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Re-União 2017

As Prostitutas intelectuais do #EleNão

October 5, 2018

 

Jair Bolsonaro é o ultra radical, odioso e machista, patriarca, militar, defensor da castração química para estuprador.
Opa! Espera! Ele é machista!
Sim, é.
Pise no freio! Calma! Vamos tentar entender por que ele é machista.

 

Os homens caçavam enquanto as mulheres ficavam nas cavernas, depois os homens domavam e adestravam animais e agricultavam a terra enquanto as mulheres cozinhavam e cuidavam da prole, os homens lutavam as guerras enquanto as mulheres esperavam seu regresso, os homens sustentavam a casa enquanto a mulher cuidava dela. A mulher, oprimida e desprezada, aquela mesma enaltecida em versos e poemas, prendas dos heróis, donzelas que inspiravam amores e vitórias, aquelas que não tinham direitos, comandavam tavernas, negociavam nos mercados e lideravam países. Foi para elas que a igreja católica criou o conceito de escolas.

 

Isso seu professor de história não contou né?

 

Por causa de tanta desgraça contra a mulher, o sufrágio feminino, aquela palhaçada dos anos 50 e 60 que queimou sutiãs nas ruas e comemorou o anticoncepcional, libertou a mulher. Agora a mulher pode transar como homem, sem engravidar se não quiser e nenhum homem precisa ter nenhum tipo de cuidados ou responsabilidade com ela. Melhor ainda: a mulher agora não fica em casa, administrando os recursos trazidos pelo marido e cuidando dos filhos. A jornada de cuidar da casa e dos filhos, que já era dupla, agora inclui uma carreira, porque a mulher que agora é igual ao homem, tem que ser bem sucedida. Parabéns mulheres! Sua jornada agora é tripla!!!

 

E os homens? Continuam onde sempre estiveram, mas agora encolhidos, já que a mulher tirou dele parte da responsabilidade de ser o provedor único. Alguém por favor feche esta conta pra mim porque ao que vejo, matemática não é meu forte: nossos direitos aumentaram para na prática diminuir???

 

Vamos adiante!

 

Hoje ocupamos a maioria das vagas universitárias, somos maioria nas posições de chefia e diferente do que choraminga mentirosamente a esquerda (perdoem-me pela redundância, faz-se necessário), ganhamos mais que os homens. Temos leis especiais em todos os países do ocidente que nos protegem, e um sem número de privilégios. Fim do feminismo, certo? Errado! A pauta se renovou, foi reciclada.

 

Feminismo, hoje ou 60 anos atrás, nada tem a ver com proteção dos direitos femininos!!!

 

As leis que garantem os nossos direitos, bem como as leis que garantem os direitos homossexuais, nada tem a ver com direitos femininos, direitos homossexuais ou direitos humanos. São sim um aumento do controle do estado nas nossas vidas individuais e o controle da nossa liberdade de consciência, de escolha, já que nós mulheres ou gays, não podemos declinar dos tais direitos caso não nos pareça favorável.

 

Essas estrovengas jurídicas estatizadas devidamente chanceladas pelas Nações Unidas (aquela organização que engloba 193 países, tutelada pelos donos do poder no mundo: os globalistas do ocidente que são os controladores das instituições financeiras; os eurasianos, Russia e China e o mundo árabe controlado pela Fraternidade Mulçumana), como eu ia dizendo, essas estrovengas jurídicas estatizadas devidamente chanceladas pelas Nações Unidas vão moldando o pensamento e o comportamento das pessoas mundo afora com o propósito único de dominação.

 

Não causaria estranheza então, que surgindo em qualquer lugar do globo terrestre homens e mulheres (perdoem meu ranço feminista!) com a determinação e os valores compartilhados pelos radicais odiosos como Ronald Reagan, Margaret Thatcher, Donald Trump, Benjamin Netanyahu ou Jair Bolsonaro, eles precisem ser vigorosamente combatidos.

 

A ONU, a esquerda mundial e os globalistas se calam, mais!, fingem não existir, fingem não saber que gays e mulheres são massacrados diuturnamente nos países mulçumanos pelo simples crime de existirem.

A Arábia Saudita mantém estimados 20 milhões de escravos, 70% mulheres, a mutilação genital feminina é mandatória em 50 países membros da ONU, gays são mortos em 49 países membros da ONU, pelo crime de homossexualidade, mas Donald Trump que criou o primeiro efetivo fundo de empreendedorismo feminino e Jair Bolsonaro que quer pena de morte para quem mate uma mulher e castração química para estupradores que são machistas e misóginos.

