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Re-União 2017

Nem sempre os heróis usam capa

January 15, 2019

A história de Óscar Pérez é lendária, ele zombou da cara do chavismo, sobrevoando Caracas em 27 de junho de 2.017 enfrentou as Forças do Foro de São Paulo, os interesses da Rússia, China, Cuba e Irã.  

Não puderam capturá-lo; realizou  várias operações táticas atacando pontos-chave do regime narcoterrorista, a última  foi quando reapareceu depois de vários meses  tomando um quartel e pegando todas as armas.

Sem sequer deixar uma  pessoa ferida.

 

Naquele horrível 15 de janeiro de 2.018 o executaram em uma operação de força desigual que envolveu mais que 500 componentes do exército e grupos paramilitares que atacaram Óscar e seus soldados com armas de guerra e até com mísseis. Um ano depois  o caso continua  silenciado, nenhum governo da região se posicionou ou levantou a voz perante o massacre cometido pela tirania narcotraficante Chavista e que o próprio Pérez filmou e mostrou ao vivo para o mundo sua própria execução e as de José Pimentel, Daniel Soto, Abraham e Jairo Lugo, Abraham Agostini e Lizbeth Ramírez

 

Em um dos vários vídeos deixados, o líder Óscar Pérez, disse:

"Somos patriotas, somos nacionalistas, lutamos com toda convicção. Para aqueles que tiveram dúvidas aqui estamos, lutando. Eles estão atirando contra nós, estamos agachados, mas já estamos negociando com os funcionários, os promotores estão chegando, a imprensa está chegando, Venezuela não perca a esperança, vamos continuar ".

Óscar Pérez acreditou  que negociando sua rendição salvaria sua vida e a de seus companheiros. Mas não, não respeitaram o preceito de guerra de não matar os soldados já rendidos. 

 

Óscar era um inspetor da polícia técnica e científica (uma força de elite) dos comandos, amante dos  esportes radicais  em todas as  áreas aquáticas, terrestres e aéreas, mestre de artes marciais, especialista em tiro com armas longas e curtas, treinador de cães para combate, estrategista de guerra, piloto e mergulhador de combate, ator e cantor nos  tempos  livres e além de tudo isso  um grande  filantropo tinha sua própria  fundação chamada "Moral e Luzes" que cuidava das  crianças com câncer. Óscar amava  passar  tempo visitando crianças e idosos.doentes, comprava seus remédios e os alimentava. 

Ele  amava ao próximo, estava preocupado com o outro

 

Oscar Pérez, tinha 36 anos quando foi executado, deixou três crianças órfãos e sua mãe sem consolo.

 

Sem dúvidas ele é um herói dos tempos modernos: Alguém que amou a Cristo acima de todas as coisas, idealista e romântico. Proclamava a justiça e liberdade para nossos povos. Ele não tinha  um discurso que agradava a políticos nem intelectuais, senão uma linguagem curta, simples, direta ao coração.

O medo deste homem cresce no Narco-Chavismo, ainda mais agora estando morto.

Enquanto vivo não se conhecia em toda sua dimensão, agora passou os limites do heroísmo na visão coletiva.

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