complicaria, de forma exponencial. 

 

Felizmente, pelo que as pesquisas indicam, as intenções de voto para Ciro Gomes não são significativas. Isso não quer dizer, no entanto, que estamos fora de perigo, ou que ele é, necessariamente, uma carta fora do baralho. Ciro Gomes é um indivíduo perigoso, e sua candidatura à presidência da república mostra como estamos distantes da sanidade. Para um indivíduo como Ciro Gomes, agredir, vilipendiar e hostilizar opositores é algo natural. Um indivíduo como ele – investido de grande autoridade política –, sem dúvida nenhuma, é uma inexorável ameaça e um perigo de caráter monumental para toda a nação.

 

Na política, o perigo vem de todos os lados. Nesta eleição, sem dúvida nenhuma, Ciro representa o mais perigoso: o do totalitarismo ardiloso, desmesurado e sorrateiro, que usa de certo charme e carisma para conquistar o eleitor, pretendendo golpeá-lo – para desmantelar completamente todas as suas liberdades –, tão logo ele consolidar o poder.      

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