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Re-União 2017

Esquerda venera políticos ricos, e é completamente indiferente aos pobres

May 9, 2019

A hipocrisia da esquerda não possui limites. O universo é pequeno comparado a ela. A esquerda está sempre criticando a burguesia, enquanto ela própria é extremamente rica, estuda em universidades particulares com mensalidades exorbitantes e passa as férias nos Estados Unidos ou na Europa. A esquerda é uma deplorável fantasia de crianças elitistas, completamente indiferentes às opiniões, necessidades, esperanças e anseios dos grupos que afirma defender, e que na verdade são usados por ela como mascotes, sempre que isso é conveniente. 

 

Com a ascensão da crise política que levou ao impeachment de Dilma Rousseff, vimos que tipo de pessoas a esquerda realmente defende: políticos extremamente ricos, que nada produzem e vivem do estado.

Não poucos tornaram-se milionários graças ao envolvimento em diversos esquemas ilícitos. Até pouco antes de ser preso, Lula vivia uma vida de farta opulência, se locomovendo de um lado para outro do país em jatos particulares, um privilégio que a grande maioria dos brasileiros nunca usufruiu. Os honorários de seus advogados são caríssimos, mas ninguém nunca levou isso em consideração. Para a esquerda, é melhor omitir a vida de luxos, privilégios e mordomias do seu ídolo – afinal, é necessário manter a ilusão de que Lula é um “homem do povo”. Seria inconveniente revelar a verdade, a de que Lula é um socialista chique, um privilegiado burguês branco e elitista de esquerda. A esquerda, no entanto, sempre fez vista grossa para a vida de extremo luxo, conforto e suntuosidade dos políticos que ela tanto venera. Ao mesmo tempo, sempre se mostrou verdadeiramente hostil aos pobres, especialmente quando estes não são de esquerda. Afinal, a esquerda é totalitária e não tolera absolutamente nada que possa divergir de suas imposições agressivas, maledicentes e autoritárias. 

 

Completamente indiferente a recessão que destruiu mais de um milhão de empresas e deixou quatorze milhões de brasileiros desempregados, a esquerda luta simplesmente por mais privilégios, “direitos” e regulações no mercado; dane-se o pobre que precisa desesperadamente de um emprego para sustentar sua família. Para a esquerda, o importante é manter os luxos, os privilégios e os benefícios que ela conquistou quando sequestrou o estado, como a famigerada Lei Rouanet, que é simplesmente uma bolsa-esmola que serve para cooptar atores, cantores e artistas em troca de apoio político.

 

Vamos desregulamentar o mercado, o que facilitaria a abertura de empresas, e geraria milhões de novos empregos? Que tal implementar reformas econômicas liberalizantes? Não, a esquerda se opõe radicalmente a isso, com todo fervor e virulência. Para ela é mais profícuo deixar as coisas como estão. Afinal, assim é possível assassinar os brasileiros e mata-los de fome – muitos levados ao desespero cometem suicídio –, enquanto os militantes fingem “lutar” pelos “direitos” do trabalhador. Isto tudo é deliberadamente calculado. A esquerda precisa de miséria e pobreza, porque estes elementos nefastos são o seu capital político. A esquerda se tornaria irrelevante em uma sociedade próspera e desenvolvida. Portanto, seu objetivo é combater a prosperidade sempre, de todas as formas e maneiras possíveis, custe o que custar. Se para isso tiver que arruinar o mercado ainda mais, e condenar milhões de brasileiros à miséria e indigência absolutas, que seja. Na equação política da esquerda, isso é apenas um detalhe. Depois, ela coloca a culpa no capitalismo e sai por cima como a “salvadora da humanidade”.  

 

A verdade é que a esquerda critica sumariamente a burguesia industrial, ao passo que venera e idolatra avidamente – com fervor religioso – a burguesia política. Partidos políticos são seitas que empregam em seus adeptos uma corrosiva e brutal lavagem cerebral, que faz com que os mesmos sintam-se compelidos a venerar a elite partidária, e adotem um posicionamento ideológico distorcido, que ignora completamente as urgências da realidade, em nome de uma infantil fantasia utópica que sempre vai descarrilhar para um projeto totalitário de poder.

É engraçado como a esquerda zomba de pessoas religiosas, ao passo que idolatra meros mortais de forma agressiva e irracional. E para qualquer probleminha que surja na vida, vão correndo buscar o auxílio do deus-estado e do papai-governo, ávidos em sentar no colinho do político de estimação. 

