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Re-União 2017

A Amazônia, os "especialistas" europeus e o oportunismo globalista

August 26, 2019

Pra variar, a imprensa vermelha está em polvorosa mais uma vez.

É claro, descobriram que o governo Bolsonaro quer destruir completamente a Amazônia, e levar a extinção todas as girafas, hipopótamos, cangurus, leões, dragões marinhos e tribos indígenas que lá existem. Felizmente — na sua infinita misericórdia e grandiosa benevolência —, os "especialistas" da União Europeia apareceram para "nos salvar". Quão majestosos, abnegados e maravilhosos eles são.

O que seria de nós sem eles?

 

Em primeiro lugar, a parte da Amazônia que nos cabe é nossa, é do povo brasileiro, como bem salientou o presidente Jair Bolsonaro, e não dos "especialistas" que de uma hora para outra resolveram que sabem tudo, até mesmo para nos dizer o que devemos ou não fazer em nosso próprio território. De repente — do nada —, surgiram mais de trinta e nove mil focos de incêndio na maior floresta tropical do mundo, e a imprensa vermelha faz o favor de nos relatar que o governo Bolsonaro está destruindo o ecossistema. Que governo malvado, quer destruir o Brasil incendiando florestas. 

 

Previsível. A imprensa vermelha não perde uma oportunidade, jamais.

É tão sacana e virulenta que chega a ser mais cômica e hilariante do que verdadeiramente nefasta e repugnante. Infelizmente, os "especialistas" esqueceram de mencionar que este tipo de evento é um fenômeno climático extremamente comum — que não depende da ação humana —, e além de ser corriqueiro na região, não sendo portanto nenhuma novidade, ocorre em muitas outras partes do mundo. Incêndios florestais são recorrentes no estado americano da Califórnia, e demasiadamente corriqueiros em Portugal. Mas é claro, para a extrema imprensa, sempre sádica e oportunista, nunca é conveniente falar a verdade. O importante é mentir, mentir, mentir e manipular. Isso a imprensa vermelha sabe fazer com competência. E a esquerda, é claro, surfa na onda. As redes sociais foram inundadas com "ativistas" subitamente preocupadíssimos com a preservação do ecossistema. A foto de uma garota com pintura corporal que nem sequer representava corretamente o bioma da região foi abundamentemente compartilhada. E diversos protestos cheios de adolescentes desesperados para "salvar" a Amazônia ocorreram em cidades do mundo inteiro.  

 

Na noite de sexta-feira, dia 23, o presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento em cadeia nacional, onde falou corretamente como os inimigos do Brasil estão aproveitando a oportunidade para estrangular o país, com sugestões de impor a nós brutais e injustificáveis sanções econômicas, que certamente se tornarão discretas prerrogativas para a implementação compulsória de políticas globalistas. A União Europeia - uma iníqua organização criminosa continental, saturada de lobos vorazes cínicos e ardilosos, desesperados para deixar o Brasil de joelhos - certamente aproveitará a oportunidade para impor severas restrições políticas e macroeconômicas ao nosso país. É hilariante ver como de repente todos se tornaram climatologistas especialistas em políticas ambientais, preocupadíssimos em salvar o mundo. Nem sequer separam o lixo orgânico do lixo seletivo em suas residências, mas estão determinados a salvar a Amazônia, custe o que custar. Na Venezuela, centenas de pessoas morrem de fome diariamente, mas a prioridade dessa gente "nobre" e "altruísta" da União Europeia é salvar plantas e árvores. 

 

Com milhares de incêndios supostamente devastando a floresta amazônica, brotaram "especialistas" de todos os lados, para dizer a nós, brasileiros, como devemos cuidar da floresta amazônica. Um indivíduo da França, Samuel Leré — citado pela extrema imprensa como "cientista político" — defende que diversas sanções econômicas sejam aplicadas contra o Brasil. O presidente da França, Emanuel Macron, pensa em anular o acordo entre a União Europeia e o Mercosul. Isso não surpreende. Macron é um fantoche, um bonequinho dos globalistas; não é homem capaz de ter e reivindicar opiniões próprias, tampouco tem hombridade e coragem para agir corretamente. Agora eu pergunto: por que ele não vai cuidar do país dele primeiro, antes de dar opinião no país dos outros? Que eu saiba a França não está nada bem, muito pelo contrário; o país virou uma sucursal do Estado Islâmico, e milhares de judeus franceses estão emigrando para o estado de Israel, porque não se sentem mais seguros em seu próprio país, pelo fato de serem agredidos e atacados diariamente por fanáticos do islã. Determinadas regiões da França foram tão completamente islamizadas que católicos, protestantes, mulheres e pessoas não-muçulmanas não se atrevem a ir nestes lugares, nem mesmo a polícia.      

 

Macronzinho - além de ter nome de doce de padaria — é mais um daqueles social democratas engomadinhos, imbecis, elitistas e politicamente corretos, que acha que tem a solução para tudo. Para qualquer problema que há no mundo, é só sentar no colinho do Vladimir Putin, ouvir alguns conselhos, aplicá-los e então está tudo resolvido. Como qualquer progressista inveterado, além de ter medo do "fascismo", ele não entende que o mundo não precisa dele, nem dos conselhos dele, nem da ideologia dele. Ele não passa de um hilariante fracassado inútil e incompetente, que não tem capacidade de cuidar nem mesmo do próprio país, mas faz questão de achar que pode se meter nos assuntos alheios, e administrá-los, quando ele não tem habilidade para arrumar nem mesmo o próprio quintal.  

