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Re-União 2017

Mais o que, imprensa mentirosa?

November 18, 2018

O programa Mais Escravos do governo cubano bateu em retirada antes de Bolsonaro assumir a Presidência. Nem precisava o nosso Jair Messias Bolsonaro (vejam que ironia, o Messias que Israel espera há milênios, se perdeu no mapa e veio baixar aqui), impor a exigência da Revalida para continuar com o programa. 

 

Quem esconde alguma coisa sabe o que escondeu.

Antes que ficasse provado que no meio de alguns médicos vieram muito mais enfermeiras e espiões, o Castro que ainda resta naquela Ditadura infame tratou de apagar as pegadas dos seus escravos. Mas as pegadas de um crime tão, finalmente, divulgado, não é tão fácil de apagar. Ainda mais agora, com o Brasil nas mãos de gente decente.

 

As denúncias de trabalho escravo, sempre geradas por fake-news, são corriqueiras na nossa imprensa aparelhada. A ânsia de acusar por devoção faz desses pseudo jornalistas a cambada mais desmoralizada dos nossos tempos. Mas sobre os escravos de Cuba, Folha de SP, Rede Globo, Veja, Globo, Epoca e todos os amestrados na praça fingem que não foi nada. Ignoram, com jeito blasé, que os escravos de Cuba não podem pedir asilo no Brasil, pois seus parentes retidos naquela ilhota sofrerão as consequências. Além de ficar com a maior parte do dinheiro, Cuba apossa-se também da liberdade deles e dos seus parentes.

 

Quem não se lembra da acusação de abuso sexual contra crianças, pelo dono da Escola BASE, de SP? A imprensa inventou uma acusação que levou o dono da escola, Icushiro Shimada, a um infarto fulminante. Depois ficou provado que tudo não passou de invenção da imprensa, falada, escrita e televisada. Alguém pagou pelo crime? NÃO. Ficou por isso mesmo. Por não pagar por seus crimes, a imprensa não cessa de praticá-los. Ela mesma, que vive dizendo que é a impunidade que faz dos nossos políticos corruptos insaciáveis. Olavo de Carvalho não exagera quando diz que a imprensa não passa de organizações criminosas.

 

Como disse um ilustre escritor, não me recordo o autor, podendo ser Nelson Rodrigues ou Rubem Braga, ou mesmo Carlos Heitor Cony, ou nenhum dos três, o único crime que merece pena de morte é o erro de revisão. Pois eu digo que o único crime que merece pena de morte é a notícia mentirosa, ou a verdade deliberadamente escondida, como aconteceu quando quiseram tranformar em lobo solitário o assassino contratado para matar Bolsonaro.

 

Mas o que eu queria dizer mesmo, é que o programa cubano não deve ser tratado como "Mais médicos", mas, Mais Escravos.

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