 

Argumentar com a esquerda é algo altamente improdutivo. Vão chamar você de fascista ou de burguês, enquanto eles próprios lambem a bunda de políticos burgueses extremamente ricos, venerando-os de forma incondicional e irrevogável, com um nível estarrecedor de idolatria. Esta veneração compulsória não raro é estendida a artistas elitistas como Caetano Veloso e Chico Buarque, celebridades que passam férias na Europa, já foram contemplados com milhões de reais via bolsa-artista e vivem vidas suntuosas, opulentas e nababescas, bem distintas da sofrida, dura e cruel existência experimentada pelo cidadão brasileiro comum, que trabalha dezesseis horas por dia em três empregos, e faz biscates nos finais de semana. E por isso mesmo, não tem tempo para as utopias e fantasias políticas infantis que povoam o imaginário de maconheiros universitários socialistas sustentados pelos pais. As urgências da realidade o obrigam a lutar pela própria sobrevivência, esta mesma que a esquerda faz de tudo para dificultar. 

 

A esquerda despreza profundamente os pobres (na verdade, qualquer pessoa capaz de pensar por si mesma, hábil o suficiente para questionar a doutrinação ideológico-seletiva a que ela submete seus adeptos). Tudo o que a esquerda faz vai na contramão dos interesses de quem ela diz ajudar e representar. Não raro a esquerda política está batalhando para que grandes empresas e conglomerados paguem mais impostos, o que faz com que os produtos comercializados por estas companhias fiquem muito mais caros, o que consequentemente aumenta drasticamente o custo de vida, e invariavelmente dilacera a receita dos mais pobres. E diga-se de passagem, a esquerda apoia veementemente impostos excruciantes, opondo-se arduamente a grupos ou indivíduos que defendem uma carga tributária menor. Na visão da esquerda, você, que já ganha pouco e luta de forma exasperante para sobreviver, deve arcar com uma carga tributária elevadíssima, pois tem a obrigação de sustentar políticos extremamente ricos, que ganham salários de trinta e três mil por mês, e tem acesso a apartamento gratuito ou auxílio moradia superior a quatro mil reais, bem como despesas médicas que podem chegar a um valor de vinte e cinco mil reais, e que são custeadas integralmente pelo estado. Isso sem contar gastos adicionais como verba de gabinete, auxílio-paletó, auxílio-alimentação, gastos com transporte e despesas acessórias. E não vamos nem falar em desembargadores que ganham salários superiores a cem mil reais – em determinados casos, até duzentos mil – e juízes e magistrados com salários superiores a quinhentos mil reais, que ganham inúmeros benefícios adicionais, além de educação para os filhos paga pelo estado.

 

A burguesia da qual a esquerda tanto fala está toda na política e no dispendioso funcionalismo público brasileiro, um dos mais caros do mundo, que ela defende ardorosamente. E é você que paga por isso – 70% dos seus rendimentos são confiscados pelo leviatã para manter a máquina. Hoje no Brasil são os pobres que trabalham para sustentar os ricos. E a esquerda – por ser formada de inúteis e parasitários vagabundos elitistas que vivem do estado – apoia incondicionalmente este arranjo imoral, criminoso, depravado e injusto.

 

A esquerda nada produz. É essencialmente formada por parasitas incrustados no estado, que vivem nababescamente, como sanguessugas da produtividade alheia. Paradoxalmente, a maléfica ideologia esquerdista fomenta um ódio desproporcional pelo mercado – afinal, não há nada que a esquerda odeie mais do que pessoas ativas, produtivas e cheias de iniciativa. Isso destrói o capital político da esquerda, que precisa de pobreza e assistencialismo para existir. A esquerda não quer uma sociedade salutar e plenamente desenvolvida, muito pelo contrário; aonde ela está, irá cooptar o máximo de pessoas possíveis para serem zumbis idólatras dependentes do estado. 

 

Defender os pobres? Nada é mais distante da realidade quando o assunto é a esquerda, que defende vigorosamente, com unhas e dentes, políticos e funcionários públicos excepcionalmente ricos, bem como que paguemos impostos excruciantes para sustentar a vida de suntuosa opulência dos parasitas e marajás. A hipocrisia histérica da esquerda não tem limites.

Eles são os maiores defensores de burgueses que já existiram em toda a história da humanidade, e estão sempre irremediavelmente dispostos a sacrificar os pobres pelo bem-estar dos ricos. 

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