© Todos os direitos reservados

Re-União 2017

Retrospectiva 2018-Quem lucra,não lacra

December 31, 2018

O ano de 2018 foi um ano sui generis por inúmeros motivos. Talvez o mais importante foi a concretização dos anseios da grande maioria do povo brasileiro, pois, desde a redemocratização, o Brasil nunca teve um candidato conservador disputando a presidência. 

 

E, sendo o brasileiro um conservador por essência, era lógico que o Bolsonaro seria eleito presidente. Nesse respeito, em julho de 2017, escrevi esse artigo: ( https://www.areuniao.com/single-post/2017/07/30/Bolsonaro-ser%C3%A1-eleito-presidente-em-2018 )

 

Mas, o ano de 2018 não foi apenas especial pela eleição do Bolsonaro.

Ele também foi especial em outros sentidos, pois as contradições, pensamentos escusos e a má-fé de muitas personalidades foram expostos.

 

O resultado disso foi que, “quem lacra, não lucra.”

 

Talvez essa seja a grande lição desse ano. Os exemplos são muitos e cada um deles é retratado sob uma ótica. 

 

Ocupando o primeiro lugar na lacração temos a famosa e outrora mais importante editora do Brasil, a Editora Abril.

Na minha época de infância, a revista Super Interessante e a Veja eram revistas de informação e um instrumento de obtenção de conhecimento. Tenho algumas edições da década de 90 guardadas. Umas das edições de Veja que eu tenho guardada é uma em que a capa foi o meu estado de nascimento, Santa Catarina. Essa edição fez uma belíssima reportagem a respeito do sucesso de Santa Catarina, sucesso que continua até hoje, uma vez que,  SC é o estado com a menor violência e o melhor IDH. Na época da reportagem o PT era o que sempre deveria ter sido. Um partideco folclórico. Ocorre que, o PT cresceu e virou uma quadrilha que destruiu o Brasil, porém, o PT nunca administrou Santa Catarina, talvez essa seja a continuidade do sucesso que meu estado raiz tem até os dias de hoje, situação muito diferente do estado vizinho do Sul, o Rio Grande do Sul, estado maravilho e destruído pelo PT. 

 

Pois bem, concomitantemente à chegada do PT ao poder, a Editora Abril aderiu ao instrumento da lacração. Suas revistas deixaram de informar e viraram panfletos ideológicos. A Editora Abril deixou de ser uma editora e virou um folhetim progressista. A revista Veja que tinha mais de 1 milhão de assinantes perdeu totalmente a credibilidade. Com isso, veio a derrocada do então império da família Civita.

A Abril faliu! Essa é a prova de quem lacra, não lucra. 

 

Além desse caso, inúmeros foram os casos de lacradores que se deram mal em 2018.

 

Teve o caso do restaurante Maní da Chef Helena Rizzo. Essa senhora postou uma foto dentro do restaurante com o lema da esquerda - #EleNão. A resposta veio a altura. Personalidades detonaram a fala abjeta da Sra. Helena Rizzo. 

 

A título exemplificativo, colhemos o publicado pela apresentadora Cris Arcangeli, a qual foi precisa em seu Instagram dirigido a chefe do Maní -  "que não tem o que falar do Bolsonaro e veio com essa que ele é racista e homofóbico. Quem é esclarecido como você deveria saber que é mentira e besteira". 

 

Tem-se notícias que após esse impropério da Sra. Helena Rizzo o seu famoso restaurante Maní teve uma baixa grande de clientes. 

 

Fernanda Lima é outro exemplo.

A linda e maravilhosa apresentadora, muito bem casada e com lindos filhos, portanto, adepta da família tradicional, resolveu utilizar o seu programa Amor e Sexo como um programa 100% lacrador. Lógico que o resultado chegou. Semana após semana a audiência caia estratosfericamente, inclusive o programa chegou a ser ameaçado de sair da grade da Rede Globo. O mais engraçado é que, a Sra. Fernanda Lima defende coisas horríveis, porém, ela não segue o que propaga, pois ela é casada, monogâmica e tem uma família linda. Ah, outro ponto importante. Ela mora nos Estados Unidos da América, ou seja, ela estimula o caos aqui, mas vai se esconder nas maravilhas de um país capitalista e ordeiro. Aja contradição! 

 

Ainda sobre a Rede Globo, como esquecer do Repórter do programa Profissão Reporter, o Sr. Estevão? 

Esse tenro repórter (por sinal, muito educado e respeitador) foi incumbido pelo chefe, Caco Barcelos, a fazer uma pauta sobre “Fake News”. Um dos entrevistados foi o escritor Luciano Ayan (pseudônimo do Carlos Afonso).
O Ayan foi execrado por toda a mídia ao reproduzir uma nota da Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, a respeito do brutal e cruel assassinato da Mariele. Pouco tempo depois, descobriu-se que a notícia não era verdadeira, mas, o Ayan reproduziu a notícia em seu blog. O resultado foi que o Jornal O Globo destruiu o Ayan e poupou a verdadeira noticiante da notícia inverídica, a Sra. Mônica Bergamo, ou seja, o corporativismo imperou mais uma vez. A Rede Globo não contente ao destruir o Ayan via jornal O Globo, resolveu entrevistá-lo. Ocorre que, no decorrer da entrevista, o Ayan provou que quem publica Fake News é a própria Rede Globo. Lógico que isso não foi ao ar, mas a Internet nos deu a chance de desmascarar quem mente. O vídeo está aqui:

 

 

Reinaldo Azevedo foi outro que caiu em descrédito quando começou a atacar a Lava Jato e a defender quase que as mesmas coisas que o PT defende. 

 

Os marqueteiros políticos também merecem compor essa lista, especialmente os do Geraldo Alckmin.  O que foi a campanha do Alckmin? Um festival de horrores. Esses profissionais pareciam que estavam no século passado e não compreenderam a mudança que a sociedade almejava. Bolsonaro agradeceu muito, pois a cada longo programa eleitoral do PSDB, Bolsonaro colhia frutos. Alckmin foi um dos mais importantes cabos eleitorais do nosso presidente eleito. 

 

O técnico da seleção Tite também foi outro que caiu em contradição. Perguntado se iria se encontrar com o já eleito Bolsonaro, ele respondeu que “política e futebol não se misturam”. Porém, resgataram vídeos do Tite recebendo o presidiário Lula no Corinthians.  Memória curta a sua né Tite?

 

Por outro lado, quem fez um jornalismo sério e não lacrador só cresceu em 2018. Exemplo é o programa Pingo nos Is da Jovem Pan. Felipe Moura Brasil foi um monstro ao lado do exímio professor Augusto Nunes. Hoje, os melhores do rádio brasileiro. Menção honrosa ao jovem Caio Copolla também da rádio Jovem Pan. 

 

Já quem teve os pés no chão, virou Presidente! 

Bolsonaro, o grande professor de 2018. A grande personalidade da década. 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Em Destaque

Cracolândia em guerra

January 17, 2020

1/10
Please reload

Arquivo
Please reload

Siga
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square