 

Para início de conversa, essa gente não sabe absolutamente nada sobre a Amazônia. Apenas pouco mais da metade - 60% da Amazônia -, está localizada em território brasileiro. Os outros 40% estão espalhados pelos países vizinhos, Bolívia, Venezuela, Peru, Colômbia, Equador, Suriname, Guiana e Guiana Francesa. Os únicos países que não abrangem absolutamente nada da floresta amazônica são o Uruguai, o Paraguai, a Argentina e o Chile. 

 

Esses eventos climáticos - as queimadas - são corriqueiros e não dependem da ação humana. Como mencionado acima, ocorrem em muitos outros países, com consequências muito mais aterradoras e catastróficas. Os incêndios florestais que ocorreram no estado americano da Califórnia em 2018 destruíram inúmeras residências, e milhares de pessoas tiveram que evacuar a região. O incêndio se alastrou por uma área de aproximadamente trinta e três mil quilômetros quadrados. No ano anterior, em 2017, outro incêndio similar forçou cem mil pessoas a abandonarem suas casas, e aproximadamente quarenta acabaram morrendo. Onde estavam os "especialistas" quando essas catástrofes estavam acontecendo nos Estados Unidos? E por que esses "especialistas" lindos e caridosos estão morrendo de vontade de ajudar a Amazônia, mas não ligam a mínima para o que acontece na Venezuela? Aparentemente, para esses ecofascistas despóticos, sádicos, dissimulados e politicamente corretos, uma floresta é muito mais importante do que seres humanos. 

 

A imprensa vermelha, no entanto - a nível nacional e internacional - fez um trabalho muito destrutivo, que realmente conseguiu colocar o Brasil na posição de vilão do mundo. A notícia das queimadas repercutiu no mundo inteiro, e a maioria das pessoas realmente acreditou na versão oficial da mídia, maculando o governo Bolsonaro. Agora, a União Europeia vai fazer uma pressão relevante para que inúmeras sanções econômicas sejam aplicadas contra o Brasil, para pressionar o país a obedecer a todos os regulamentos climáticos estabelecidos pelo Acordo de Paris. A real intenção dessa gente, no entanto, é pressionar o governo federal a aceitar "ajuda" estrangeira para combater o problema. O que essa gente realmente quer é a internacionalização total da Amazônia, para explorar, extrair e retirar todas as riquezas da região, sem dar explicações ou satisfações a ninguém, ou ter de pagar qualquer reparação por elas. É isso o que está em jogo. A conquista completa da Amazônia pelas forças globalistas. Certamente, estes criminosos depravados não vão deixar esta oportunidade passar sem aproveitá-la. Vão alegar que como o Brasil não é capaz de cuidar sozinho da Amazônia, o mais razoável para a nação será aceitar ajuda internacional. Se não aceitarmos, todo o tipo de embargos econômicos serão impostos a nós.   

 

Em um raríssimo momento de lucidez - daqueles que surgem apenas uma vez a cada dez anos - até mesmo Rodrigo Maia ficou ao lado do governo, e criticou com veemência as acusações e injúrias feitas ao Brasil por Emanuel Macron e outros líderes políticos europeus, dizendo que elas foram excessivas, desproporcionais e insensatas. Quando até o Nhonho fica do lado certo, é porque o golpe desferido contra o nosso país foi realmente desconcertante. A União Europeia e a imprensa globalista vão fazer de tudo para jogar a opinião pública mundial contra o Brasil.   

 

Daqui a pouco, a imprensa vermelha vai dizer que Bolsonaro foi responsável pelo Tufão Lekima, que atingiu as Filipinas, Taiwan e parte do Japão e da China, no início do mês, matando noventa pessoas. Bolsonaro espirrou, então causou um ciclone. Sim, porque a verdade, a extrema imprensa não divulga jamais. Vale tudo para tentar comprometer a imagem do governo, e fazer o presidente parecer um fascista malvado perante a opinião pública. A imprensa vermelha está aí justamente para difundir falácias, e seu público são os ingênuos e desavisados. Mas quem é inteligente não compra histerias, mentiras, demagogias e oportunismo barato. Sabemos o que realmente está em jogo. A imprensa vermelha - doutrinada e parcial - quer enganar e manipular permanentemente. Mas ao menos sabemos que quando a sádica e progressista imprensa vermelha fica histérica e desesperada, é porque que estamos no caminho certo. 

 

Bolsonaro autorizou o uso das forças armadas para remediar o problema das queimadas. Agora, ele precisa declarar vigorosamente para o mundo que quem resolve os nossos problemas somos nós. Nós somos os donos e os proprietários da nossa casa, da nossa nação. Não os europeus. O tempo da colonização já passou. Se eles esqueceram, devem ser lembrados disso. O mais importante, agora, é manter o pulso firme, e falar que a Amazônia é nossa. Se o exército brasileiro não ficar de olho - e tem que ficar, a floresta amazônica é enorme, com muitas regiões que são fronteira seca, ou seja, carecem de supervisão governamental -, antes que possamos perceber, infiltração estrangeira em larga escala deixará de ser uma ameaça para se tornar uma realidade.

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