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Re-União 2017

As prostitutas de luxo dos barões, banqueiros e oligarcas globalistas

July 14, 2019

Militantes socialistas são idiotas úteis, completamente incapazes de enxergar a realidade sobre a ideologia que defendem. Das quase quatro dezenas de revoluções socialistas que ocorreram em países da África, Ásia, Europa e América Latina, absolutamente nenhuma delas ocorreu de forma orgânica, natural ou espontânea. Todas elas foram financiadas pelos grandes banqueiros internacionais, especialmente os europeus e os norte-americanos. Parece paradoxal que americanos — ferrenhos "anticomunistas" de fachada — tenham financiado revoluções anticapitalistas, mas os fatos não mentem. Revoluções são caríssimas, custam muito dinheiro.

 

Apenas idiotas úteis acreditam que, um belo dia, armas brotaram do nada nos porões das casas de Leon Trotsky, Vladimir Lênin, Lazar Kaganovich e Borisovich Kamenev, e então eles começaram uma revolução. Isto acontece porque os idiotas úteis que idolatram revoluções socialistas — das quais a carniçaria que ficou conhecida como revolução bolchevique foi, possivelmente, a mais emblemática — tendem a analisar os fatos históricos por um viés romântico, ao invés de vislumbrarem os acontecimentos de forma mais ortodoxa e objetiva. Eles acreditam que seus heróis eram pessoas puras e benignas, que um belo dia se insurgiram contra as injustiças do mundo. Quando na verdade não foi nada disso. Estamos falando de indivíduos muito bem financiados, com uma grande ambição pelo poder político total, sem restrições ou limites. 

 

Em outras palavras, o comunismo e o socialismo só existiram porque foram financiados pelas grandes elites financeiras mundiais. Sem o financiamento colossal das forças externas do capitalismo bruto oriundo dos cofres de aço do sistema financeiro global, estas ideologias sequer teriam chegado a se propagar, ou mesmo a existir. 

 

A revolução russa, por exemplo, foi financiada por banqueiros alemães, europeus e americanos. A elite anglo-americana tinha enorme interesse em depor a dinastia Romanov, e colocar em seu lugar fantoches que pudessem controlar, servindo aos seus interesses. O teórico comunista Leon Trotsky era ávido e incansável na busca por patrocínio. Em 1917, enquanto morava em Nova Iorque, Trostky conseguiu arrecadar quantias milionárias de banqueiros americanos como Jacob Schiff, que fizeram doações vultuosas para a revolução. Posteriormente, a Kuhn Loeb & Co., banco fundado por Abraham Kuhn e seu cunhado Solomon Loeb, financiaria o primeiro plano quinquenal de Stálin. Os objetivos da elite financeira mundial ao financiar a revolução concentravam-se na monopolização das riquezas do Império Russo — que se transformaria na União Soviética —, especialmente o petróleo. Pretendiam consolidar também o controle do fluxo monetário através do estabelecimento de um banco central.  

 

Alexandre Coutinho escreveu: 

 

"Por seu enorme espaço, baixa densidade demográfica e regiões com baixíssima atividade econômica, a Rússia era o perfeito Lebensraum (espaço vital, no conceito adotado depois pelos nazistas). Já era um jogo de cartas marcadas: com o declínio do colonialismo, não haveria vácuo de ocupação político-economica, segundo os prussianos.

 

Com a queda iminente da hegemonia do império austro-hungaro, a grande Rússia ficaria na condição de uma enorme vaca leiteira à mercê da primeira potência que viesse a ordenha-la.

 

Os planos dos prussianos eram outros. Queriam a ocupação do território. Já os banqueiros americanos e britânicos, mais pragmáticos, enxergavam ali uma enorme oportunidade de escravizar a força de trabalho da população, através de um regime totalitário. Além do medo dos barões industriais britânicos de que a Rússia pudesse se tornar uma concorrente na produção de manufaturados, superando seu modelo agrícola. Estava ali a oportunidade perfeita para os interesses desses grupos — Financiar uma revolução sangrenta para se apoderarem do espaço, recursos humanos e materiais e infraestrutura daquele enorme territorio."

 

A mesma coisa aconteceu em Cuba. Quando o ditador apoiado e financiado pelo governo americano — Fulgencio Batista — deixou de atender às expectativas dos oligarcas, perceberam que era hora de substituí-lo por alguém ainda mais brutal e com mão-de-ferro. Por isso financiaram o Movimento 26 de Julho, que levou Fidel Castro ao poder, e à deposição de Batista. O estabelecimento do comunismo na ilha caribenha iria empobrecer sistematicamente a população, o que daria às grandes corporações total controle e liberdade para monopolizar a extração de matérias-primas.

 

Caso contrário, por que os Estados Unidos permitiria o estabelecimento do comunismo em uma ilha que está a apenas 780 km de distância do seu território, se não tivesse motivos plausíveis? A verdade é que Fidel Castro só permaneceu no poder por 49 anos porque isto foi extremamente conveniente para as corporações americanas que sustentavam o regime, e se beneficiavam disso economicamente. Caso contrário, os EUA poderiam facilmente tê-lo assassinado, ou deposto, como fizeram com Bastista. Mas nunca fizeram isso, porque Fidel foi um fantoche perfeito, um cachorrinho obediente, um lacaio das corporatocracias que governam de fatos os EUA, e era muito conveniente tê-lo onde estava, alimentando a falsa dicotomia capitalismo/comunismo, que os idiotas úteis tanto idolatram.    

 

A verdade é que as revoluções socialistas só chegaram a ocorrer porque foram pesadamente financiadas pelo capitalismo das grandes corporações globais e da elite bancária internacional — especialmente a anglo-americana — ambas com suas próprias agendas e objetivos. Tudo isso aconteceu porque elas pretendiam expandir o seu capital, e dar continuidade aos seus projetos corporativistas de irrefreável expansão da sua hegemonia política e econômica. Ironicamente, o que nunca irá faltar são idiotas úteis para negar os fatos, acreditar que estas revoluções foram "espontâneas", e que lacaios a serviço das elites bancárias internacionais, como Fidel e Che Guevara, foram "heróis". 

 

O comunismo e o socialismo foram — e continuam sendo — produtos do capitalismo. Altamente vendáveis, criados com êxito e difundidos como aquilo que não são: originais, "contrários" ao capitalismo a que servem, e que sempre serviram, em suas mais variadas formas, especialmente como ponta-de-lança do corporativismo bancário internacional. 

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