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Re-União 2017

Pragmatismo, palavrinha bacana

November 5, 2018

Bolsonaro, o novo presidente brasileiro, foi eleito pelo povo brasileiro de forma inédita e nunca antes vista: sem grana, sem fundo partidário.
Falou diretamente com o povo, usando os recursos que tinha à mão, e da única forma que sabia falar: honestamente.
O povo que o elegeu escolheu a mudança,o repúdio à velha pratica política.

 

Essa mudança, que ele significa e parece estar disposto a aplicar na íntegra, parece não ter entrado ainda na cabeça de muita gente.

 

Sua postura, por exemplo, diante de uma imprensa suja e mentirosa, acostumada confortávelmente ao pragmatismo duvidoso que lhe permitia mudar de lado convenientemente, de acordo com os interesses dos patrões de momento, é um dos sinais dessa mudança.
Esse sempre foi o jogo. Um jogo sujo.
Foi o que permitiu à Globo -que em 1989 falsificou o jornal da noite um dia antes das eleições presidenciais para eleger Collor- virar amiguinho de infância de luladasilva em 2002, o mesmo lula que havia destruído em 89.
Lamber as botas da imprensa -e vice versa- é a pratica comum dos velhos políticos.
Especialmente da imprensa venal, aquela de aluguel.
Em outros tempos, ter essa imprensa nas mãos era estar eleito.

 

Com Bolsonaro, entretanto, existe um problema aí.
Bolsonaro não depende e nunca dependeu da imprensa.
Pelo contrário.
Como Trump, nos EUA, foi atacado por ela de todas as formas sujas possíveis.

 

Numa democracia verdadeira, há que se respeitar, evidentemente, a imprensa que cumpre seu papel.
Que é o de informar imparcialmente. Honestamente.
Sem inventar notícia falseta para destruir os inimigos políticos de seus patrões.
Isso não é imprensa. É panfleto.

 

Assim, quando vemos a lenga lenga no JN defendendo a "liberdade de imprensa", reagindo à posição de Bolsonaro, já se sabe do que se trata.
Quando Bolsonaro excluí a Folha ou o Globo de sua coletiva, não está absolutamente atacando a liberdade de expressão ou coisa parecida.
Porque ambos, e muitos outros veículos do mesmo naipe, não são a imprensa verdadeira. São uma caricatura dela apenas.

 

Mudança pouca, assim como desgraça pouca, é bobagem, como afirmava minha avó.
Portanto, são bem vindas as mudanças de Bolsonaro.
Principalmente para dar espaço aos jornalistas honestos, que honram a profissão, e que aparecem cada vez mais nas redes que elegeram o presidente.

 

O povaréu está cansado de ser manipulado e de engolir mentiras de veículos como a Folha e Globo, seguidamente, durante anos a fio.
Até uma empresa de parafuso, com 100 ou 200 anos acaba falindo se tiver uma gestão desonesta ou incompetente.
E daí?
Que quebrem, já vão tarde.
O Brasil trilha caminhos novos.
Onde não há espaço para o atraso e o pragmatismo desonesto.
Quem viver verá.

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