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Re-União 2017

Anistia Internacional, Macri e Bolsonaro

June 17, 2019

Recentemente, Bolsonaro esteve na Argentina, onde se reuniu com o presidente Mauricio Macri, para a discussão de diversas pautas políticas e econômicas. Tudo bem, nada demais com relação a esse fato. A Argentina é realmente um dos principais parceiros comerciais do Brasil na região. 

 

Pouco depois, no entanto, a Anistia Internacional se manifestou, através da representante da sucursal de Buenos Aires, Mariela Belski, que teria enviado uma carta a Macri, para preveni-lo de fazer alianças com Jair Bolsonaro, alertando o presidente argentino para o fato de que o mandatário brasileiro manifesta “uma retórica hostil aos direitos humanos, estimulando a proliferação de discursos de ódio, polarizando a sociedade e legitimando várias violações aos direitos humanos”. Quais seriam? Convenientemente, ela não especifica. Onde será que nós já ouvimos esse mesmo discurso? O do presidente “radical” e “maléfico” que vai acabar com o Brasil?  

 

Só que a carta por ela redigida não parava por aí. Continha muitas outras anedotas, das quais essa é a mais hilariante: “o aumento da circulação das armas de fogo está diretamente relacionado ao crescimento da criminalidade e da insegurança”; evidentemente, neste trecho, ela protesta contra a flexibilização do porte de armas para o cidadão, concedido pelo governo. Não vou nem entrar no mérito desta questão em si, pois quando o assunto é segurança pessoal, o indivíduo deve ter total autonomia e independência. Não deve, jamais, ser coagido a ficar compulsoriamente dependente do estado, como o totalitarismo petista nos obrigou. A falácia, no entanto, contida nesta afirmação, é gritante. A realidade prática mostra como ela está terrivelmente equivocada. 

 

Nos Estados Unidos, um país com mais armas do que pessoas – são 400 milhões de armas e 323 milhões de habitantes – temos um índice de homicídios de aproximadamente trinta mil por ano. Aqui no Brasil, com uma grande concentração de armas nas mãos de criminosos – mas quem sabe o novo decreto consiga reverter isso – temos sessenta mil homicídios por ano. O dobro dos Estados Unidos. E isso que a população de nosso país, com 210 milhões de habitantes, é consideravelmente menor. Na verdade, diversos estudos mostram que quanto mais armas houver em uma sociedade, mais segura ela tende a se tornar, especialmente se forem armas devidamente registradas e legalizadas, e nas mãos de cidadãos comuns, sem antecedentes criminais. Isso contribui, sim, para a redução da criminalidade. E isso se deve a um fator muito óbvio: criminosos não gostam de levar tiros.  

 

Na carta, Mariela Belski, escreveu também que Bolsonaro executa uma “intromissão indevida no trabalho das organizações da sociedade civil que operam no Brasil”. Certo. Quais seriam? Convenientemente, ela também não dá maiores detalhes. Por acaso ela está se referindo a organizações terroristas que invadem propriedades alheias, como CUT ou MTST? Estas “organizações da sociedade civil” contribuíram para o desenvolvimento do país? Onde, exatamente? Claro, não é conveniente dizer a verdade, não é mesmo? Estas “organizações” eram braços paramilitares do PT, responsáveis por provocar badernas, distúrbios e agitações políticas sempre que fosse conveniente para o “partido”, que nunca foi partido político, mas uma organização criminosa saturada de psicopatas desesperados pelo poder.  

 

Ela também afirmou que o presidente atenta “contra os direitos à verdade, justiça e reparação das vítimas de delitos cometidos pelo Estado durante o regime militar”. Atentou aonde? Que engraçado, ela também não dá mais detalhes com relação a isso. Sua carta é um festival de anedotas esquerdistas. Um conjunto de abstrações genéricas, saturadas de acusações aleatórias, panfletárias, ideológicas. Mas quem se preocupa mesmo com a opiniãozinha dela? 

 

Para tudo, temos dois pesos e duas medidas. Essa gente que adora criticar o regime militar – expressar quão supostamente cruel foi, os excessos cometidos, as sessões de tortura praticadas nos porões do DOPS – nunca fala sobre as vítimas que foram cruelmente assassinadas durante os atentados cometidos pelos terroristas comunistas. Mais de cem brasileiros inocentes foram assassinados pela Vanguarda Popular Revolucionária, pela Ação Libertadora Nacional, pelo Movimento de Libertação Popular, dentre muitas outras organizações criminosas. Praticavam sequestros, atentados e assaltos a bancos. Ah, mas é claro, eram anjinhos puros e sacrossantos que irradiavam paz e amor. Perigosos mesmo eram apenas os militares.

 

Nem é conveniente entrar nestes detalhes. A verdade é que estamos cercados por globalistas de todos os lados, que querem porque querem impor a tirania do estado máximo sobre o indivíduo, para que ele não tenha autonomia nenhuma para nada, e dependa do governo para tudo. A Anistia Internacional – assim como a ONU, a OTAN, a Open Society e centenas de outras depravações políticas pelo mundo afora, são todas tentáculos do mesmo organismo sórdido e sorrateiro – está comprometida em fomentar o grande projeto de escravidão global da Nova Ordem. Bolsonaro é um perigo, sim. Para eles. Para os planos deles. O presidente representa a resistência reacionária de uma população que não está disposta a se render à escravidão globalista. Mas esta gente, evidentemente, se opõe arduamente a tudo aquilo que vai contra a expansão do seu sádico e totalitário projeto de poder global, aterrador e escravagista, que está sequestrando nações e destruindo continentes. Mas que bom saber que a Anistia Internacional está tão preocupada com o Brasil. Quando eles exigirem do PT reparação por toda a destruição e por todos os crimes e contravenções cometidos contra o nosso país, aí quem sabe nós estaremos dispostos a leva-los em consideração.  

 

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