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Re-União 2017

Venezuela é eleita para o conselho de direitos humanos da ONU

October 22, 2019

Poderia ser uma piada, mas não é. Na última quinta-feira, 17, a Venezuela foi eleita — juntamente com a Líbia — como membro do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas. Para quem ainda não entendeu que a ONU é parte integrante da NOM, do Eixo do Mal e das artimanhas globalistas, essa notícia serve para mostrar que a instituição serve aos propósitos mais nefastos e opressivos já orquestrados sobre a face da Terra. E quem está do lado certo da história deve sentir a mais profunda repulsa e ojeriza pela ONU, e por tudo o que ela representa. 

 

Seria deplorável, mas é muito mais do que isso, é ostensivamente trágico. Além de ser eleita com mais de uma centena de votos, a vitória da Venezuela foi aplaudida com entusiasmo. Como se vê, a grande coalizão de bandidos e criminosos na qual se transformou a ONU não faz nem mesmo questão de ser sutil. Eles querem exaltar o seu poder e nem sequer se importam com as consequências ou com as reações da comunidade internacional. A Venezuela foi eleita juntamente com a Líbia, outra nação conhecida por violar sistematicamente os direitos humanos das pessoas decentes. O Brasil foi reeleito para um segundo mandato consecutivo. A Costa Rica — que estava na competição —, perdeu para a Venezuela, por nove votos. 

 

Danny Danon, embaixador de Israel, falou que "o conselho de direitos humanos continua a abandonar os direitos humanos, e seu negócio agora é proteger ditadores e crimes de guerra. Na Venezuela, um ditador mata o seu povo de fome. Na Líbia, existem campos onde imigrantes africanos são torturados."

 

Philippe Bolopion, vice-diretor de defesa global da Human Rights Watch, por sua vez fez a seguinte declaração: "A eleição imerecida e estreita da Venezuela para o Conselho de Direitos Humanos da ONU é um tapa na cara das inúmeras vítimas do país que foram torturadas e assassinadas por forças do governo."

 

Kelly Craft, representante dos Estados Unidos nas Nações Unidas, publicou na rede social Twitter: "É simplesmente inaceitável que violadores massivos de direitos humanos, como o regime de Maduro na Venezuela, possam desempenhar um papel no (Conselho de Direitos Humanos). Eu não vou apoiar isso, e a ONU também não deveria."

 

Há muito tempo os Estados Unidos tem tentado tomar providências para retirar a credibilidade do governo bolivariano. Além de reconhecer Juan Guaidó como o presidente interino da Venezuela — assim como mais de cinco dezenas de países ao redor do globo terrestre —, o vice-presidente Mike Pence solicitou a ONU que revogasse a legitimidade do governo de Maduro. No entanto, a proposta não foi levada adiante, e é provável que não encontre apoio na Assembléia Geral. 

 

O mais bizarro em toda essa situação é que o Conselho de Direitos Humanos da ONU realizou recentemente uma investigação sobre a situação na Venezuela, com o objetivo de documentar torturas, assassinatos extrajudiciais e execuções sumárias. Um relatório realizado por solicitação de Michelle Bachelet — ex-presidente do Chile, que atualmente serve como executiva do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos — constatou que esquadrões da morte estão em plena atividade no país, executando missões onde buscam eliminar sumariamente opositores políticos.  

 

Evidentemente, o governo bolivariano ficou exultante com a "conquista" imerecida. Jorge Arreaza, ministro das Relações Exteriores da Venezuela, falou: "Teremos que medir o impacto dessa vitória nos próximos dias, mas pensamos que é histórico, pois enfrentamos uma campanha feroz." Em função de seu caráter inerentemente despótico e criminoso, alguém realmente se surpreende que a ONU esteja ativamente promovendo e resguardando uma ditadura genocida, como a venezuelana?  

 

A eleição da Venezuela para posto tão importante evidencia o deplorável caráter criminoso da ONU. A instituição é uma grande inimiga de toda a humanidade, e deve ser exposta por aquilo que realmente é: o covil dos globalistas, antro de podridão, depravação e imundície, que não apenas aprova, mas gradativamente busca a escravização de toda a humanidade, na consolidação gradual de uma ditadura global, que esmagará de uma vez por todas o pouco que nos resta de autonomia e liberdade. 

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