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Re-União 2017

Do que escapamos

September 16, 2019

Em sua página oficial, as FARC -em sua versão política, Fuerza Alternativa Revolucionaria del Común- comemorou a vitória de Kirchner/Fernández nas prévias eleitorais de 11 de agosto.
A versão política é adocicada é apenas a fachada do que as FARC (Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colômbia) são na realidade: um grupo criminoso sanguinário que promove na Colômbia a guerra civil mais longa do continente.
Combatendo o exército do país, mantém a população debaixo do terror.
Em sua história criminosa se contabilizam mais de 200 mil mortos, 45 mil desaparecidos e mais de 7 milhões de pessoas que tiveram que sair de seus locais de origem por causa das ondas de violência lideradas por grupos ilegais.
As FARC são sustentadas e promotoras do narcotráfico, mineração ilegal, extorsão, tráfico humano e infiltração em governos de esquerda da região, como a Cuba de Castro, a Venezuela chavista ou o Equador de Rafael Correa.
Isso, evidentemente, para não citar o Brasil, que adulou a facção criminosa várias vezes no desgoverno de luladasilva.

Hoje, quando por aqui está na pauta a relação e o poder exercido pelo PCC ou Comando Vermelho no país e a luta de Moro contra essas organizações, é importante observar a semelhança das ações socialistas na América Latina.
Inicialmente apenas uma facção criminosa como o PCC, as FARC conseguiram, com o apoio da ditadura Castro, formar seu próprio partido e hoje, sem um voto sequer do povo, tem representação política e financiamento do estado.
E sem jamais abandonar ostensivamente a luta armada.

Durante seu governo, Cristina Kirchner -a verdadeira força por trás de Fernández- não só apoiou os Montoneros ou ERP, grupos terroristas argentinos equivalentes às FARC, como usou recursos do estado para ajudar suas famílias.
Uma tradição de família, aliás; o marido de Cristina, Néstor Kirchner, deu exatamente o mesmo apoio aos grupos criminosos quando no poder.
Falamos, portanto, de bandido apoiando bandido.
De poder.

A falácia de hoje de Fernández, que provavelmente vai levar as eleições presidenciais na Argentina -e consequentemente enfiar novamente a pistoleira Kirchner no poder- lembra muito a falácia populista e falseta de lula da silva, de castro, de chávez e de dezenas de tiranetes comunistas que afundaram seus países.

Para ser eleito, o gajo fala em moderação, abertura ao livre mercado e distância de ditaduras socialistas como a da Venezuela.
A verdade, entretanto, é que esse discurso está muito longe da realidade.
O verdadeiro poder que o apoia -Kirchner- também apoiou durante anos a ditadura de Chávez e Maduro, além de organizações criminosas.

Por aqui, o vigarista lula é mantido engaiolado (por enquanto), para sorte da nação.
Caso contrário estaríamos no mesmo caminho da roça que a Argentina.

E o PCC, alegre e faceiro, estaria tocando o terror nas ruas e na política.

Fonte: Mamela Fiallo Flor e Marcelo Duclos, jornalistas especializados em América Latina.

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