© Todos os direitos reservados

Re-União 2017

Rodrigo Maia, o delinquente oportunista

January 2, 2020

Rodrigo Maia é aquele cara que nunca para de nos surpreender. Sempre para o pior, é claro. Trabalhando continuamente contra o povo brasileiro, ele jamais perde uma oportunidade de buscar honra e glória para si mesmo. Isso, no entanto, não é nada surpreendente, quando passamos a conhecer a personalidade e o caráter (ou a falta dele) do presidente da câmara. 

 

Verme asqueroso que é, Maia tem feito o possível e o impossível para voltar toda a opinião pública não apenas contra o presidente Jair Bolsonaro, mas contra toda a direita brasileira, não raro imputando indiretamente à esta a culpa por todos os problemas que acometem o Brasil, isso quando não está inventando problemas que não existem. Para Rodrigo Maia, os integrantes da direita nacional não passam de fanáticos que buscam desestabilizar o país. Ele fala isso porque não queremos dar a ele e ao seu tão querido centrão poderes plenipotenciários para que roubem e expropriem o Brasil como bem entendem. 

 

O atual objetivo de Maia é se tornar o mais novo queridinho da mídia tupiniquim. Objetivo que ele está alcançando com certo grau de êxito, diga-se de passagem. Ele quer ser visto como um avatar de luz e esclarecimento, em meio a um oceano de trevas e perdição. Até certo ponto, ele está conquistando vitórias nesse propósito. Recentemente, o ConJur congratulou Rodrigo Maia e um zé ninguém chamado Marcelo Ramos, pela reforma da previdência, afirmando que "a dupla praticamente carregou nas costas a tramitação e a aprovação da reforma da Previdência no Congresso". Seria cômico, se não fosse trágico. 

 

Maia, no entanto, abraçou a causa republicana dos interesses particulares, e virou um notório ativista de si mesmo. Percorrendo ininterruptamente o circuito de palestras em eventos empresariais, o Nhonho — como o dissimulado sicofanta do sistema político que é — pretende arrasar Bolsonaro e a direita brasileira, para que ele e sua gangue do centrão tenham o campo livre para dominar o jogo, sem sofrer qualquer tipo de resistência ou oposição. 

 

A ladainha da víbora, aonde quer que vá, é sempre a mesma. Maia fala de fake news — "Quem, como e o porquê se financia? Os principais alvos são o Congresso e o Supremo." —, e como sempre, dá a entender que elas só existem por causa da direita brasileira. A esquerda, é claro, é sacrossanta, benévola, cristalina e pura como água benta. A raivosa, cruel e hostil direita brasileira, no entanto, é o verdadeiro mal que empurra o país para um abismo obscuro de ruína e degradação sem limites. Não surpreende nenhum pouco a possibilidade do centrão estar em conluio com partidos de esquerda para suplantar a direita. Ambos sabem que derrubando a direita a casa cai para os brasileiros patriotas, e aí a festa da corrupção sem limites e dos interesses partidários e corporativos pode ser reiniciada de maneira desenfreada.

 

Essa víbora satânica ainda tem a cara de pau de tentar passar uma imagem de ardoroso, vigoroso e leal "defensor da democracia". Só que como ele não é sincero, evidentemente, ele não ousa falar que tipo de democracia ele defende. É a democracia dos ladrões, dos bandidos, dos assassinos, dos rufiões, dos sacripantas, dos ditadores, que podem praticar peculato, prevaricação, tráfico de influência, improbidade administrativa, corrupção ativa e passiva e aceitar suborno, ficando livres até mesmo para cometer assassinato — eles esqueceram de Celso Daniel, mas nós não — impunemente, sem sofrer as devidas consequências. A direita brasileira é um "problema" por ser a única sólida barreira de resistência que o establishment enfrenta na seu objetivo de converter todo o sistema em uma draconiana e sórdida cleptocracia. 

 

Se tem uma coisa que aprendemos observando Rodrigo Maia, é que ele não perde tempo. O Nhonho tem objetivos sórdidos muito bem definidos, e como ponta-de-lança do estado paralelo, vai fazer o possível e o impossível para atropelar a direita nacional com fúria, hostilidade e veemência, em todas as oportunidades possíveis. Aí está um inimigo que não deve ser subestimado. Dia e noite, ele fala mal do governo, de todos aqueles que o elegeram, e de todo o movimento patriótico que busca reedificar a nação, e impedir que ela caia no abismo totalitário de uma nefasta ditadura progressista, como foi o caso da Venezuela, como quase foi o caso na Bolívia, e como será fatalmente o caso da Argentina, muito em breve.     

 

O Nhonho pode ser meio songamonga, mas ele jamais dorme no ponto. E ele só precisa de um pequeno descuido de nossa parte, para desferir aquele golpe mortal do qual jamais nos recuperaremos. Vigiá-lo dia e noite é obrigação, as víboras não dormem, nem descansam. E gostam de parecer parceiros amistosos e gentis, sempre dispostos a ajudar, ainda mais quando isso se converte em capital político. A ilusão da segurança precede a queda, e uma república sonolenta pode despertar no dia seguinte como a mais cruel e inflexível das ditaduras. Isso é tudo o que Rodrigo Maia deseja, poder discricionário nas mãos, para atender a todos os objetivos mundanos de sua gangue de criminosos depravados e psicopatas desesperados pelo poder absoluto. 

 

O que Rodrigo Maia precisa entender é que seus inimigos não são apenas Bolsonaro, Paulo Guedes, Sérgio Moro, mas toda a população brasileira. E que estamos vigiando ele, assim como o felino vigia a sua presa, e não vamos deixar ele prosseguir incólume na perseguição dos seus interesses escusos, nem mesmo por um segundo sequer. Se ele se exceder, a população indignada e furiosa certamente exigirá uma prestação de contas. E pode não ser necessariamente de uma maneira cordial e civilizada. Ele ainda não entendeu que paciência tem limites. E ele está testando demais a paciência dos brasileiros patriotas. Uma hora, no entanto, a paciência pode explodir, e as consequências serão absolutamente nefastas; a punição será aplicada na mesma proporção com que a corja de políticos, da qual Maia faz parte, empenha-se avidamente na degradação e no aviltamento da nação, pois os brasileiros patriotas jamais permitirão que um bando de vermes destrua o seu país.  

 

Rodrigo Maia fica disseminando mentiras, e nós as suplantamos com fatos, verdades e colossais doses de realidade. Ele esquece, no entanto, que ninguém permanece eternamente na crista da onda. Aqueles que hoje estão por cima, amanhã estarão lá embaixo. Afinal, a ascensão precede a queda, e a queda de Rodrigo Maia pode tardar, mas chegará. O seu oportunismo demagógico e o seu caráter dissimulado não serão esquecidos pelos brasileiros. De todos aqueles que usaram o estado para saciar suas ambições pessoais de poder e controle serão exigidas uma rígida e contumaz prestação de contas. O Brasil é dos cidadãos, não pertence a classe política. E estamos dispostos a lembrar os dirigentes governamentais sempre que necessário. Não somos nós que temos que prestar contas a eles, são eles que devem uma longa e demorada prestação de conta para nós. Em breve, pode chegar o momento de exigi-la, com todos os dividendos e correções que esta fatura extremamente cara e dolorosa vai cobrar. 

Share on Facebook
Share on Twitter
Please reload

Posts Em Destaque

Renan Calheiros, a história de um pilantra

January 21, 2020

1/10
Please reload

Arquivo
Please reload

Siga
  • Facebook Basic Square
  • Twitter Basic Square
  • Google+ Basic Square