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Re-União 2017

MP da Liberdade econômica pretende alavancar o empreendedorismo

May 7, 2019

A única coisa que gera riquezas em um país é o empreendedorismo. Todo o resto é parasitismo político. Recentemente, Bolsonaro assinou um medida provisória que promove a liberdade econômica, desburocratizando o nefasto e cruel processo de abertura de empresas. Agora, pequenas e médias empresas poderão iniciar suas atividades em até dois dias, sem a necessidade de alvará para funcionar. 

 

Ainda que muitas outras reformas liberalizantes sejam necessárias, esse é um formidável começo. O número de empreendedores que vão embora para empreender em países com maior liberdade econômica é avassalador. O Brasil perde muito com isso. Evidentemente, eles levam consigo seu capital, suas ideias inovadoras, seu talento, sua motivação, e o país permanece soterrado no retrocesso do subdesenvolvimento patrimonialista, tudo porque o estado sempre foi profundamente hostil para com quem pretende criar empregos e gerar riquezas. Ao menos, até agora. Ao que tudo indica, isso está para mudar. 

 

Onyx Lorenzoni falou na cerimônia de assinatura da medida provisória que “o governo vai confiar nos indivíduos e recuar para o cidadão avançar”. Paulo Uebel, o secretário de desburocratização e gestão do ministério da economia, afirmou que o governo está “tirando o estado do cangote das pessoas”.Excelente. É disso que o empreendedor brasileiro precisa, de pragmatismo e praticidade. Ele deve se ocupar em ser produtivo, não em preencher formulários e requerimentos contábeis, ou desperdiçar seu tempo em cartórios indo atrás de documentos autenticados, muito menos dilacerar o seu capital pagando taxas e tarifas absurdas, para sustentar um estado extorsivo, ganancioso e espoliador.  

 

Um governo genuinamente de direita não deve jamais levantar a bandeira do parasitismo e da vagabundagem estatal. Ele deve estimular a produtividade, e atentar para não ser um estorvo na vida da sociedade produtiva. Para a esquerda, empreender é algo nefasto, bom mesmo é quem vive do estado. Nós devemos fazer justamente o contrário. Devemos defender ardorosamente o capitalismo de livre mercado, sem restrições, exigindo que o estado pare de parasitar pequenas e médias empresas através de uma carga tributária excruciante, pois estas já enfrentam enormes dificuldades para sobreviver, e que pare também de subsidiar grandes empresas, megacorporações e conglomerados através do BNDES, que deveria ser extinto, pois é um ninho nefasto de corrupção, favoritismo, protecionismo, capitalismo clientelista e sádico corporativismo, que contribui para a dilaceração da liberdade econômica, e para a concentração de poder nas mãos dos grandes magnatas e oligarcas amiguinhos de políticos, como Fernando Cavendish, Carlinhos Cachoeira, Wesley Batista, Joesley Batista, Eike Batista, e criminosos de estirpe similar, que tanto mal fizeram ao nosso país. Agora vemos um governo interessado em beneficiar o cidadão comum.  

 

Ao menos as chamadas atividades econômicas de baixo risco terão agora muito mais liberdade. Diversas exigências do discricionário estado autoritário foram sumariamente suprimidas, para permitir ao brasileiro ser tão produtivo quanto ele quiser. Precisamos erradicar esta demonização do trabalho e do empreendedorismo, corrosivas heranças dos nefastos governos socialistas que atrasaram o nosso país em décadas. 

 

Com a segurança jurídica que vem com a medida provisória, negócios e empresas estrangeiras poderão se estabelecer com mais facilidade no Brasil, já que os direitos de propriedade serão invioláveis, e os custos serão reduzidos. Em decorrência da brutal burocracia existente em nosso país até então, empresas como a Ryanair – uma companhia aérea irlandesa de baixo custo –, que há alguns anos decidiu montar bases de operação em diversos países da América do Sul, retirou o Brasil de suas prospecções, em função das enormes dificuldades impostas pelo estado. Os custos aviltantes, a insegurança jurídica e a corrupção sistemática inerente ao processo político fizeram a companhia desistir de operar no mercado nacional. Mas agora, isso tudo está para mudar. 

 

Muitas outras reformas ainda devem ser feitas; no entanto, este é um começo promissor. Que venham muito mais reformas liberalizantes para expandir a cultura do capitalismo de livre mercado no país. Precisamos lutar por liberdade econômica, resgatar tudo aquilo que os nefastos governos socialistas nos tiraram. Agora começou a nossa desforra, uma era de capitalismo e empreendedorismo, e se a esquerda quiser chorar, que fique à vontade. Ao contrário deles, nós estaremos ocupados trabalhando e produzindo. 

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