(https://www.areuniao.com/single-post/2017/08/07/A-ONU-perpetua-a-mutilação-feminina)

 

A semelhança não é mera coincidência: as atrizes globais que se manifestam como feministas, progressistas, socialistas ou em nome dos direitos humanos repetem o mesmo discurso das estrelas de Hollywood. Não porque estejam certas da veracidade de seus discursos, mas simplesmente porque tem o mesmo patrão.

 

Os maiores financiadores de Hollywood e das indústrias da moda e da música, não por acaso são as mesmas instituições financeiras que também injetam capital em organizações coligadas ou anunciantes da mídia brasileira. Se João Roberto Marinho é um associado de George Soros, o mesmo financiador da “Marcha das mulheres”, como poderiam Camilla Pitanga e Anita ter um discurso diferente de Madona e Scarlett Johansson? Bruna Linsmeyer, se divorciando do marido e declarando que não se revelou lésbica antes porque não sabia que podia difere em quê do discurso pro-homossexualismo da famosa heterossexual Pink, casada e com filhos?

 

Enquanto as famílias globalistas, aquelas que mandam em tudo e todos, mantém seus núcleos muito bem organizados, com casamentos estáveis, muitos filhos e hereditariedade nos melhores moldes que o conservadorismo poderia sonhar, vão empurrando para a população a destruição das famílias, e da religião judaico-cristã.

 

Muito se engana quem vê nos direitos das mulheres ou nos direitos dos gays qualquer coisa diferente de escravidão!

 

Atacar a família por um lado e a religião judaico-cristã por outro , nada tem a ver com moral e sim com propriedade privada. É sabido que não será possível o comunismo pleno (dominação) sem a extinção definitiva da propriedade privada. Não é possível extinguir a propriedade sem extinguir o direito de herança. Qual a solução? Extinguir a família. Ou alguém acha mesmo que suas práticas sexuais podem impactar o mundo?

 

Mulheres não se reproduzem sem homens, homens não se reproduzem sem mulheres, e qualquer coisa diferente da união de um homem e uma mulher que seja reconhecida pelo estado, desvirtua o direito de herança e aumenta o poder do estado, achacando ainda mais o indivíduo. Sim, eu estou afirmando categoricamente que o feminismo e o gaysismo resultam no extremo oposto do que pretendem combater!

 

Ficou claro agora porque todas aquelas celebridades, auto denominados artistas, são todos de esquerdas?

 

A grande maioria mantem propriedades nos Estados Unidos, tem casamentos heterossexuais convencionais e muitos filhos, mas para a população o discurso é outro.
Os artistas de hoje são parasitas do sistema político corrupto e apodrecido que eles fingem criticar. São meras prostitutas intelectuais!

 

As mãos de cada cantor, de cada ator, de cada dita celebridade que defende a esquerda no Brasil estão sujas com o sangue dos bebês que morrem sem UTI neonatal nos hospitais públicos, com o sangue do idosos e pacientes crônicos que morrem por não encontrar vagas em sanatórios, com o sangue de pacientes vítimas da falta de tratamentos para doenças curáveis, com o sangue das vítimas da violência urbana e de tantas outras “causa mortis” que poderiam ser solucionadas se eles não embolsassem os recursos desviados, vendidos em troca de manipular a opinião pública.

 

É para isso que hoje serve a malfadada Lei Rouanet (foto), mas não somente, as propagandas estatais são outro meio, na verdade, no Brasil, onde haja dinheiro público existe um meio. Em 2016 escândalos envolvendo o Ministério da Justiça, do MEC, da Casa Civil e até da Aeronáutica, que usaram verbas públicas para patrocinar projetos artísticos ou culturais pipocaram em meio ao Impeachment da então presidente e foram convenientemente esquecidos no meio do furacão Roussef e na transição para o governo Temer.

Todas as belas carinhas que se manisfestam no “Ele Não” estão com suas contas devidamente recheadas pelo dinheiro público brasileiro. Fiquem a vontade para verificar:

http//rouanet.cultura.gov.br/

 

Se você leu meu artigo anterior, “O Quebra Cabeças”, você já sabe que o alvo é você e já entendeu porque a eleição de Jair Bolsonaro é um imenso problema, não só para a esquerda brasileira, mas para a esquerda mundial. 

 

A “Marcha das Vadias” brasileira não é diferente da “Marcha das Mulheres” americana, elas tem o mesmo patrão, George Soros! Se Soros prometeu dedicar todo o seu legado para destruir Donald Trump (palavras dele) por que não faria o mesmo com um outro presidente cristão, igualmente conservador e que defende a mesma pauta?

