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Re-União 2017

Comunista Flávio Dino critica o governo

August 13, 2019

Flávio Dino, aquela excrescência do PCdoB, recentemente choramingou em uma entrevista sobre o presidente Bolsonaro, pelo fato deste ter criticado os governadores da Paraíba (João Azevedo) e do Maranhão (Flávio Dino). É claro que a imprensa vermelha aproveitou a oportunidade para difamar Bolsonaro mais uma vez — algo que já se tornou demasiadamente rotineiro; se o presidente espirrar, vão acusá-lo de ter contribuído para a origem do próximo ciclone a devastar alguma nação do Caribe — rotulando-o de preconceituoso e de antinordestino, dando a entender que ele teria criticado de forma rude e depreciativa toda a região.  Bolsonaro, no entanto, revidou: "Eu critiquei dois governadores (...) Vocês mesmos da mídia querem separar o Nordeste do Brasil". O comunista do PCdoB, oportunista como sempre, aproveitou a ocasião para se vitimizar. Pobre coitadinho. Como pode uma criatura tão dócil e sacrossanta como Flávio Dino ser criticada? 

 

Flávio Dino ficou excepcionalmente consternado pelo fato do presidente ter proferido algumas verdades desagradáveis. Bolsonaro disse, com toda a razão e propriedade, que, dentre os governadores do nordeste — o presidente se referiu a toda a região como "Paraíba", o que bastou para deixar a mídia histérica — Flávio Dino é o pior. Evidentemente, tanto Azevedo quanto Flávio Dino aproveitaram a chance para interpretar o papel de vítimas: eles são pobres e incompreendidos "líderes" políticos, vítimas das indiretas de um presidente "ardiloso" e "preconceituoso". Isso não surpreende. Não podemos esperar nada dessa raça de víboras cínicas e oportunistas. 

 

Tudo isso começou porque Bolsonaro teria exigido condições ao repasse de verbas, o que Flávio Dino classificou como "ameaças", que na opinião dele, geraram "um clima de dissolução dos laços sociais, culturais e federativos que são imprescindíveis para que nós convivamos juntos na mesma nação". Isso bastou para causar um verdadeiro alvoroço na imprensa vermelha. Flávio Dino se queixou de uma suposta "violência simbólica" que estaria sendo legitimada através da conduta do presidente, porque como todo comunista, ele não sabe fazer outra coisa a não ser relinchar, interpretar o papel de vítima e problematizar tudo o que Bolsonaro diz. Ao interpretar o papel de vítima com maestria, a imprensa vermelha viu aí a oportunidade perfeita para inflamar as tensões entre o governo federal e os governos estaduais do nordeste. No jogo da manipulação pelo poder político, vale tudo para difamar o novo governo, eleito pelo povo.   

 

Flávio Dino falou em uma entrevista que Bolsonaro está promovendo um "terrorismo cultural ideológico", bem como uma "dissolução dos laços sociais", em virtude do seu comportamento, dizendo que a conduta do presidente está servindo de exemplo "para que as pessoas sejam, nas suas relações sociais, preconceituosas, discriminatórias. Isso é muito grave". 

 

O político do PCdoB continuou: "Ele não pode dizer palavras ao vento. Ele não pode proferir impropérios, usar palavras de baixo calão, ser agressivo, achando que isso é algo inocente, que é uma brincadeirinha. Não é." Claro, não pode porque ele é um representante da direita política. Quando é a esquerda, aí pode, porque a esquerda pode tudo. 

 

Não obstante, isso são manifestações da mais pura e ridícula vitimização. O próprio Flávio Dino falou que o governo federal está mantendo uma ótima relação com o governo estadual do Maranhão: "Se me perguntarem hoje se houve alguma retaliação contra o governo do estado do Maranhão, eu diria que não, não houve nenhuma. Digo isso reiteradamente. Espero que continue assim". 

 

Flávio Dino é mais um oportunista, que não perde a oportunidade de ficar quieto, quando a melhor coisa a fazer seria ficar calado. Incapaz de responder à altura as críticas de Bolsonaro, e argumentar com coesão, sagacidade e consistência, Flávio Dino não soube redarguir, não soube responder porque não seria ele, de fato, o pior governador do nordeste, quando ele realmente não passa de um populista carrerista que emprega medidas eleitoreiras para agradar o seu curral. Ao receber críticas, sua reação natural foi se fazer de vítima, o que é muito comum para indivíduos dessa estirpe. Como muitos de seus amiguinhos governadores, ele não sabe fazer absolutamente nada além de chover no molhado, dar declarações vazias completamente destituídas de expressão, relevância e conteúdo e criar polêmica com coisa nenhuma. Haja paciência, Bolsonaro!  

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