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Re-União 2017

Rex regnat, sed nom gubernat

May 21, 2019

A frase em latim significa literalmente “o rei reina, mas não governa”, o que caracteriza muito bem o atual estado de coisas no Brasil, com um governo eleito pela população que está sendo obrigado a lidar com governos paralelos que – quando não o desafiam diretamente –, governam de acordo com uma agenda própria. 

 

O tal do “parlamentarismo branco” – que está sendo capitaneado pelo pestilento e dissimulado Rodrigo Maia –, visa implementar de fato no Brasil um governo paralelo, para dar prosseguimento aos interesses escusos do Deep State, que terá poderes plenipotenciários sobre tudo e sobre todos, até mesmo para criar uma nova constituição. Que a nossa sórdida constituição de 1988 é um deplorável lixo comunista, que concede um enorme cabedal de infinitos privilégios e benefícios para a classe política, e a população apenas o “direito” de custear tudo isso, não há a menor dúvida. O que a criminalidade política institucionalizada pretende, no entanto, é criar outra muito pior, que efetivamente torna os cidadãos escravos do estado. Estas máfias organizadas que pululam e se disseminam em blocos paralelos nas arestas do estado brasileiro pretendem gradualmente tirar os poderes de Jair Bolsonaro, convertendo-o em uma figura meramente representativa, promovendo assim uma ampla e eficiente dilaceração do presidencialismo. A portas fechadas, um expressivo número de maledicências e depravações estão sendo articuladas contra o governo e a população, neste exato momento.  

 

Para piorar as coisas, Mourão recentemente foi à China, o que mostra o rumo perigoso que o Brasil está tomando na questão das relações internacionais. Em virtude da gravidade deste fato, cabe a nós perguntar: o que realmente pretende um membro do atual governo, envolvendo-se com a pior, e mais sanguinolenta, brutal e opressiva ditadura totalitária que existe no mundo? Estamos sendo negociados como escravos da mais cruel, sádica e perniciosa tirania do globo terrestre? Muito provavelmente. Os globalistas sabem que precisam primeiramente consolidar o seu controle sobre os maiores países do mundo – Estados Unidos e Brasil –, pois conquistar e dominar os pequenos posteriormente será muito fácil, cairão em sequência como dominós. China, Rússia e Canadá por sua vez já foram todos cooptados integralmente, estão sob total controle da máfia global. Justin Trudeau, o primeiro-ministro do Canadá, é um depravado tirano progressista, que está implementando em seu país todas as políticas de estado determinadas pela Nova Ordem Mundial. E os cristãos canadenses não raro são vítimas do seu ódio virulento e irracional.  

 

A verdade é que Bolsonaro não tem ninguém, a não ser alguns poucos aliados, e o seus milhões de eleitores. Diversos setores da política estão determinados a deixar o Brasil extremamente ingovernável, para deliberadamente criar o caos, e pedir o impeachment do presidente. Enfim, o que vier primeiro, o parlamentarismo indireto que permitirá ao centrão governar o país, – invalidando a autoridade do presidente – ou alguma armadilha perpetrada e executada pela esquerda, para criar uma prerrogativa de impeachment. 

 

Dizer que estamos cercados por inimigos de todos os lados é abrandar demais a situação: o estado brasileiro está infestado de máfias nefastas e parasitárias disputando espaço, poder e controle ilimitados, cada uma com agendas e objetivos bem distintos. Nenhuma delas, diga-se de passagem – com exceção do governo oficial – preocupada de fato com o desenvolvimento da nação e o bem-estar dos brasileiros. Com o STF disposto a perseguir, censurar e prender quem ousar criticar os soberanos juízes absolutos da sociedade brasileira, que são na verdade a articulação positivista do crime organizado, percebemos como estamos tomando um rumo perigoso em direção ao totalitarismo. 

 

Como se diz por aí, o Brasil não é para amadores. Criminosos pululam de todos os cantos, e o ambiente político está infestado deles. É não é para menos, a política brasileira foi feita exatamente para isso – para fomentar a escravidão da população. Para os psicopatas políticos tudo, para a população nada, apenas a conta a ser paga. E para piorar, a esquerda está sempre aí, furiosa e voraz como sempre, desesperada para retomar o projeto de venezuelização do país, com o objetivo de escravizar os brasileiros, tornando-os serviçais de um despótico e irascível estado totalitário, liderado por uma organização criminosa visceral, tirânica e ambiciosa. O rei reina, mas não governa. No entanto, desistir não é uma opção. A desistência significa sucumbir às ambições ditatoriais da esquerda, e ao seu processo sistemático de destruição total do país. Nossas únicas opções são seguir lutando... ou morrer tentando.

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