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Re-União 2017

A geração dos homens chorões e dos bebês mimados

April 22, 2019

Se tem uma coisa que a esquerda soube criar com maestria – ou deformar, se você preferir –, foi a geração do homem “leite de soja”, o “floco de neve”, o indivíduo emasculado, pasteurizado, reciclado e domesticado para atender de forma servil à todas as diretrizes autoritárias de uma ideologia histérica e irracional, projetada para transformar pessoas em escravos. Esta geração de homens “esclarecidos”, com “consciência política”, na verdade não passam de bebês chorões, doutrinados por professores marxistas, que precisam desesperadamente do estado para tudo, e lutam para ter a aprovação da intelligentsia progressista contemporânea. São “feministos” multicoloridos neo-pós-ultra, que estão “salvando o mundo” porque andam de bicicleta diariamente até a academia, só comem verduras, pedem desculpas por terem nascido homens, e aderem a toda agenda do politicamente correto, sem restrições. Completamente incapazes de enfrentar os desafios da vida e assumir responsabilidades, o sonho dessa gente é viver no colinho do seu político de estimação, sem precisar trabalhar, sendo alimentado pelo deus-estado e pelo papai-governo na boquinha pelo resto da vida. Para que ser útil e produtivo, para que ser empreendedor e começar uma empresa do zero, se o estado tem a “obrigação” de dar tudo “de graça”?  

 

O que se formou no Brasil nas últimas décadas – e não apenas no Brasil, mas em dezenas de países, afinal, esta é uma enfermidade global – foram gerações de indivíduos inúteis, doutrinados pelo marxismo cultural e por sua ramificação mais deletéria, grotesca e corrosiva, o gramscismo, para serem parasitas ao invés de produtores; ou seja, bebês chorões completamente dependentes do estado, que exigem solução estatal para tudo. O estado é o deus a que veneram, o estado é o deus a que servem e obedecem de forma irrevogável e absoluta. Seus adeptos tem a intenção de impor compulsoriamente a veneração a este deus – constituído por homens –, sobre toda a sociedade. Sem consulta-la previamente, é claro. Como indivíduos “esclarecidos” que são “genuínos eruditos” à respeito de tudo, eles sabem o que é melhor para toda a sociedade, inclusive para nós, meros mortais – e a solução para tudo, é claro, é sempre mais estado.

 

Este patrimonialismo oportunista propiciou sobremaneira a ascensão de governos populistas por toda a América Latina, sustentados pela falaciosa retórica de que o capitalismo – uma abstração – é uma coisa do mal, e que o estado deve prover tudo para todos. Se você, portanto, for ameaçado pelo “capitalismo opressor”, você precisa apenas correr até o papai-governo, que este irá defende-lo. Basta chorar, resmungar e espernear até as coisas ficarem exatamente como você quer. Se não ficarem, continue resmungando e esperneando, até o mundo se tornar um reflexo de suas crenças políticas infantis, onde ninguém precisa trabalhar e todos vivem do estado. Este é, basicamente, um resumo das crenças políticas da esquerda – buscar uma solução estatal para todas as arbitrariedades da vida, das mais relevantes às mais insignificantes. Se as soluções mágicas não aparecerem, basta berrar, espernear e gritar até que elas apareçam. O filósofo P.J.O’Rourke afirmou categoricamente, com toda a propriedade, que “o esquerdismo é uma filosofia de pirralhos chorões”. E é mesmo.

 

