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Re-União 2017

Intervenção Militar na Venezuela?

November 12, 2018

Inúmeras vezes, o presidente americano Donald Trump falou sobre a possibilidade dos Estados Unidos realizar uma intervenção militar na Venezuela, para desmantelar a ditadura socialista que tanto sacrifica a população. Falou até mesmo na ONU contra Maduro e o socialismo bolivariano.

 

Até o momento, infelizmente, esta possibilidade não se concretizou. Mas com Bolsonaro na presidência da república, ela tem muito mais chances de se materializar. 

 

Em certa ocasião, Trump chamou a classe política brasileira de corrupta e covarde, criticando a apatia generalizada do governo com relação à questão venezuelana. Isto foi logo após o inveterado comunista Aloysio Nunes, Ministro das Relações Exteriores, afirmar que o Brasil não apoiaria uma intervenção militar americana na região.

 

No entanto, com um presidente de direita – que já falou, por exemplo, que pretende cortar relações diplomáticas com Cuba – as chances disto acontecer são muito maiores. Evidentemente, a guerra nunca é um bom caminho para se conquistar um objetivo. Mas ao mesmo tempo, não podemos ser idealistas, achando que a ditadura socialista bolivariana cairá sozinha, ou que Nicolás Maduro irá, algum dia, gentilmente se desculpar, reconhecer seus crimes e sair do poder. Toda ditadura cai apenas pelo uso da força bruta. E para isso acontecer, é necessário uma operação militar. Em certa ocasião, Rex Tillerson – quando ainda ocupava a posição de secretário de estado –, afirmou que militares venezuelanos, indispostos e descontentes com o governo, poderiam se insurgir para orquestrar um golpe e tomar o poder. No entanto, neste caso em particular, uma intervenção militar estrangeira é muito mais provável.  

 

Evidentemente, isto terá que entrar na pauta política nacional, em algum momento. Não podemos ignorar o enorme sofrimento de nossos queridos irmãos sul-americanos, até porque o inferno que vivem foi financiado, em parte, por um maldito governo brasileiro de esquerda, que apoiou de maneira incondicional o ditador Hugo Chávez, o oportunista demagogo populista que construiu e levou a sociedade venezuelana ao projeto socialista, que resultou no caos onde ela hoje se encontra. Estamos, também, vivenciando as consequências da ditadura socialista bolivariana de outra maneira – através da enorme diáspora de venezuelanos, que diariamente atravessam a fronteira no estado de Roraima, desesperados para fugir da miséria, da escassez, da opressão e do totalitarismo, que os aflige brutalmente, em seu país. 

 

Não esperamos covardia de Bolsonaro. Invariavelmente, uma hora ou outra, ele terá que tomar uma atitude nesta questão. Embora sejamos um povo pacífico, e nosso exército não trava uma guerra externa há bem mais de um século – e toda a América do Sul, por sua vez, também não tenha visto hostilidades bélicas similares entre países vizinhos mais ou menos pelo mesmo período de tempo –, não podemos nos acomodar com a paz a qualquer preço, ignorando o enorme custo em vidas humanas inocentes que isso representa: diariamente, esquálidas crianças desnutridas morrem na Venezuela nos braços de enfermeiros desconsolados, porém acostumados ao genocídio; pessoas caçam cachorros desesperadas para dar de comer aos seus filhos, indivíduos que outrora foram aguerridos empreendedores e diligentes provedores hoje são pobres indigentes que reviram lixo para tentar sobreviver. E diariamente, a carnificina famélica vai fazendo mais e mais vítimas, destruindo vidas e sonhos, acrescentando mais sofreguidão e lamúria ao abominável morticínio que já dura muitos anos. E que, definitivamente, precisa de um salvador para dar um basta a este infame e atroz reinado de terror. 

 

Por isso eu digo e repito: uma intervenção militar na Venezuela – com as forças militares conjuntas do Brasil, dos Estados Unidos e também da Colômbia – é mais do que necessária: é fundamental e urgente. Cada minuto conta, por vidas que podem ser salvas. É também uma chance de repararmos o erro causado pela apatia, covardia e letargia do atual governo, que, sem dúvida nenhuma, muito contribuiu para agravar este nefasto problema. 

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