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Re-União 2017

Escravos produzindo escravos

October 15, 2018

As profissões em alta hoje são aquelas que permitem as empresas, cortar a mão de obra humana. O próprio termo "robot" provém do idioma eslavo que significa "escravo". O termo foi criado para designar os trabalhadores forçados a trabalhar em troco de comida pelos senhores dos tempos feudais.

Hoje a robotização em grande escala possui um viés socialista pois é espertamente empregada pelas grande empresas, para que grande parte da população fique desempregada e passe a viver as custas do Estado.

A essência filosófica-política da robotização é puramente doutrinária e visa a solidificação de um super Estado mãe que terá a obrigação de sustentar milhões de pessoas desempregadas.

 

É nesse ponto que o capitalismo extremista, dá as mãos ao socialismo, pois ambos são irmãos, ou melhor, são sócios. A Toyota no Japão, assim como a Bentley desligaram muitos robôs e voltaram a dar lugar aos trabalhadores humanos, isso porque eles perceberam que uma população desempregada, além de se tornar uma população doente do corpo e da alma, permite que líderes populistas tomem o poder e acabem com a economia de países até então, ricos, porque uma população revoltada, depressiva e profissionalmente humilhada, tende a se rebelar sempre pelo canal político de esquerda e é aí que os ditadores se aproveitam.

 

A automação é sim necessária, mas deve ser usada para produzir conforto ao ser humano e para acelerar o progresso da população, e não para tornar o homem ainda mais miserável e dependente do governo. Esse negócio de dizer que a automação predatória vai fazer com que os trabalhadores mudem de área, mas continuem trabalhando é uma grande mentira, até porque a maior parte da mão de obra é especializada, ou seja, a mulher da limpeza que trabalha na indústria, jamais será engenheira de robótica ou programadora de firmware para tornos CNC.

 

A automação está criando um sistema de castas, onde um pequeno punhado de pessoas terão emprego enquanto o restante terá que vender badulaque na Av. Paulista ou viver de fazer pão de queijo para vender no farol, formando assim uma linha de cidadãos de primeira e segunda categoria.

 

Por isso, tudo tem que ser dosado na base do equilíbrio na balança de Maat, na balança do bom senso. Sou a favor da automação, mas não da automação predatória que humilha o indivíduo e tira o seu pão da mesa.

 

Tomem cuidado com o discurso do modernismo irracional, porque o capitalismo e o socialismo não são extremos de uma linha reta, eles são na verdade, um círculo, onde um fornece elementos para que o outro se fortaleça, é uma cooperação mútua, onde só mudam os termos e os rótulos, prova disso é que sempre que um governo de direita faz merda, o povo elege a esquerda e depois que ela pisa na bola, volta a direita e assim por diante, num ciclo perpétuo. Isso não é mera coincidência, isso são duas forças diferentes, operadas pelo mesmo grupo que controla o poder.

 

Por isso amigos, quem se diz de extrema direita é porque já está trabalhando em prol do socialismo e vice versa.

 

 

 

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