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Re-União 2017

Segurança, preocupação de todos

September 11, 2019

A atuação das facções do crime organizado sempre foi o fator decisivo na enorme onda de homicídios no Brasil, especialmente em 2017.
Nesse ano, uma guerra entra as duas principais facções, PCC e Comando Vermelho, causou um morticínio recorde, elevando o número de assassinatos para 60 mil, quase sete a cada hora.
Resultado evidente do descaso do governo até então e a parceria do PT com o crime organizado.

Em 2018, esses números felizmente começaram a diminuir.
As mortes violentas -homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte- caíram 13% nesse ano.

Mas foi nos primeiros meses do governo de Bolsonaro -de janeiro a abril, que houve a queda mais significativa: 20% de redução em relação ao mesmo período de 2018.
A imprensa que divulga -compulsoriamente- a informação deixa de lado deliberadamente a ação de Moro ao isolar as facções criminosas recentemente, o que foi decisivo para enfraquecê-las e reduzir o número de homicídios.
Também deixa de lado a proposta do governo que tramita no Congresso pela aprovação de porte de armas pelo cidadão habilitado.
A proposta ainda não tem efeito prático, devendo ser votada, mas tem um enorme efeito psicológico sobre a população, assim como os vetos de Bolsonaro à absurda Lei do Abuso de Autoridade que só favorecia bandidos e políticos corruptos.

Isso define, na psique coletiva, o lado em que está o governo de forma definitiva.
Pela primeira vez em décadas, um governo -o de Bolsonaro- se posiciona firmemente contra o crime organizado, esquecendo as asneiras alienadas dos Direitos dos Manos.
Asneiras úteis e usadas, diga-se de passagem, pelo governo do PT de 2002 a 2016 para fazer média com seus parceiros do crime.
Parceria comum, aliás, e vista claramente na Venezuela, onde Maduro abriga terroristas das FARC e suas milícias são compostas de criminosos condenados recrutados nas cadeias.

Só resta lembrar que em 2005 a maioria da população (63% dos votantes) votou a favor da liberação de armas no referendo realizado e ignorado totalmente pelo vigarista no poder, lula.

É hora, finalmente, de se consertar o que a esquerda destruiu.
E a questão da segurança é uma das prioridades absolutas.
Do povo e do governo.
Felizmente. 

Fonte: Sistema Nacional de Informações da Segurança Pública (Sinesp), integrante do Ministério da Justiça.

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