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Re-União 2017

O poder pelo poder

March 6, 2019

Na última sexta-feira, dia 1º, o neto do criminoso condenado Lula, o menino Arthur Araújo Lula da Silva, de apenas sete anos de idade, veio a falecer precocemente, em decorrência de meningite meningocócica. Lula foi autorizado a comparecer no velório no dia seguinte, sábado, dia 2, escoltado até São Bernardo do Campo por forças de segurança federais. Previsivelmente, o criminoso não conteve sua contumaz e delirante psicopatia, e assim como fez no velório de sua falecida esposa Marisa, aproveitou o velório do seu neto, uma criança inocente – que graças ao bom Deus, nunca chegou a compreender o esgoto que é a política – para se vitimizar, e fazer seu comício e politicagem habituais. Evidentemente, ocasiões desta natureza servem para fomentar a falaciosa narrativa de que ele é um pobre coitadinho “perseguido pelas elites” (como se ele próprio não fosse parte da elite). Ser autorizado a comparecer a um velório em outro estado mostra como o presidiário mais polêmico do Brasil possui uma série de privilégios e benefícios que são completamente inacessíveis a presos comuns.

Cadê a tal da igualdade que a esquerda tanto prega? 

 

É evidente que o psicopata oportunista – ególatra e egocêntrico como poucos – não iria se furtar o direito de se colocar novamente sobre um pedestal como o centro das atenções. Prestar uma homenagem sincera e amorosa ao neto seria pedir demais. Quem vive para o poder e pelo poder não conhece a compaixão nem a misericórdia, muito menos a empatia. De acordo com pessoas que compareceram ao velório, o criminoso condenado teria dito: “Eu tenho um compromisso com você, Arthur, eu vou provar a minha inocência e quando eu for para o céu, eu vou levando o meu diploma de inocente. Vou provar quem é ladrão neste país e quem não é. Quem me condenou não pode olhar nos olhos dos netos como eu olhava para você”. Um discurso desses revela um grau de cinismo tão sádico quanto brutal. Estamos falando de uma criança inocente, não de um indivíduo com mentalidade politizada. Um “eu te amo Arthur, que lástima que você foi embora tão cedo” bastaria. Mas é evidente que algo tão sublime seria demais para um sociopata vulgar ressentido por estar preso, por ter sido surpreendido em seus atos de depravada corrupção sistêmica e por não estar no poder, a única coisa que ele realmente venera, com asquerosa e obstinada dedicação. 

 

Há relatos de que Lula chorou copiosamente durante a cerimônia.

É evidente que sempre haverá dúvidas quanto a sinceridade destas lágrimas. Para qualquer homem da estatura de Lula, um ato de encenação pública representa oportuna aquisição de capital político. O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, enviou uma coroa de flores para a família do idolatrado messias petista. 

 

Lula aproveitou descaradamente a oportunidade para se vitimizar, ainda que em um grau consideravelmente inferior ao do velório de Marisa. Seu neto, em função da pouca idade, não teve oportunidade para compreender o que de fato é a política, tampouco entender em que contexto seu avô estava inserido. Lula, com a mentalidade obstinada que tem, certamente vai aproveitar todas as oportunidades para tentar conquistar vantagem. Seu eleitorado, evidentemente, irá se apiedar dele sempre que ele fizer um showzinho. Oportunidades não faltarão para o criminoso condenado líder da ORCRIM fazer carinha de coitadinho. Ele é o “pobre injustiçado”, o” sacrossanto” ex-presidente condenado “injustamente”, capaz de carregar dentro de si o martírio por “lutar arduamente” pelo povo brasileiro. Para pessoas racionais que conhecem os fatos perfeitamente, esta falaciosa narrativa é tão fantasiosa que chega a ser divertida. Como Luan Sperandio falou, "sem outras figuras em ascensão, de um partido o PT passou a ser uma espécie de seita ao culto personalista de um ex-presidente condenado".

 

Evidentemente, lamentamos muito a morte da criança. Mas jamais nos deixaremos enganar por uma demagogo populista como Lula, um oportunista nato, que não perde nunca uma oportunidade de conquistar capital político a seu favor, e cujo único objetivo na vida é a conquista do poder pelo poder.  

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