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Re-União 2017

Os globalistas avançam com o seu insólito projeto de poder

June 13, 2019

Nós sabemos que um dos objetivos dos globalistas é estabelecer um governo mundial, e avançar com o seu tirânico projeto de poder sobre o mundo, custe o que custar. Para isso, no entanto, eles precisam primeiramente comprometer individualmente a soberania de cada nação do globo terrestre. Infelizmente, eles estão executando o seu plano de forma assustadoramente eficiente. São muito competentes no seu projeto de dilaceração de soberanias e intromissão em assuntos nacionais. A situação, no entanto, é muito mais preocupante do que pensávamos à princípio. Até mesmo países que antes eram vistos como inexpugnáveis fortalezas conservadoras – como Áustria e Suíça – estão caindo como moscas, diante dos implacáveis ataques do inimigo, que é tão oportunista quanto sorrateiro e dissimulado. 

 

A questão é que toda essa gente maléfica – George Soros e companhia – não podem ser subestimados de maneira alguma. São muito mais estratégicos, perniciosos e ardilosos do que imaginamos. Eles primeiramente detectam a fraqueza de cada nação, e depois a exploram a seu favor. Extremamente flexíveis, eles adotam a estratégia mais compatível com determinada circunstância. 

 

A Suíça, um dos países mais livres do mundo com relação às armas, recentemente foi pressionada a se enquadrar à terrivelmente restritiva e belicosa legislação da União Europeia. E quem diria, sucumbiu à pressão. Ou seja, deixaram de ser uma nação soberana – que vivia de acordo com suas próprias leis, estatutos e regimentos – para virarem um fantoche desta sórdida depravação socialista estalinista continental, que é a União Europeia. 

 

Como se a queda de um baluarte da liberdade fosse pouco, logo em seguida o país vizinho também caiu, no que se revelou um ataque tão inesperado quanto aterrador. Recentemente, o chanceler conservador austríaco, Sebastian Kurz, foi removido do cargo, em decorrência de um escândalo de corrupção no qual ele nem sequer estava envolvido. Os protagonistas do escândalo, Heinz-Christian Strache, vice-chanceler e Johann Gudenus – ambos integrantes de um partido da base governista –, foram identificados em um vídeo gravado em 2017, mas que convenientemente veio à público apenas há algumas semanas atrás. Nele, ambos são vistos negociando favores políticos com uma mulher que afirmava ser uma rica herdeira russa. O vídeo foi gravado em Ibiza, e por isso o escândalo recebeu na mídia o nome de Ibizagate. Kurz não tinha relação nenhuma com os fatos, que ocorreram meses antes dele se tornar chanceler. Não obstante, as consequências do escândalo foram tão devastadoras, que seu governo sucumbiu rapidamente. Apesar da antecipação das eleições, uma tentativa vã de dar uma pequena taxa de sobrevida ao seu governo, o colapso engolfou o gabinete de Kurz com efeitos tão deletérios, que o presidente Alexander Van der Bellen não teve alternativa senão afastá-lo do cargo. Brigitte Bierlein, no dia 3, assumiu em seu lugar. 

 

Kurz virou um alvo dos globalistas quando passou a combater o islamismo com implacável e ferrenha determinação. No ano passado – por sua iniciativa –, diversas mesquitas foram fechadas e diversos muçulmanos foram deportados. Depois que o governo descobriu que várias mesquitas estavam sendo financiadas pela Arábia Saudita, doações financeiras oriundas do exterior foram proibidas. Enfim, os conservadores austríacos estavam desempenhando um excelente trabalho, combatendo a islamização do seu país. 

 

Mas não é isso que os globalistas querem. Os globalistas querem o caos, pois onde há o caos, eles podem reinar, incólumes e soberanos. Afinal, onde o caos impera, é possível apresentar o estado como solução. Onde há o caos, o paternalismo estatal pode ser vendido como a gloriosa salvação para tudo, e assim, o estado pode expandir o seu poder sobre toda a sociedade. E para o caos ser plenamente instalado, é fundamental dar livre acesso aos muçulmanos. Veja o que aconteceu em países como Alemanha, França, Inglaterra e Suécia, nações completamente islamizadas. 

 

Na Alemanha, em diversas cidades, as mulheres tem medo de andarem sozinhas, por receio de serem atacadas e estupradas. Em diversas comunidades, a quantidade de muçulmanos é muito superior à de europeus nativos. E em diversas localidades, existem radicais que defendem a implementação da Sharia, a lei islâmica. Na Suécia, feriados nacionais estão sendo suprimidos, pois o nacionalismo sueco ofende os muçulmanos. Na Alemanha, símbolos cristãos estão sendo recolhidos de lojas e estabelecimentos comerciais, pois eles ofendem os muçulmanos. Na França, judeus ortodoxos são orientados a não usarem o quipá, para evitarem serem agredidos por muçulmanos. A situação na França ficou tão insustentável que milhares de judeus franceses – temendo por suas vidas –, decidiram emigrar para Israel. Estes países foram totalmente islamizados, a ponto de perderem completamente suas raízes culturais e suas respectivas identidades nacionais. E o pior de tudo, a violência só aumenta. Europeus nativos, nestes países, vivem diariamente com medo, aflição e terror.  

 

Para piorar a situação, a classe política está sempre defendendo os “pobres” refugiados, mesmo quando a população é agredida e atacada por eles. Atento para as nefastas e deploráveis consequências da islamização do continente, Sebastian Kurz estava combatendo de maneira ferrenha o avanço da agenda globalista no seu país. Como ele se impôs na categoria de obstáculo aos planos da elite totalitária global, ele acabou sendo removido do cargo. Sua substituta – se não dançar conforma a música –, provavelmente terá o mesmo destino. 

 

Sem dúvida nenhuma, é terrivelmente preocupante que duas das nações mais livres e autônomas da Europa tenham ficado comprometidas. Gradualmente, os globalistas vão dilapidando o cenário geopolítico de acordo com os seus sórdidos interesses malignos de poder e controle irrestritos. E como mencionado acima, eles estão sempre ardilosamente se adaptando às disposições e circunstâncias locais, subvertendo-as quando a ocasião é propícia. E são muito astuciosos. Com os golpes desferidos em sequência contra a Suíça e a Áustria, eles mostraram que simplesmente não existem obstáculos que sejam fortes o suficiente a ponto de detê-los. Infelizmente, combate-los exigirá muito mais disposição e astúcia do que imaginávamos. Nesta guerra, a vitória não está garantida. Muito pelo contrário. Se não travarmos o bom combate vigorosamente, vamos sucumbir mais rápido do que pensávamos. 

 

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