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Re-União 2017

Teoria da Conspiração – Nós contra Eles (ou dividir para destruir)

January 10, 2020

Estaria o Príncipe Harry sendo usado pela mulher, uma atriz de segundo escalão, divorciada e mais velha do que ele, para tentar desestabilizar a monarquia britânica?

A extrema imprensa no mundo inteiro diz que Meghan Markle é “vítima de racismo”, o que é uma mentira deslavada, além de ser um instrumento do “politicamente correto” inventado pela esquerda. Pelo menos quanto à Rainha, ao Príncipe de Gales e William, ela foi maravilhosamente bem tratada. Fez o que quis naquele casamento cafonérrimo, que mais parecia produção para um filmeco de Hollywood, com a noiva entrando sozinha porque não se dá nem com o pai nem com a família. Só com a mãe, que, por ser escura, também pode ter sido usada pela filha, que mentiu ao dizer que passaria o Natal de 2019 com ela, mas foi para o Canadá.

E foi o segundo casamento da Meghan, vestida de branco e usando véu. Já começou fake.

 

Outra coisa que cansa é transfomar a Princesa Diana em mártir.

Parem com isso. Ela era linda, carismática, mas se o marido a traiu com uma, ela traiu o marido com um monte. Dizem até que Harry é filho de um deles. Morreu com o amante, um muçulmano milionário, com o chauffeur meio bêbado fugindo de paparazzis. Nada contra suas escolhas, não estou julgando. Agora o Harry passar a vida sendo vítima do ”trauma” da morte da mãe, para justifcar tudo o que faz de errado, não dá.

 

A família real sempre apoiou o Harry, que apesar de muito simpático, foi flagrado fantasiado de oficial nazista numa festa, lembram? Sem falar nas orgias com todo mundo pelado em Las Vegas.

São dois egoístas vaidosos e gastadores que querem o glamour e a opulência, mas sem a contrapartida de servir à instituição e à pátria.

 

Alguém ouviu a feminazi que se acha uma Elizabeth Taylor, ou quem sabe, uma Grace Kelly, falar em renúnciar aos títulos de duquesa de Sussex e Sua Alteza Real? Nunca. Ela até registrou a marca Sussex Royal para faturar, segundo estimativas, cerca de 400 milhões de libras, na franquia dos mais diversos produtos.

Quem diria, a realeza britânica acabar em supermercados. E Meghan entrou para dividir: nós e eles.

 

Se você não acredita que exista um plano político por trás de tudo isso, confira os assessores que o casal (Meghan) contratou, depois que a equipe leal ao príncipe Harry se demitiu, porque ninguém aguentou a barraquenta da atrizeca. 

 

“Com a contratação de Fiona Mcilwham, ex-embaixadora britânica na Albânia, o príncipe Harry e Meghan, duquesa de Sussex, se tornaram os primeiros membros da realeza a empregar uma equipe feminina de funcionários seniores.


Outros membros seniores da equipe incluem *Sara Latham, ex-consultora sênior da campanha presidencial de Hillary Clinton em 2016 e que trabalhou também com Bill Clinton. 

*Heather Wong, ex-funcionária da administração Obama; Natalie Campbell, ex-diretora da Fundação Real; e Karen Blackett, presidente da MediaCom UK. [fonte: Harper’s Bazaar].

 

Não duvidaria nada que o casal Obama (Barack e Michael - como Obama se referiu certa feita, em público, à Michelle), tivesse sido o motivo para o casal esconder o nome dos padrinhos do filho. 

 

No mais , a casa de mais de 10 milhões de libras que o casal se hospedou nas festas de fim de ano, foi emprestada por quem? O nome do dono não foi revelado: o casal recusou-se a comentar. As especulações vão desde bilionário russo suspeito a dono de negócios escusos.

 

Agora que os progressistas foram fragorosamente derrotados pelo conservador Boris Johnson e o Reino Unido vai sair da União Européia, responsável pela islamização da Europa, sem respeitar o momento delicado que está passando a Rainha, com o marido doente e o outro filho envolvido num escândalo, voltaram os canhões para a instituição mais respeitada dos ingleses, num ataque vicioso de dentro do coração da monarquia.

Pobre menino rico.

*SARA LATHAM

Latham serve como chefe de comunicações do duque e da duquesa. Anteriormente, ela trabalhou como consultora sênior da campanha presidencial de Hillary Clinton em 2016, na qual desempenhou um papel fundamental na verificação de candidatos ao companheiro de chapa de Clinton (a campanha de Clinton acabou por escolher o senador da Virgínia Tim Kaine).

Ela também trabalhou para o marido de Clinton e o ex-presidente dos EUA, Bill Clinton, no final dos anos 90. Em seguida, atuou como assistente especial do chefe de gabinete e vice-assistente do presidente e vice-diretor de programação.

 

*HEATHER WONG

Wong, que trabalha como vice-secretária particular do príncipe Harry e Meghan, também pode se orgulhar de um ex-empregador do tipo presidencial. Wong anteriormente ocupou cargos como secretária assistente interina e secretária assistente adjunto de assuntos públicos no Departamento de Segurança Interna dos EUA no governo Obama. Ela também atuou como diretora de comunicações do Super PAC NextGen Climate. Ela levou seu currículo internacional com sua nomeação como diretora associada da Milltown Partners, uma agência de consultoria com sede em Londres.

 

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