Por isso, tantos políticos – especialmente os de esquerda –, prometem uma infinidade de benefícios assistencialistas para seus eleitores. Eles não estão interessados em fomentar a produtividade, tampouco atacar as causas da pobreza. O que eles querem é um eleitorado fiel para se reeleger. Por isso, todos os discursos dessa gente, por trás das palavrinhas dóceis e bonitinhas, contém exatamente o mesmo conteúdo: o capitalismo é do mal, vocês são pobres por culpa do capitalismo, votem em mim que eu vou dar a vocês tudo o que vocês precisam. Isso ainda faz o político em questão ser visto como um redentor, um salvador iluminado, que “cuida dos pobres”. Citando novamente P.J.O’Rourke, a verdade é que “não há virtude na caridade compulsória do governo, e não há virtude em defende-la. Um político que se mostra “carinhoso” e “sensível” porque quer expandir os programas de caridade do governo está apenas dizendo que está disposto a tentar fazer o bem com o dinheiro de outras pessoas”. Ou seja, o estado é essencialmente um parasita – não produz absolutamente nada. As coisas “mágicas” e “incríveis” que o governo faz na verdade são realizadas com o dinheiro confiscado do contribuinte através de impostos, ou seja, são possíveis graças à extorsão sistemática praticada contra a parcela produtiva da sociedade. De onde vem o dinheiro para o assistencialismo? A esquerda convenientemente sempre omite essa parte. O estado só existe porque há uma sociedade produtiva que o sustenta. Sustenta inclusive o luxo, os privilégios e os benefícios que permitem à classe política viver em uma realidade paralela de muita fartura, opulência e abundância, que são completamente inexistentes para a grande maioria da população. Aliás, é irônico ver políticos de esquerda falando mal da “burguesia”, quando na verdade são eles os verdadeiros burgueses.  

 

Uma pesquisa realizada por uma universidade de Londres em 2017 constatou que homens mais fracos possuem uma predileção natural para o socialismo. Como são indivíduos que tem medo da vida, tendem a olhar para o estado como uma proteção paternal que os ajudará em tudo. Isso é resultado de um longo processo que começou há décadas, cuja doutrinação sistemática promove a emasculação do homem, para deixá-lo deliberadamente fragilizado e vulnerável, assim facilitando o processo de derrocada do ocidente. Isso explica porque muitos países da Europa se renderam à invasão muçulmana sem lutar ou oferecer resistência. Difundir a completa e total dependência do estado é fundamental para o processo de infantilização do homem. Por essa razão, as gerações mais recentes são constituídas por multidões de indivíduos que são criancinhas imaturas, bebês chorões que esbravejam e reclamam de tudo o tempo inteiro, afirmam que palavras machucam, apoiam aberrações como ideologia de gênero, acham o capitalismo “agressivo”, idolatram o estado de bem estar social e veneram os políticos “gentis”, “graciosos” e “altruístas” que ampliam o paternalismo estatal e fomentam a dependência contínua de terceiros no sistema.

 

Uma das fantasias apregoadas pelo socialismo, por exemplo, é a de que você não precisa trabalhar duro para ter as coisas que deseja ter – o estado tem a “obrigação” de concedê-las “de graça”. Socialistas não passam de preguiçosos indolentes que desejam usufruir de todos os benefícios do capitalismo, sem ter que trabalhar para isso. Na verdade, a inveja é a força motriz do socialismo. E como o capitalismo é um sistema competitivo onde vencem apenas os eficientes, os mais dedicados e os mais determinados, socialistas, indivíduos que conhecem muito bem a própria inépcia e incompetência, não teriam nenhuma chance de sucesso. Por isso, é mais fácil difundir o ódio pelo mercado e pela classe empresarial, alimentar inveja com relação a pessoas que tem mais recursos, e exigir que deus-estado e papai-governo deem tudo de presente. Como resultado, temos multidões de indivíduos que nada criam, e esperam que tudo caia do céu. São legiões de fracassados ríspidos, arrogantes e indolentes recrutando indivíduos mais fracassados ainda. Como Jordan Peterson, corretamente expressou, “a ideologia socialista serviu para mascarar o ódio e o ressentimento gerados pelo fracasso.” E haja paciência para aguentar tantos chorões fracassados, que veneram o estado com intransigência e fanatismo, argumentando que este é a solução para tudo. De acordo com a filosofia do estado de bem estar social, 70% dos seus rendimentos devem ser subtraídos de você na forma de impostos diretos e indiretos, porque você deve bancar todas as fantasias e fetiches políticos dos parasitas. No Brasil – um dos países com a carga tributária mais elevada do mundo – você já paga tudo isso. E pode ter certeza, os parasitas acham pouco. Se pudessem, elevariam este percentual ainda mais.

 

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