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Re-União 2017

A esquerda não compreende a natureza humana

May 12, 2019

Sabemos que a esquerda tem um certo fetiche em defender bandidos, e isso está diretamente associado à sua defesa do desarmamento da população. No entanto, estas crenças equivocadas estão profundamente arraigadas à ignorância da esquerda com relação à natureza humana. 

 

Como acredita ingenuamente que os seres humanos são inerentemente bons, a esquerda é completamente obtusa para a malignidade e as deficiências da natureza humana. Isso explica porque defendem bandidos com tanta insistência. Acreditam que todos os crimes tem sua causa na pobreza, e erradicando a pobreza, a criminalidade seria erradicada. Evidentemente, esta é uma maneira demasiadamente simplória de se ver o mundo. 

 

Como não acredita na responsabilidade individual, a esquerda atribui as ações malignas de criminosos à nefastas circunstâncias externas, erroneamente acreditando que o indivíduo foi levado a cometer um determinado delito ou um determinado crime em decorrência de adversidades que ele enfrentou em um dado momento. No entanto, sob circunstâncias diferentes, o mesmo indivíduo poderia apresentar uma conduta correta. Por sua ignorância com relação à natureza humana, a esquerda insiste tanto em “corrigir” contraventores, criminosos, delinquentes e assassinos – pois em sua poética e infantil fantasia utópica, acredita nesta possibilidade – que acaba afastando-se diametralmente de pessoas frágeis e vulneráveis que realmente precisam de proteção e representatividade. Isto é consequência do que Paul Joseph Watson astuciosamente chamou de “altruísmo patológico” – o ensandecido e irrefreável desejo de ajudar, sem atentar para as consequências, resultados e possiblidades condizentes com a realidade. Por jamais se corrigir, admitir seus erros e mudar de conduta, pessoas comuns acabam nutrindo justificada aversão e antipatia pela esquerda.

 

A esquerda política, infelizmente, não possui a menor capacidade de contemplar ou compreender as complexidades da realidade. Por isso defende ingenuidades como o desarmamento da população, e insiste para que o estado possua o monopólio da violência, como se o estado fosse constituído apenas por anjinhos puros que irradiam benevolência e bondade. Isso faz com que a população se torne refém do estado, e dependa dele para ter proteção e segurança. Na maioria dos casos, no entanto, o estado chega tarde demais, e serve apenas para recolher cadáveres, fazer perícias e registrar boletins de ocorrência. 

 

O grande problema da esquerda nesta questão é não fazer distinção entre os diversos tipos de crimes e contravenções. Crimes que são cometidos por necessidade ainda são crimes, mas evidentemente, contém atenuantes. Um indivíduo que rouba uma maçã porque está morrendo de fome, por exemplo, é muito diferente de um criminoso que mata alguém para roubar uma carteira. Crimes cometidos por necessidade, via de regra, não resultam em fatalidades. O alto índice de homicídios no Brasil, portanto – que está entre os dez países mais violentos do mundo – além de estar diretamente associado ao nefasto desarmamento compulsório da população, mostra que a criminalidade tem muito mais relação com malignidade oportunista do que com contravenções realizadas para mitigar necessidades prementes. 

 

Para citar um exemplo, em novembro de 2003 ocorreu um crime hediondo que teve repercussão nacional, quando Liana Friedenbach e seu namorado Felipe Caffé foram brutalmente assassinados por Roberto Aparecido Alves Cardoso – vulgo Champinha – juntamente com o grupo de criminosos que ele liderava. Assim que foi identificado como o mentor do bando e o principal responsável pelo crime, Maria do Rosário – então no seu primeiro mandato como deputada federal –, saiu em ardorosa defesa do criminoso. Nesta época, ocorreu a notória discussão com Bolsonaro, na qual o atual presidente afirmou que ela não merecia ser estuprada. Ao contrário de Maria do Rosário, Bolsonaro ficou ao lado das vítimas, e não dos criminosos. 

 

Criminosos que cometem crimes hediondos jamais deveriam ser defendidos ou perdoados, especialmente quando suas vítimas são pessoas inocentes. O objetivo não deve jamais ser reintegrá-los à sociedade ou coloca-los sob a distorcida perspectiva de pobres vítimas das circunstâncias. Indivíduos que cometem crimes hediondos devem ficar encarcerados pelo resto de suas vidas, pela segurança da sociedade. Eles devem ficar isolados, impossibilitados de ter qualquer contato com pessoas inocentes. Nossa imprestável legislação, infelizmente, tem consideração demais para com criminosos, e total desprezo para com as vítimas. Resultado de um nefasto, permissivo e virulento garantismo penal, brutalmente contaminado com a praga da bandidolatria, cuja jurisprudência está infestada de positivismo legalista condescendente com a barbárie que convencionou chamarmos de “direitos humanos”. 

 

Ou seja, a esquerda defende ardorosamente bandidos por que acredita, ingenuamente, que no fundo toda a pessoa é boa e pura. O que é, evidentemente, uma fantasia. Indivíduos que cometem crimes hediondos devem ser encarcerados e ponto final. Criminosos, em sua esmagadora maioria, serão reincidentes. Todas as suas futuras vítimas seriam salvas se eles simplesmente ficassem presos. 

 

Para mostrar que este problema é mundial, e não apenas nacional, vale lembrar o caso de Maria Ladenburger, uma jovem alemã que foi assassinada em 2016, aos 19 anos. Ela foi estuprada e morta por Hussein Khavari, um imigrante muçulmano, que já havia sido condenado na Grécia por agredir uma estudante e empurrá-la de um penhasco. Ele foi sentenciado a dez anos de prisão, mas cumpriu apenas um ano e meio, recebendo anistia do governo por ser um delinquente juvenil. Ao sair da prisão, Khavari continuou seu processo de imigração pela Europa, até chegar na Alemanha, e receber asilo pelo simples fato de ser um refugiado menor de idade. Ao conhecer Maria Ladenburger – que trabalhava como voluntária em um abrigo para refugiados – ele ficou obcecado por ela, e acabou cometendo a atrocidade que cometeu.  

 

Agora pense comigo, caro leitor: se o agressor permanecesse encarcerado definitivamente pelo primeiro crime que cometeu – e não tivesse recebido anistia do sistema penal grego – Maria Ladenburger ainda estaria viva. Hoje seria uma jovem de 22 anos. Desnecessário dizer que a mídia fez de tudo para ocultar esta monstruosidade, pelo simples fato do criminoso ser muçulmano.  

 

Não podemos ter pena de criminosos, jamais. Quem comete crimes hediondos deve ser encarcerado e permanecer na prisão pelo resto de sua vida. Do contrário, estamos promovendo a exposição de pessoas inocentes à indivíduos de alta periculosidade. Como diz o ditado, quem poupa o lobo sacrifica a ovelha. Devemos sempre ficar do lado dos vulneráveis e dos inocentes, não de criminosos. O pragmatismo da realidade não suporta as fantasias infantis da esquerda. 99% dos criminosos não podem ser recuperados. Eles devem ser segregados do restante da sociedade, para proteção e salvaguarda dos inocentes. Esta é mais uma briga que não devemos hesitar em comprar com a esquerda. 

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