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Re-União 2017

A palavra do crime

January 5, 2019

Uma simples brincadeira da Ministra Damares Alves foi suficiente para denunciar o nível tosco da massa esquerdista. Levaram ao pé da letra uma analogia; menino veste a cor azul, menina a cor rosa, como se fosse um tratado constitucional, ou um juramento com a mão espalmada sobre a bíblia, contra o que consideram bandeira de uma causa importante, mas sem o menor conteúdo social ou moral que a justifique: ideologia de gênero. Um jogo de palavras sem nenhum conteúdo ofensivo só causa celeuma em hostes de débeis mentais.

 

Faz parte dessa "gente", políticos oportunistas e psicopatas, jornalistas sem caráter moral, e aquela classe engraçada, que se expressa em público sem nenhum pudor achando que ferem a Sociedade. Mas não passam nada além de imbecilidade. Há nos primeiros um projeto criminoso, e nos engraçados, gayzistas e feministas, reação ao complexo de "prejudicados sociais". Unidos formam a tribo dos cérebros retardados que o povo brasileiro acabou de demitir do poder.

 

Pois é essa casta de debilitados que temos de enfrentar no dia-a-dia pela nova independência do Brasil. Bom, não é? Não, não é. Não existe nada mais desprazeroso do que socializar debates com essa malta. Com a agravante de que além da patologia débil são de má índole, de má formação intelectual.

 

No exemplo da Ministra Damares Alves, o atenuante seria dizer que essas figuras fizeram uma interpretação estrábica da analogia por descuido simplório. Mas não há como atenuar, não há eufemismo que possa serenar tamanho déficit de intelecto. Os artistas da Globo, podemos até considerar que estão em permanente estado de torpor mental e dependência de, entre outras coisas, a mamadeira oficial, o que faz deles figuras de valor meramente simbólico em qualquer ato reativo. Mas indivíduos como Gleisi Hoffman, Fernando Haddad e seus pares, esses não há como pacificar a deformação de caráter e índole de estelionatários.

 

Sem sustento moral nenhum, essa gente sem escrúpulo faz uso do ardil definido como "guerra assimétrica" (Jacques Baud). O uso dessa estratégia nefasta é pauta dos bandidos que formam o lulopetismo (muito além do PT), com total engajamento da imprensa; jornalistas abrigados principalmente na Globo, o Globo, Folha de SP e Veja. Fazem o discurso do culpado (que são eles) acusando o inocente, representado por Jair Bolsonaro. Uma total inversão de valores que tenta, através da massificação, culpar o inocente pelos crimes dos culpados. 

 

Quanto mais aparecem as falcatruas dos bandidos que defendem, mais eles atacam o inocente que os combate. É por isso que uma analogia é transformada em um crime. E um complô para matar Bolsonaro é noticiado antecipadamente como obra de um lobo solitário, um doente mental. Se todos entenderem o comportamento da extrema imprensa como uma guerra planejada para inverter a realidade dos fatos, eles não terão onde cair mortos. Definida como organização criminosa por Olavo de Carvalho, a maior parte da imprensa terá no túmulo o seu recanto definitivo.

 

Finalizando, não critiquem Bolsonaro caso ele apoie Rodrigo Maia para continuar na presidência da Câmara. Se fizer isso será pensando na boa governabilidade. Bolsonaro sabe o que faz, ele é patriota, não fará nada que não seja necessário para o bem do Brasil. 

 

Quando quiseram impedir Deng Xiaoping de adotar o capitalismo na China, que tirou o país da miséria comunista de Mao Tsé Tung, ele peitou a nomenklatura partidária e arrematou, " Não importa se o gato é preto ou branco, desde que ele pegue os ratos". Deng criou "um país, dois sistemas", e hoje a China está nos calcanhares dos Estados Unidos. Bolsonaro terá que pegar alguma trilha meio transversa para pegar os ratos. É isso que nós queremos e o Brasil precisa.

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