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Re-União 2017

Pau de arara

January 13, 2019

Parece que hoje não se usa mais o

pau de arara para convencer bandidos a confessar um crime. Esse tipo de tortura

ficou para trás. De outro lado, na minha opinião pessoal, isso faz falta, quando muitas vidas estão em risco e é urgente pendurar um criminoso para que ele confesse coisas relativas a um crime bárbaro.

 

Pegue por exemplo a tentativa de assassinato onde esfaquearam o Bolsonaro, torcendo a faca dentro da barriga dele. O fulano queria

não apenas matar o Bolsonaro, mas também desencadear um golpe

de estado com seu gesto tresloucado. 

 

Quem pagou o assassino para enfiar a faca?

 

Nós queremos os mandantes! O tal Adélio Bispo foi só o braço mercenário. Quais foram as  intenções políticas atrás do crime? É incrível mas até hoje ainda não se sabe quem mandou o bandido tentar assassinar o futuro presidente do Brasil - com  o caos decorrente disso provocando talvez a possibilidade um golpe de estado de esquerda. Mas os canalhas se deram mal. Por que se arriscaram tanto, o que eles pretendiam realmente alcançar com essa morte ? Quantos desfalques, quantos desvios de programas sociais, quantos acordos espúrios com a máfia local e internacional, quantos crimes de morte seriam definitivamente enterrados com esse atentado?

 

O Brasil escapou por pouco. Mas a máfia (toc, toc, toc) certamente vai

tentar de novo. Convivemos aqui com crimes pesados.  Veja-se os atentados de agora, as sabotagens no nordeste: são obra de quem?

Acho que a mesma  quadrilha que tentou contra a vida do Bolsonaro

está envolvida nestes tempos perigosos. Cada ônibus queimado, postos de gasolina incendiados,  tanto terrorismo, tem um plano de poder por trás deles. Alguém, conta com a impunidade a que estão acostumados nestes tristes tempos de violência. Faltava um pau de arara para fazer o Adélio abrir o bico, antes que matem o fulano, lá dentro da cadeia.

 

Guantánamo, apesar dos protestos internacionais contra os Estados Unidos, continua funcionando. As razões dessa política de contra-terrorismo dispensam o mi-mi-mi dos que protestam bradando “crimes contra a humanidade”. Contra eles, na verdade, contra os assassinos, vale mais a legítima defesa dos que querem viver numa democracia.

 

 

 

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