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Re-União 2017

Terrorismo explícito

September 26, 2019

Exatamente no momento em que é analisado (eufemismo para reprovado) por um "grupo de trabalho" o projeto anticrime de Sergio Moro, que daria mais força à polícia no combate às facções criminosas como o PCC e Comando Vermelho, o Ceará é assolado desde sábado por mais de 65 ataques terroristas desses grupos e rivais.
Nunca ficou tão clara a parceria dos criminosos das ruas e do tráfico com os criminosos de terno e gravata em Brasília.
Enquanto os ilustres deputados dão o recado na Câmara, os cupinchas armados de fuzis dão o recado nas ruas do Ceará.
E eventualmente, como vemos, no Rio.

O governador do Ceará, Camilo Santana (PT), apela: quer uma lei rigorosa anti terrorismo no Estado.
E explicita: o problema é devido ao tráfico de drogas, e quem o comanda.
Todo o problema.
E pede ajuda ao governo federal.
Formalmente, os ataques são responsabilidade do um grupo criminoso que se autodenomina GDE (Guardiões do Estado), rival do PCC, mas que reclama do mesmo: a transferência de lideranças de um para outro presídio.

O problema maior de Camilo Santana nem são os criminosos das ruas, mas o de dentro de seu próprio partido, o PT, que não quer de jeito nenhum repressão ao terrorismo.
Pelo contrário.
Apoiados pelo MST, seu braço armado, querem o crime impune nas ruas e dominando geral.
Foi o que defendeu, ano passado, o senador empoeirado Lindbergh Farias, alegando candidamente que tal repressão criminilizaria os coitadinhos do MST, movimentos estudantis e sindicais.
Parceiros de quem?
De quem hoje toca fogo e terror no Ceará?

Desde 2016 tenta-se estabelecer um critério para definir e punir o terrorismo no Brasil, de autoria do senador Lasier Martins, do PDT.
O projeto foi vetado por dilma roussef, o poste, naturalmente, por pressão do PT.
E não anda.
Agora, deve ir para as mãos de Bolsonaro.

Todo o país, e isso fica bem claro, trava hoje uma guerra ostensiva contra as organizações que dominam o tráfico de drogas, e que não reluta em enfrentar os governos estaduais e federais, inconformada em ser desestruturada por Moro.

Estas organizações não podem ser subestimadas, pois tem uma logística invejável (vide os advogados que transitam entre os presídios, impunes, estabelecendo sua comunicação) além de ramificações e representantes em partidos políticos como o PT, PSOL...e em entidades criminosas como o MST de Stédile.

Perder essa guerra, para o país, significa enveredar pelo mesmo caminho da Venezuela, hoje dominada por terroristas de todo o mundo e em especial pelas Farc, mancomunadas com o narco ditador Maduro.

O final dessa história já conhecemos.
Como sabem também os deputados e senadores que votaram contra o pacote de Moro.
São, mesmo usando como fachada a morte de uma pobre menina no Rio, iguais aos seus parceiros das ruas.
Não passam de terroristas.

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