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Re-União 2017

ONU é uma organização criminosa a serviço dos globalistas

December 23, 2018

 

É hilariante ingenuidade de nossa parte pensarmos que a ONU é uma organização que existe para “ajudar” a humanidade, ou “resolver” os problemas dos países-membros.

Não é nada disso. A ONU é uma organização criminosa, e para qualquer um que observe de perto o cenário geopolítico internacional, isso é mais do que evidente, e há muito mais tempo do que imaginamos. Nos anos 1950, a John Birch Society já afirmava que o objetivo da organização era erradicar fronteiras nacionais e pavimentar o caminho para a implementação de um governo totalitário global. Inicialmente encarados como paranoicos teóricos da conspiração, a verdade é que eles estavam certos em gênero, número e grau sobre tudo aquilo que a ONU é, e tudo aquilo que ela não é. 

 

A ONU é uma organização criminosa globalista, que apoia ditaduras, a invasão islâmica na Europa e teocracias totalitárias árabes, estando à frente de pautas como aborto, supressão do conservadorismo cultural e político, extinção de autonomia de governos locais, erradicação das religiões e aquecimento global, entre muitas outras pautas igualmente nefastas e perversas. Estratégias que a saudosa e inteligentíssima Margaret Thatcher chamou de implantação do socialismo “pela porta dos fundos”, um plano que foi concebido e muito bem aplicado com a União Europeia, organização supranacional que é hoje a maior máfia socialista do mundo.  

 

Recentemente, até mesmo os Estados Unidos se retirou do conselho de direitos humanos da ONU, por perceber claramente que a organização é uma coalizão de governos criminosos, autocracias militaristas, e tiranias oligárquicas, interessadas em concentração de poder, influência política discricionária e irrestrita, monopólio da violência, difusão de ideologias globalistas radicais e captura de corporações e instituições. Entre outras palavras, o que existe de fato é um plano ardiloso e ambicioso para governar o mundo, através da implantação sutil e sorrateira de subversivas e depravadas políticas gradualistas.  

 

Nikki Haley, a embaixadora americana que integrava a comissão, classificou-a como um “esgoto político” e complementou: “Por muito tempo, o conselho tem sido um protetor de violadores de direitos humanos.”

O histórico de corrupção, crimes e atrocidades da ONU, porém, é enorme; contém infrações que deixariam o próprio Diabo perplexo. 

 

Há vinte anos, a policial americana Kathryn Bolkovac desbaratou – quando se tornou funcionária da organização na Bósnia – uma grande rede de escravidão sexual, de jovens meninas que eram sequestradas de países diversos da Europa, cujos verdadeiros responsáveis eram funcionários da alta hierarquia das Nações Unidas. Depois que ela heroicamente denunciou o que acontecia, membros da cúpula fizeram o possível para encobrir os crimes, e esconder o que realmente ocorria nos bastidores. Nada de benévolos e caritativos atos de amor e benevolência para com o próximo, muito pelo contrário: toda a sorte de crimes sórdidos, hediondos e grotescos, de interesses escusos, de atrocidades assassinas e impensáveis, são as verdadeiras vísceras que movimentam o sádico jogo político da organização criminosa, que financia até mesmo terrorismo e genocídio em países da África. 

 

O notório e perigoso antissemitismo da instituição é outra de suas características mais deploráveis. Nada de sanções contra autoritárias teocracias muçulmanas, como a Arábia Saudita – que executa cristãos pelo simples fato de terem uma Bíblia, ou que matam jornalistas extrajudicialmente por criticarem o governo de seu país, como aconteceu com Jamal Khashoggi, correspondente do Washington Post, assassinado e posteriormente desmembrado na embaixada saudita de Istambul, na Turquia, no início de outubro, por ordens do príncipe Mohammad bin Salman. Ações e sanções contra a ditadura bolivariana na Venezuela, igualmente nunca ocorreram, o que por si só evidencia a natureza inerentemente maléfica e sinistra da organização, preocupada em defender ditaduras, custe o que custar, e impor toda a sorte de restrições em democracias consolidadas como Israel. Ou seja, os objetivos da organização são muito sinistros, e sua conduta, bem como forma de atuação, não deixa margem para dúvidas, quando o assunto são suas reais motivações. 

 

É necessário entendermos que a ONU, como instituição, foi plenamente capturada por autocracias como China, Rússia e Arábia Saudita, nações que tem profunda aversão a valores como democracia e liberdade. Evidentemente, eles não defenderão aquilo que desprezam. O que esta aterradora coalizão de tiranos pretende é deflagrar sobre a humanidade um grande projeto de escravidão global, do qual ninguém poderá escapar. Até mesmo o papel moeda está com os dias contados, e muito em breve, todas as transações financeiras serão realizadas apenas digitalmente. 

 

A ONU é uma organização maléfica, cujo verdadeiro objetivo é implantar uma tirania global. Não existe absolutamente nada de altruísta, benévolo ou humanitário em suas ações ou projetos. Tudo é meticulosamente arquitetado para viabilizar, a longo prazo, a escravidão de toda a humanidade. Expor o que a ONU realmente é, o que ela realmente pretende, agora, é mais fundamental do que nunca. 

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