 

Notem que o “Impeach Trump” ou o “Death to Trump” é igual ao “Ele Não”.

 

Mais um dado: João Roberto Marinho, vice presidente das Organizações Globo, é sócio de George Soros em alguns projetos no nosso lado do Globo, mais notadamente da Organização de Soros para a Liberação de Drogas na América Latina.

 

Deixadas em outro plano as convenções morais que norteiam um artigo com um tema político, ainda que sem o mínimo intuito de ofender ou chocar o leitor, não tenho como não salientar o quanto se sente realizada, completa, uma mulher que livre e espontaneamente tem relações sexuais com um homem, descrição ainda não encontrada por mim entre mulheres homossexuais.

 

É a simplicidade perfeita de se encontrar a finalidade.

 

Superada apenas e em modo indescritível e incomparável pelo resultado dessa relação sexual quando leva a mulher a jornada da gravidez e até o parto, quando sem romantizar, a transformação da mulher em mãe, faz da amante uma lutadora que irá defender sua cria até a morte se preciso. Ora, não causa espanto então que isso incomode enormemente aqueles que controlam o poder!

 

Imaginem as mulheres do mundo, mães, mulheres, esposas, amantes, filhas, irmãs, unidas todas através de sua verdadeira natureza de mãe e mulher, marchando nas ruas do planeta exigindo a prisão imediata de todos os líderes socialistas. Algum governo, algum burocrata se recusaria? Qual força militar abriria fogo contra sua própria carne, mães e filhas?

 

A solução então é simples e eficaz: se lhes controla o pensamento.

 

Usando os meios acadêmicos e culturais, fazendo com que pensem e acreditem no que uma minoria dominante, numa elite poderosa decide que devem acreditar. Logo, aos olhares mais atentos não causou grande estranheza quando o documentário “Ukraine is not a not a Brothel” (A Ucrânia não é um Bordel) revelou ao mundo que o famoso grupo feminista Femen, que tem células espalhadas por todos o mundo, foi na verdade fundado por um homem, Victor Svyatski, um homem frio, temido por sua crueldade e que escolhia suas integrantes e representantes baseado em estética e em quanto abuso e humilhação elas conseguissem suportar.

 

Como afirmei acima, o movimento feminista resulta precisamente na subordinação, e mais, no caso do Femen, nasceu de um controle machista e abusivo!

 

Então para não serem estupradas as mulheres tiram a roupa! Para serem respeitadas se portam como doentes mentais, vociferando absurdos e impropérios, urinando e defecando em publico, mantendo múltiplas relações sexuais, como animais no cio, em público. Reparem que as belas celebridades do “Ele não” não participam desses tipos de manifestações, mas as defendem como liberdade de expressão. É o bom e velho quem paga manda…

 

É preciso manter o controle ideológico da sociedade, dividindo-as em classes e fazer com que lutem entre si. (Sim você já viu isso antes, marxismo.)

 

As feministas de hoje odeiam o homem, ou melhor, odeiam o homem ocidental, branco, cristão ou judeu, a representação do patriarcado. Aliás o mesmo o homem que as defende. Não poderia haver melhor exemplo que Bolsonaro.

 

Não odeiam os árabes mulçumanos que querem cobri-las com burcas ou estupra-las por serem infiéis, esses são outras vítimas do homem branco. Elas querem o direito de abortar todos os bebês do sexo masculino (juro que é sério! este absurdo é sim defendido pelas feministas do nosso tempo!), na verdade, elas consideram todos os machos, inclusive os animais de estimação, estupradores (consideram os bebês, estupradores). Odeiam a religião em todas as formas e querem extinguir a religião judaico-cristã a qualquer preço – a mesma religião que as ampara em partes inóspitas do mundo. O feminismo hoje não luta por igualdade entre homem e mulher, o feminismo de hoje quer tão somente a escravização e se possível, a extinção do homem ocidental. Não é difícil perceber porque essa ideologia se assemelha a algum tipo de demência.

 

Você ainda acha mesmo que Jair Bolsonaro é machista?

 

Feminismo nos dias atuais cabe em três palavras: controle social e corrupção.

 

Em última análise, se posicionar CONTRA o #EleNão não é apenas se posicionar a favor da eleição de Jair Bolsonaro para Presidente ou contra a hipocrisia do feminismo, se posicionar CONTRA o #EleNão é se posicionar pelo direito que nós mulheres temos de escolher por nós mesmas e sobretudo, é defender a vida de nossos filhos e netos.

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