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Re-União 2017

Depois das eleições

October 14, 2018

A expectativa para uma vitória de Jair Bolsonaro, é grande, exacerbada. 

Se for para acontecer, que aconteça. Depois de tantos desastrosos e maledicentes governos de esquerda, o Brasil está precisando descansar. Se Jair Bolsonaro for eleito, será o primeiro presidente de direita que o Brasil terá, em décadas. Mas e FHC, você talvez pergunte? FHC é um comunista da velha escola – discípulo de Saul Allinsky – um social democrata empedernido e dissimulado, responsável por implementar de forma gradual, porém persistente, o socialismo fabiano no Brasil. Usar terno e gravata não faz de ninguém um conservador. 

 

Mas, se Bolsonaro ganhar as eleições, a questão primordial é: o que virá depois? 

 

Vamos supor que as urnas eletrônicas não sejam fraudadas, e o corrupto sistema brasileiro – bem como todas as velhas oligarquias que o controlam – aceite a vitória de Bolsonaro como presidente da república, sem reclamar. Será que, automaticamente, tudo ficará fantástico e maravilhoso? A esquerda se recolherá em um canto, resignada, e então o país caminhará tranquilo, afável e contente em direção ao progresso e à prosperidade?   

 

É evidente que não.

A esquerda não irá se contentar em não ter o poder. É para isso que ela existe, é para isso que ela vive e respira. Seu objetivo não é – nunca foi – ajudar os pobres, os oprimidos, os famigerados, os destituídos. Seu objetivo, pura e simplesmente, é ter o poder. Ela não irá ficar em um canto, resignada, amortecida em sua tristeza, se perder as eleições. A esquerda brasileira é uma organização criminosa, ditatorial, autoritária e arrivista, e vai engendrar algum plano para voltar, com mais agressividade, furor e vingança do que antes. Isso se, de fato, a direta ganhar as eleições. Não podemos cantar vitória antes do tempo. A esquerda – e mais especificamente o PT – não levaram numa boa terem sido removidos do poder em 2016. Eles tem um projeto totalitário de poder, e pretendem implementá-lo a todo custo. 

 

O interessante foi observar como tentaram virar as cartas, e mostrar Jair Bolsonaro como um militar autoritário, que irá implementar uma ditadura, se chegar ao poder. A verdade, no entanto, é que isto é o que o PT pretende fazer, se voltar ao poder. Como não foram capazes de solapar completamente a nossa democracia – como Hugo Chávez fez na Venezuela, e Daniel Ortega na Nicarágua – eles foram destituídos no impeachment de Dilma Rousseff; mas não sejamos ingênuos, eles não irão cometer este erro novamente. Se voltar ao poder, o partido irá implementar medidas para se blindar contra possíveis insurreições – sejam elas de natureza popular, política ou até mesmo institucional – irão controlar completamente o legislativo e o judiciário, além do Ministério Público, tornarão o executivo o senhor soberano de toda a sociedade brasileira, e vão declarar ilegal qualquer coisa que vá contra o seu regime. Transformarão o SUSP em uma polícia política para perseguir opositores e dissidentes, e teremos então um regime totalitário de extrema-esquerda governando o país.

 

A democracia é um sistema muito ruim justamente em virtude de suas fraquezas. Ela pode ser facilmente subvertida a partir de dentro, para se converter na pior das tiranias. Foi pela democracia que os já citados Hugo Chávez e Daniel Ortega subverteram a democracia em seus respectivos países, e tornaram-se senhores soberanos sobre tudo. Como o totalitarismo está profundamente arraigado ao seu DNA, é quase impossível que o socialismo exista, sem se transformar em uma ditadura.  

 

No entanto, mesmo que Bolsonaro ganhe as eleições, vamos ter de manter a calma, e continuar atentos e vigilantes. A esquerda – nos raros momentos em que está silenciosa –, está aprontando alguma coisa. Podemos ter certeza, no entanto, que nunca é algo bom. Quando menos esperamos, eles aparecem, para desferir algum ataque brutal e agressivo contra todos. Discórdia, hostilidade e violência é o que a esquerda sempre quer. Nunca vamos ver "ela" promovendo a paz, em lugar algum.

A verdade é que, não importa para que caminho estas eleições nos levem, a luta, por mais cansativa que pareça, está muito longe de terminar. 

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