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Re-União 2017

Lula se manifesta sobre o novo governo

May 1, 2019

Recentemente, o deus do PT e presidiário de Curitiba, Lula, concedeu uma entrevista para questionáveis veículos da imprensa vermelha, na qual falou pejorativamente do novo governo. Entre as tantas coisas que falou, Lula disse que o país está sendo governado por um “bando de maluco”, frase que repercutiu na mídia internacional, que trata o venerado líder do PT com toda a deferência, como se ele fosse uma espécie de injustiçado mártir contemporâneo. Na entrevista, Mônica Bergamo – toda alvoroçada –, só faltou lamber os sapatos do líder máximo da ORCRIM.  

 

O venerável deus da seita petista foi, previsivelmente, rápido e efusivo ao colocar-se no papel de vítima, seu maior triunfo e artifício. Foi a primeira coisa que fez. Como sempre, falou que ele é o ponto central de uma grande “conspiração” que foi meticulosamente arquitetada para chegar até ele. Em determinada parte da entrevista – que pareceu ser muito mais uma peça de propaganda política marxista – Lula disse: “Eu tenho tanta obsessão em desmascarar o Moro, desmascarar o Dallagnol e a sua turma e desmascarar aqueles que me condenaram, que eu ficarei preso cem anos, mas eu não trocarei a minha dignidade pela minha liberdade. Eu quero provar a farsa montada. Eu quero provar... montada aqui dentro, montada no departamento de justiça dos Estados Unidos (...) Eu tenho uma obsessão.” O discurso não muda. É sempre o mesmo. Ele é apenas um pobre coitado perseguido pelos americanos e por seus associados aqui no Brasil, por recusar-se a ser um “entreguista”. Ele declarou, sem rodeios, que o atual governo é constituído por lacaios dos Estados Unidos. Com toda a convicção de um sociopata narcisista, Lula disse que Sérgio Moro “tem certeza” de que ele é inocente, e que Deltan Dallagnol “tem certeza” de ser ele próprio um mentiroso, que mentiu a seu respeito. 

 

Como sempre tentando mostrar um altruísmo ostensivamente dissimulado – além do seu cliché paternalista de protetor dos pobres –, Lula falou que está “muito mais preocupado com o que está acontecendo com o povo brasileiro.” Disse que está vendo “a obsessão de destruir a soberania nacional, a obsessão de destruir emprego”, omitindo deliberadamente que a maior destruição de empregos deste país ocorreu durante o governo da sua associada, Dilma Rousseff. Convenientemente, ele ficou bem quieto sobre esta parte da história brasileira, como se não tivesse sido durante um dos governos do PT que vivemos a conflagração da maior recessão financeira de nossa história, que destruiu mais de um milhão de empresas, deixando quatorze milhões de brasileiros desempregados. Tudo isso enquanto a classe política ficava cada dia mais rica, não fazia absolutamente nada para reduzir o peso do estado sobre a livre iniciativa e enveredava por mais e mais esquemas de enriquecimento ilícito, legislando sempre em seu próprio benefício. Ora, que meigo da parte dele em se preocupar tanto com os brasileiros. O que seria de nós sem ele?

 

Como solução para os problemas do país, Lula – que obviamente não entende absolutamente nada sobre economia – regurgitou velhas fórmulas intervencionistas, desenvolvimentistas e keynesianas, que foram exatamente os elementos causadores da hecatombe econômica da qual ainda estamos tentando nos recuperar. Previsivelmente, socialistas estão sempre buscando no socialismo a solução para problemas que são causados justamente pelas fantasias intervencionistas da falaciosa doutrina política que tão arduamente defendem.  

 

O presidiário – sempre chamado de presidente pelos seus lacaios e puxa-sacos da imprensa vermelha – falou ainda: “Eu lamento profundamente o desastre que está acontecendo neste país. E é por isso que eu me mantenho em pé. O dia que eu sair daqui eles sabem, eu estarei com o pé na estrada. Para junto com este povo levantar a cabeça e não deixar entregar o Brasil aos americanos.” Lula omitiu, evidentemente, que ele e a organização criminosa que ele liderava estavam entregando o Brasil para a Bolívia, Venezuela, Cuba, Angola e Guiné Equatorial. O que nos deixaria na situação de paupérrimos escravos de ditaduras socialistas. 

