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Socialismo,a sutil arte de sacrificar os outros

September 12, 2019

Se tem uma coisa que pode ser dita sobre a ideologia socialista —sem nenhum equívoco —, é que ela, além de ser profundamente hostil com relação aos seres humanos, especialmente a um nível individual, não vê problema nenhum em sacrificar as pessoas para conquistar os seus objetivos. Especialmente os mais pobres, os mais humildes e os mais vulneráveis. Socialistas são indivíduos altamente politizados, com uma deplorável e amarga obsessão pelo poder. E infelizmente, isso não é apenas confirmado pela história, mas por tudo aquilo que vivemos no momento presente.  

 

Todas as experiências socialistas nos ensinaram que há uma conexão intrínseca entre socialismo e brutalidade; na verdade, socialismo e violência são indissociáveis. É completamente impossível que o socialismo exista sem um nível imensurável de crueldade, morticínio e sofrimento. É portanto, muito normal que militantes socialistas sejam violentos, agressivos, histéricos e irracionais. Eles não apenas acreditam que os fins justificam os meios, mas ingenuamente pensam que a política é um meio eficiente para se mudar o status quo vigente. A confiança cega e irracional em burocratas é um dos elementos mais preponderantes dos adeptos da ideologia, especialmente quando seus políticos de estimação professam — ou afirmam professar — sua tão adorada doutrina.

 

A veneração por ditadores e assassinos como Fidel e Che Guevara é outra característica contundente dessa seita, bem como a negação da realidade e dos fatos históricos pertinentes a estes dois insólitos personagens, responsáveis pela morte de milhares de pessoas inocentes. O que nos faz questionar: por que personagens históricos tão insidiosos, cruéis e malignos continuam sendo reiteradamente venerados por legiões de militantes fanáticos e truculentos? 

 

A história do socialismo é uma história de sangue, horror e violência sem precedentes na história humana. Quase quarenta países no mundo sofreram as consequências dessa ideologia brutal, funesta e violenta, responsável pela morte de milhões de pessoas. Além de um processo de doutrinação feroz — que não apenas corrói a capacidade de raciocínio e as faculdades mentais dos seus adeptos — socialistas são doutrinados para negar enfaticamente a realidade, e aceitar apenas aquilo que sua doutrina totalitária, cruel e assassina preconiza. Quando a realidade factual nega categoricamente suas convicções — por exemplo quando constatamos que todas as ditaduras socialistas causaram terror e sofrimento em uma escala sem precedentes para todas as pessoas que foram obrigadas a viver na pele a deplorável sofreguidão dos regimes marxistas, eles simplesmente negam que tais governos tenham sido de fato socialistas. 

 

À despeito do fato do socialismo ser uma arcaica e obsoleta doutrina do século 19, baseada na divisão de classes — e na disseminação de intrigas e discórdias entre elas — na prática, o socialismo é um regime terrorista de escravidão e subserviência, na qual a população deve ser plenamente obediente a uma classe política ditatorial e homicida. Esta usufrui de um soberbo nível de luxo e conforto, ostensivamente negado à sociedade, que deve se contentar com um nível de degradante miséria absoluta, que invariavelmente reduz a existência à uma condição de morte, desesperança e inanição crônica.

 

O que socialistas são incapazes de entender é que a ideologia marxista não passa de uma excelente prerrogativa para psicopatas que querem chegar ao poder. Sempre foi assim. A doutrina é uma plataforma para o poder político, que usa como prerrogativa a defesa da vontade popular, dos mais pobres, dos famintos, dos miseráveis. Quando os socialistas chegam ao poder, no entanto, tudo o que eles querem é se locupletar, e expandir o alcance do seu poder. Sempre foi assim no decorrer da história, e todas as experiências socialistas — sem exceções — mostram isso. 

 

Socialistas podem ser divididos em dois grupos majoritários: os idiotas úteis, que realmente acreditam na ideologia e na fábula do burocrata bonzinho, e os políticos que professam seguir a doutrina, e que pretendem chegar ao poder através de uma plataforma populista. Quando eles conquistam o seu objetivo, no entanto, vão apenas atrás de poder e riquezas para seu próprio benefício. Socialistas são indivíduos que não veem problema nenhum em sacrificar terceiros para atingir os seus objetivos sórdidos e inerentemente egoístas. 

 

Infelizmente, nunca faltarão idiotas úteis para acreditar nas baboseiras socialistas, nas fábulas marxistas e nas promessas infantis de políticos populistas, que na verdade são movidos unicamente por uma insaciável obsessão por poder e controle. Por mais lições que a humanidade tenha tido nesta questão, a ingenuidade na política ainda permanece sendo um enorme problema.  

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