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Re-União 2017

O governo oficial do Brasil e os governos paralelos

May 14, 2019

Não há a menor possibilidade do Brasil ir para a frente, a não ser que apenas um governo – o governo oficial, o do presidente Jair Bolsonaro, eleito presidente do Brasil por mais de cinquenta milhões de brasileiros – assuma as rédeas da nação com pulso firme, cumprindo o que prometeu. Ou seja, desfazendo as depravadas obras demoníacas da tirania petista, que – ao passo que enriquecia avidamente integrantes e aliados e distribuía gratuitamente as riquezas do país para narcoditaduras terroristas e assassinas – estava gradualmente venezuelizando a nação. 

 

 

Mas o Brasil não é para amadores. Aqui nada é tão simples, ou como parece ser. A natureza hostil e beligerante da política exige atenção constante a todos os desdobramentos do estado. Por um lado, o presidente parece estar realmente comprometido com o bem-estar da nação. Dentro da medida do possível, ele compra as brigas certas e faz o que deve ser feito. A recente medida provisória que dá liberdade econômica aos brasileiros – especialmente para quem deseja empreender – é uma prova irrefutável disso. O presidente também falou que pretende flexibilizar ainda mais o porte de armas, para melhorar a segurança dos brasileiros. 

 

Não obstante, ao invés da unicidade, vimos o governo se esfacelar, dividindo-se em dois – a ala dos olavistas e a dos militares – que por inúmeras razões tornaram-se antagonistas.  Ao que parece, os dois grupos tem posturas e convicções tão distintas, que discórdias e discussões entre ambos tornaram-se frequentes. Mas o pior de tudo é que não apenas ambos governam e tomam decisões independentes, como estão trilhando caminhos muito diferentes. Enquanto o governo oficial e os olavistas compraram a briga por um Brasil melhor, um Brasil soberano, dos brasileiros, os militares – ao menos alguns deles – tornaram-se subservientes a agenda da ONU, e parecem estar comprometidos a implementá-la no Brasil. É completamente desnecessário dizer que isso – além de comprometer completamente a soberania nacional –, é um atestado de que os militares estão envolvidos, alguns sem ter plena consciência do fato, em um ato de alta traição contra a nação. 

 

Depois da ácida resposta de Eduardo Villas Bôas – o antigo comandante máximo das forças armadas – à Olavo de Carvalho, que o chamou de “Trótsky de direita” e de “pivô de todas as crises” em uma rede social, a ordem do dia é ignorar totalmente o intelectual, se necessário estabelecendo estratégias rígidas para que nem mesmo a mídia fale dele. Ao que parece, querem silenciá-lo a todo custo. Mas por que ele incomoda tanto? Possivelmente, porque está atento a tudo o que acontece, e sabe exatamente o que está ocorrendo nos bastidores. A totalitária Nova Ordem Mundial está silenciosamente entrando pela porta dos fundos. Com aprovação, e em alguns casos, por iniciativa, dos militares. Está realmente na hora de perguntar o que está acontecendo. Para quem os militares pretendem governar, afinal? Por que não parece ser para os brasileiros.     

  

Com dois governos atuando simultaneamente, e com agendas completamente divergentes, é possível que os globalistas usem o governo oficial de Jair Bolsonaro como uma distração, uma cortina de fumaça – para a população pensar que sua vontade está sendo feita – enquanto aos poucos eles tornam-se o governo de fato, permitindo que o Deep State abra as portas do país para a ONU e para a NOM. As duras críticas de Olavo aos militares tem sua razão. Muitos militares parecem estar completamente obtusos – ou serem amplamente condescendentes – para o fato de que o governo está saturado de víboras oportunistas que buscam benefícios próprios, e gangues paralelas que estão realmente envolvidas com um projeto de poder. “O presente governo está repleto de inimigos do presidente e inimigos do povo, e andar em companhia desses pústulas só é bom para quem seja como eles. Não quero ver meus alunos tendo suas vidas destruídas no esforço vão de ajudar militares acovardados cujo maior sonho é ‘tucanizar’ o governo para agradar à mídia”, falou Olavo.

 

Como se isso não bastasse, ainda temos a ditadura judiciária do STF governando discricionariamente determinados aspectos da nação – para legislar sobre regulamentos, pautas e medidas que nunca foram solicitadas por ninguém, tampouco atendem aos anseios da maioria –, em um irrefreável processo de judicialização da sociedade, que, na prática, nada mais é do que um desdobramento orgânico do Deep State em estágio avançado, que se coaduna às disposições plenipotenciárias dos globalistas. Ou seja, ao que tudo indica, estamos sim, sendo atacados de todos os lados. O governo legítimo deste país, o encabeçado pelo presidente Jair Bolsonaro, precisa tomar resoluções drásticas urgentemente.    

 

Há algum tempo atrás, o presidente da França, Emmanuel Macron – ele próprio um fantoche dos globalistas – e o ditador da Rússia Vladimir Putin, reuniram-se para discutir a possível formação de um exército global. Esse exército será formado, basicamente, pela união de todos os exércitos de todas as nações do mundo, algo que a ONU já promove em menor escala nas suas “missões de paz”. É possível que o exército brasileiro esteja sendo integrado silenciosamente, neste exato momento, sem o conhecimento das massas. Isso explicaria porque os militares são tão subservientes e tão condescendentes com as pautas da ONU, e porque estão dispostos a diluir a soberania nacional em nome de um projeto supranacional de poder. 

 

A menos que todos estes governos paralelos que estão legislando, decidindo, implementando e determinando a portas fechadas parem de governar o país de acordo com suas próprias agendas autocráticas e verticais, e tornem-se subordinados ao único governo que deveria governar o Brasil, sem dúvida nenhuma o país vai continuar sua marcha incólume para o caos. Com tantos governos paralelos – e a maioria deles submissos a ONU, ao Deep State e a NOM – a única certeza que temos é a do total colapso, que será seguido pela implementação da mais sórdida tirania global que o mundo jamais viu. E que em países como a China, por exemplo, encontra-se em estágio avançadíssimo. 

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