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Re-União 2017

Macron e os socialistas: ideias que não correspondem aos fatos

October 6, 2019

Há pouco Macron, presidente socialista francês, declarou que "a migração é o destino da França".
Esse é o mesmo Macron que se meteu com a soberania brasileira no caso da Amazônia, fazendo junto com a mídia uma campanha suja contra o governo Bolsonaro.
Quando olhamos hoje para Paris, outrora a cidade luz e hoje infestada de ratos e sujeira, a questão é óbvia: que autoridade tem o gajo para se meter em governos alheios se cuida mal e porcamente de sua própria casa?

Em Paris hoje existem mictórios instalados pelo governo a céu aberto.
Uma tentativa para impedir as pessoas de urinar nas ruas, o que provocou até criação de forças especiais da polícia para coibir o "hábito" adquirido.
O cheiro de urina próximo à Torre Eiffel entretanto não é o problema maior.
Em Saint Denis, a 10 quilômetros da Eiffel, estão 300 mil imigrantes ilegais.
Sua população, de 1,5 milhão de pessoas, tem 600 mil muçulmanos da região subsaariana ou norte da África.
É o maior campo de imigrantes da Europa.
Povos diferentes, culturas diferentes.
O que, traduzido, significa tráfico de drogas ao ar livre, tribunais da sharia e outros "hábitos".
160 mesquitas não são suficientes para abrigar essa "cultura", e as preces são realizadas em praças públicas, muitas vezes a 1 hora da manhã.
Baile funk é brincadeira.

Conselheiros dos partidos comunistas insistem em que os parques públicos sejam transformados em campos de imigrantes, que antes ocupavam os subúrbios e agora invadem o resto da cidade.
O índice de estupros, que aumentou assustadoramente (20% nos primeiros meses de 2018) nos bairros de Paris, não os impressiona.
E nem o fato de que lá apenas 2% desses casos acabam em condenação.

Em Sevran, por falar em mulheres, elas são impedidas de frequentar cafés, graças à essa assimilação de hábitos dos imigrantes.
Reclamar, nem pensar.
Quem reclama é taxado imediatamente pelos comunistas de racista, fanático ou islamofóbico, como aconteceu com a Fox, por exemplo.
Ser taxado disso ou daquilo também não é o problema.
O problema é quando terroristas resolvem explodir redações e matar jornalistas que ousem falar mal do Islã, como foi o caso do jornal Charlie Hebdo, em 7 de janeiro de 2015, "dissidência cultural" que deixou um saldo de doze pessoas mortas.
O Charlie Hebdo desistiu: não fala mais do Islã.

Apesar dos comunistas adorarem atacar os "fascistas" que constroem muros, foi erguido um muro de vidro ao redor da Torre Eiffel para impedir ataques terroristas, ao custo de 35 milhões de euros.

Paris sofreu dez ataques terroristas desde 2015.
Por conta disso, e da lamentável situação em que se encontra, perde 1,5 milhão de turistas por ano.
Judeus abandonam Paris -7 mil todo ano- empurrados pelo anti semitismo que reina na cidade, responsável por 40% dos crimes de ódio na cidade.
Os símbolos do altruísmo patológico e da miopia progressista dos comunistas está em toda parte, até nas pilhas de cocô na parte externa do Louvre, com as quais os parisienses têm que conviver na marra.

O povo de Paris convive também com os ratos que infestam a cidade alegremente, são seis milhões que frequentam praças públicas e o lixo nas ruas da cidade, ao lado de seus habitantes.
Outros ratos, também imigrantes, são mais sofisticados, frequentam hotéis de luxo e batalham para tornar Paris uma Cuba na Europa.
Caso de Chicos e Willys, por exemplo.
Esse tipo de ratos, assim que conseguirem, migrarão para destruir outro país.
É o modus operandi dos socialistas, invadir, destruir e abandonar os escombros.

Em 2015, Michel Houellebecq escreveu Submissão, alertando para a tomada islâmica da França.
Sofreu tantas ameaças de morte que hoje sua casa vive cercada pela polícia.
Paris talvez seja hoje o maior ícone da "democracia" progressista:
Uma cidade cercada pela sujeira e pelos ratos, uma caricatura apenas de seus bons tempos, quando abrigava a intelectualidade do mundo.

Uma cidade sem liberdade.

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