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Re-União 2017

Recado dado

September 10, 2019

Na foto que promete mobilizar a enlouquecida legião de zumbis canhotos, Eduardo Bolsonaro carrega na cintura uma pistola Glock 9mm, em visita ao pai, hoje, após a quinta cirurgia a que o presidente se submete graças ao atentado que quase o matou.

A esquerdalha se agita, alvoroçada.
O problema deles, naturalmente, é a falta de noção.
Eduardo pode, legalmente, portar arma, pois fazia parte dos quadros da Polícia federal e atualmente é licenciado.
E pode e deve defender a vida de seu pai, especialmente diante das repetidas ameaças que ocorrem.
Qualquer ser humano faria o mesmo, em qualquer caso, independentemente de posições ideológicas, é claro.

Essa posição clara, diante até de jornalistas insanos que lamentam que o atentado de Adélio não tenha matado Bolsonaro em espaço que pertence a jornalecos e até de emissoras como a Globo, como fez Conti e Guga Chacra, é perfeitamente normal e não necessita de justificativas.

Esses jornaleiros (sem ofensa aos verdadeiros) agem como verdadeiros covardes, usando seus textos como armas.
Com eles, incentivam malucos e militantes a usarem uma faca, pedras e sabe-se lá o que para atentar contra a vida do presidente.
Assim, se um dia desses Bolsonaro levar um tiro de um desses zumbis, escreverão textos exultantes, felizes por verem seu sonho virar realidade.

Só que não.
No que depender de Eduardo Bolsonaro e da maioria do povo brasileiro consciente, não vai acontecer.
Afinal, sabe-se que uma Glock 9mm pode causar um puta estrago.
Muito maior que um texto de um "jornaleiro" frustrado.

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