 

Em resposta a uma pergunta de Mônica Bergamo sobre o que fazia durante o seu tempo livre, Lula afirmou que assiste muito a séries, filmes e documentários educativos sobre a história do Brasil. É uma pena que, pelo visto, não aprende nada. Sobre seu período ocioso afirmou também: “Eu curto a solidão tentando aprender, mentalizar a espiritualidade, tentar gostar mais do ser humano, tentar ficar um pouco mais humano.” Com o cinismo e a vaidade que lhe são tipicamente característicos, complementou: “Eu acho que eu vou sair daqui melhor do que eu entrei. Com menos raiva das pessoas. Eu vou sair um cidadão bom.” Ao menos, Lula ainda é capaz de nos fazer rir. E muito. Como político, ele é um ótimo falastrão e um humorista promissor. 

 

O presidiário ainda falou que pretende viver cento e vinte anos. “Eu quero viver até os cento e vinte, que eu acho que sou um ser humano que nasceu pra ir até os cento e vinte.” Um terrível indício de que, à despeito de tudo o que fez, ainda pretende nos perturbar, nos escravizar e nos roubar por décadas. Cínico como sempre, também falou: “Eu durmo todo dia com a minha consciência tranquila.” Sociopata egocêntrico, ambicioso e megalomaníaco, não duvido nenhum pouco que durma mesmo. Lula é um criminoso que não possui consciência ou empatia. Está disposto a tudo pelo poder. O seu falso carisma vem de uma hipocrisia patológica disposta a ir até às últimas consequências pelo seu projeto de dominação suprapartidário, e o seu capital político está na pobreza e na miséria da população. O presidiário ainda afirmou que está “doido para fazer uma caravana.” Ou seja, a obsessão pelo poder não diminuiu nem um pouco, mesmo depois de um ano atrás de cárcere. 

 

Lula falou também – quando lhe perguntaram – sobre os militantes fanáticos e idólatras que acamparam em Curitiba para lhe fazer “companhia”. Ele disse que quando sair, “a primeira cachaça eu quero tomar com eles. E brindar.” Seria interessante saber de onde vem o exacerbado otimismo do condenado. 

 

Evidentemente, Bolsonaro rebateu algumas das alegações do presidiário. Sobre o Brasil estar sendo governado por um “bando de maluco”, o presidente disse que “pelo menos não é um bando de cachaceiro”. Bolsonaro complementou: “O Lula, primeiro, não deveria falar. Eles tinham um plano de poder onde roubariam a nossa liberdade. Eu acho que foi um equívoco, um erro da Justiça ter dado o direito de dar uma entrevista. Presidiário tem que cumprir sua pena."

 

Esse programático panfleto ideológico disfarçado de entrevista serviu para mais uma vez dar holofote ao presidiário, permitindo que ele continue a doutrinação da manada da prisão, alimentando o ódio e a indignação dos ignorantes que o servem contra o restante da população. Como a maioria dos políticos brasileiros, Lula é mais um indivíduo extremamente rico, que acumulou vasta fortuna através de um sistemático assalto institucionalizado realizado contra a sociedade produtiva e os cofres públicos, e que vive das deletérias e falaciosas demagogias políticas que ele empurra sobre o seu curral eleitoral. Nada de novo nisso. É a história se repetindo mais uma vez, com a imprensa vermelha insistindo em tratar o PT com legitimidade, piedosa subserviência e servil deferência, porque durante os anos do PT no poder foram contemplados com verbas polpudas do governo federal para servirem como veículos de propaganda de um regime despótico e criminoso, disposto a se perpetuar indefinidamente.  

 

De acordo com a distorcida perspectiva do presidiário, todos na Terra são culpados, menos ele. Ele é uma sacrossanta e pobre divindade injustiçada, avidamente perseguida pelos maléficos imperialistas americanos e por seus fantoches aqui no Brasil. Todos no PT são culpados por crimes diversos relacionados a várias formas de corrupção; Lula, no entanto, é puro, gracioso e inocente como um anjo, uma figura ímpar que irradia candura, integridade e excepcional santidade. O problema está em nós, que não enxergamos isso. 

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