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Re-União 2017

Tensão na fronteira com a Venezuela

March 9, 2019

Como se toda a desgraça que acomete os venezuelanos fosse insuficiente, recentemente o ditador Nicolás Maduro mandou o exército fechar as fronteiras do Brasil com a Venezuela, para evitar que mantimentos e materiais de primeira necessidade chegassem à população carente e famélica, que sofre desesperadamente com a escassez que aflige o pais, em decorrência do socialismo, que destruiu a economia. Como se não bastasse toda a fome e privações brutais que o regime socialista bolivariano impingiu aos habitantes do país, o sanguinolento e opressivo ditador Nicolás Maduro cometeu esta atrocidade adicional contra a população, fazendo todo o possível para impedir cidadãos famintos de receberem a devida assistência de países vizinhos. Para quem não é capaz de entender que o objetivo do socialismo é matar, esta atitude cruel oferece um relevante vislumbre do que as pessoas sofrem neste regime político. O socialismo é um holocausto implacável, cujo nível de brutalidade e morticínio faz outros sistemas totalitários como o nazismo e o fascismo empalidecerem, por comparação.  

 

Com ordens de Nicolás Maduro, o exército venezuelano fez o que pôde para destruir as cargas de suprimentos enviados. Alguns populares foram capazes de salvar alguns mantimentos de caminhões em chamas; no entanto, o que foi enviado – e consequentemente o que se salvou da destruição – representa uma modesta ajuda que nem de longe é capaz de suprir efetivamente as necessidades da população. Como se lidar com todas essas privações e a escassez generalizada de alimentos e produtos básicos que assola o país fosse um obstáculo irrelevante, o ditador Nicolás Maduro ainda cometeu esta cruel atrocidade contra uma população famélica e necessitada. Evidentemente, é óbvio que esperar compaixão e clemência de um ditador socialista seria pedir demais. Psicopatas desesperados pelo poder não sentem a menor empatia por seus correligionários. O que interessa é lutar para continuar no poder e fomentar o processo de escravização da população. 

 

A crise recentemente mostrou-se tão mordaz – e as possibilidades de hostilidade e conflagrações bélicas entre Brasil e Venezuela estão tão latentes –, que a fronteira entre os dois países foi fechada. Em determinadas localidades, como Pacaraima, por exemplo, a fronteira já está fechada há quinze dias. Isso, no entanto, apesar de aliviar as tensões momentaneamente, não as diminuiu. Pelo contrário, contribui para gerar ansiedades e expectativas quanto a conflagração do próximo estopim. 

 

Para piorar isto tudo, operam nas cidades fronteiriças da Venezuela os chamados “colectivos”, gangues de motoqueiros marginais leais ao ditador Nicolás Maduro, encarregados de aterrorizar – e até mesmo assassinar – dissidentes, especialmente pessoas envolvidas no contrabando de mantimentos destinados ao auxílio humanitário. Os “colectivos” tem sido especialmente ativos nas regiões de fronteira com a Colômbia, aterrorizando civis e opositores do regime. 

 

Recentemente, o presidente interino Juan Guaidó retornou à Venezuela depois de percorrer vários países latino-americanos para dar continuidade ao movimento que pretende derrubar o ditador Nicolás Maduro, correndo o risco de ser preso. A situação está tão catastrófica que a crise venezuelana já pode ser comparada a de países em guerra, com sua monumental queda de 63% no PIB. O país está miserável, literalmente destroçado, e enfrenta o pior período de toda a sua história. E a culpa não é do imperialismo americano. É do socialismo.  

 

O governo venezuelano tentou proibir os cidadãos até mesmo de atravessarem a fronteira para comprarem mantimentos, e não raro cidadãos são agredidos pelas milícias bolivarianas ao fazerem isso. Como no Holodomor stalinista – que matou quatorze milhões de ucranianos de fome –, o simples ato de comer e tentar sobreviver é criminalizado. Primeiro, o socialismo destrói a economia, e depois proíbe a população de obter alimentos. Como se isso não fosse suficiente, o simples ato de comer torna-se uma contravenção. Para quem não consegue entender que o objetivo do socialismo é matar, implementando ríspidas e agressivas políticas genocidas de destruição, que vá até a Venezuela. Irá compreender rapidamente o que é o verdadeiro socialismo.  

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